Eu lembro o quanto fiquei encantado quando vi Age of Empires 2 recebendo expansões. Aquilo pareceu magia! Um jogo tão antigo, de repente não apenas tendo um remaster, mas realmente expandindo. O mesmo para Titan Quest. Eles mostraram bem que jogos aclamados não precisam ficar enterrados, e podem realmente renascer! Sendo assim, lembro que quando vi Diablo II: Resurrected, não demorou muito pra eu falar "Já pensou se a Blizzard finalmente expande esse jogo tão amado?". E bom, aconteceu!
Diablo II: Resurrected – Reign of the Warlock é uma expansão que marca um ponto importante na história da franquia. Desenvolvido pela Blizzard Entertainment, estúdio norte-americano que por décadas foi referência em RPGs de ação, o conteúdo adicionou em 2026 a primeira nova classe jogável desde a expansão Lord of Destruction, em 2001. Assumo que eu nem tinha visto que estava em produção, então foi um susto quando de repente vi "Diablo II: Resurrected – Infernal Edition" sendo lançado.
Diablo II: Resurrected – Reign of the Warlock é uma expansão que marca um ponto importante na história da franquia. Desenvolvido pela Blizzard Entertainment, estúdio norte-americano que por décadas foi referência em RPGs de ação, o conteúdo adicionou em 2026 a primeira nova classe jogável desde a expansão Lord of Destruction, em 2001. Assumo que eu nem tinha visto que estava em produção, então foi um susto quando de repente vi "Diablo II: Resurrected – Infernal Edition" sendo lançado.
A classe "Bruxo"! Essa figura sombria é construída em torno de pactos demoníacos e artes proibidas, trazendo uma jogabilidade que mistura invocação de criaturas, manipulação de feitiços e combate direto, algo que lembra a versatilidade de personagens como o Necromancer em Diablo II ou o Summoner em Path of Exile.
O Bruxo possui três árvores de habilidades distintas: Demonic Binding, voltada para controlar demônios; Eldritch Weapons, que permite conjurar armas e efeitos mágicos; e Chaos, que foca em feitiços devastadores e imprevisíveis. Essa variedade abre espaço para diferentes estilos de jogo, seja dominando o campo com uma invocação cabulosa ou mergulhando no combate com magias ofensivas.
O Bruxo possui três árvores de habilidades distintas: Demonic Binding, voltada para controlar demônios; Eldritch Weapons, que permite conjurar armas e efeitos mágicos; e Chaos, que foca em feitiços devastadores e imprevisíveis. Essa variedade abre espaço para diferentes estilos de jogo, seja dominando o campo com uma invocação cabulosa ou mergulhando no combate com magias ofensivas.
Apesar que, diferente do Necromante e Druida, você apenas invoca um demônio para te acompanhar, é muito notável o quão cabulosa é a criatura. Eu fiquei impressionado enquanto mesmo a versão mais básica consegue causar um caos enorme. Eu simplesmente não o vi morrer no meio das legiões de inimigos presentes. É uma criatura realmente muito forte!
Para os jogadores frustrados com a falta de tesouros novos ao redor do mundo, a Blizzard felizmente também acabou trabalhando em cima deles. E não apenas os itens específicos de Bruxo, como o punhal e o livro que ele usa como armas básicas. A expansão também introduz novos itens, conjuntos e palavras rúnicas, ampliando as possibilidades de builds e estratégias, algo que fãs de sistemas complexos como os de Grim Dawn vão reconhecer.
Além da nova classe, Reign of the Warlock expande o conteúdo de fim de jogo. As Áreas de Terror foram redesenhadas para oferecer desafios dinâmicos, e os Ancestrais Colossais surgem como inimigos de alto nível com mecânicas únicas, exigindo coordenação e builds bem planejadas para serem derrotados. Isso porque, diferente dos três "Ancestrais Clássicos", do Monte Arreat, com esses, ao cair um, surge outro!
Além da nova classe, Reign of the Warlock expande o conteúdo de fim de jogo. As Áreas de Terror foram redesenhadas para oferecer desafios dinâmicos, e os Ancestrais Colossais surgem como inimigos de alto nível com mecânicas únicas, exigindo coordenação e builds bem planejadas para serem derrotados. Isso porque, diferente dos três "Ancestrais Clássicos", do Monte Arreat, com esses, ao cair um, surge outro!
Esse tipo de desafio lembra os encontros de endgame em Diablo III com os Greater Rifts, que você tem que correr contra o tempo e tem aquela pressão enorme. No entanto, aqui com uma pegada mais sombria e próxima do estilo clássico da série. E que, para os fãs que jogaram pois mais de duas décadas e queriam algo diferente no fim, acaba sendo um ótimo agrado.
Outro ponto importante são as melhorias de qualidade geral, como filtros de loot, abas adicionais no baú e ajustes na interface. São mudanças que não alteram a essência do jogo, mas tornam a experiência mais fluida e menos repetitiva, atendendo a pedidos antigos da comunidade. No meu caso, a coisa que mais usufrui, foi poder excluir os itens normais que são mostrados no chão. A na medida em que você evolui, pode ir filtrando cada vez mais. Por exemplo, os jogadores que têm personagens monstruosos e só querem ver itens únicos.
Outro ponto importante são as melhorias de qualidade geral, como filtros de loot, abas adicionais no baú e ajustes na interface. São mudanças que não alteram a essência do jogo, mas tornam a experiência mais fluida e menos repetitiva, atendendo a pedidos antigos da comunidade. No meu caso, a coisa que mais usufrui, foi poder excluir os itens normais que são mostrados no chão. A na medida em que você evolui, pode ir filtrando cada vez mais. Por exemplo, os jogadores que têm personagens monstruosos e só querem ver itens únicos.
Esse cuidado com detalhes aproxima a expansão de outros remasters bem recebidos, como Dark Souls Remastered, que também buscou manter a identidade original enquanto suavizava frustrações técnicas. Ou aqueles jogos de luta antigaços que receberam interface nova e foram preparados para a era da internet. O Resurrected sem expansão já oferecia várias melhorias, mas aqui a coisa foi além.
A única coisa que eu realmente não gostei, foi a exigência de se ter comprado o personagem pra jogar com você. Eu achei meio triste isso. Tá certo que é preciso do Lord of Destruction pra jogar com a Assassina e com o Druida, no entanto vivemos em uma nova era. Não é como se vendessem um CD-Rom hoje. Seria legal apenas colocar uma trava para os jogadores não irem a certos lugares, mas ainda assim fosse possível vagar no Ato 1 a 4.
No entanto, acredito que isso está diretamente ligado ao fato de que a Blizzard não fez o modo com visual clássico para esse personagem. Isso foi uma tristeza também. Seria emocionante poder ver o visual antigo com um conteúdo novo. Mas se você cria um personagem com essa expansão, esa opção desaparece. Sendo assim, não espere ver como seria o Bruxo no estilo original do jogo.
Enfim, Reign of the Warlock é voltado para jogadores que já conhecem a intensidade dos ARPGs e querem explorar novas formas de enfrentar o Inferno. Seja pela curiosidade de experimentar uma classe inédita ou pelo desejo de encarar desafios de fim de jogo mais elaborados, a expansão oferece conteúdo sólido e variado. Está disponível para PC, PlayStation, Xbox Series X/S e Nintendo Switch.
Enfim, Reign of the Warlock é voltado para jogadores que já conhecem a intensidade dos ARPGs e querem explorar novas formas de enfrentar o Inferno. Seja pela curiosidade de experimentar uma classe inédita ou pelo desejo de encarar desafios de fim de jogo mais elaborados, a expansão oferece conteúdo sólido e variado. Está disponível para PC, PlayStation, Xbox Series X/S e Nintendo Switch.
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