Ofertas do dia no link de afiliado Amazon!

Mangá adulto estoura! "Paraíso: O Vampiro que Ri 2" vira um dos mais vendidos do Brasil!

Suehiro Maruo é um dos expoentes do ero-guro no mangá, e sua obra "O Vampiro que Ri" ganhou nova vida no Brasil com a iniciativa da Pipoca & Nanquim, após o retorno do autor ao país com “O Estranho Conto da Ilha Panorama”. A trajetória desse relançamento ajuda a entender o peso de “Paraíso: O Vampiro que Ri 2” dentro do catálogo do autor e do cenário de horror adulto, reforçando a presença de Maruo entre leitores que buscam mangás de estética extrema e temas incômodos.
 OBS: Atualmente ele tá no Top 5 dos mangás mais vendidos do Brasil! Mesmo estando em pré-venda!
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock. 


Paraíso: O Vampiro que Ri 2 | Mangá obscuro focado no público adulto do mestre Suehiro Maruo
 
O título original em japonês, “Warau Kyuuketsuki” (笑う吸血鬼), foi serializado na revista seinen Young Champion, da Akita Shoten, entre 1998 e 1999. Esse período dialoga com um contexto de delinquência juvenil no Japão, que permeia a atmosfera da obra e dá contorno social ao horror que Maruo constrói. A sequência direta do maravilhoso "O Vampiro que Ri", conhecida no por aqui como “Paraíso: O Vampiro que Ri 2”, mantém o olhar cruel e simbólico sobre juventude, violência e sedução do poder, ampliando o escopo do primeiro arco.

No Brasil, a história tem um passado importante: a Conrad publicou a obra em dois volumes entre 2004 e 2006, com títulos diferentes: “O Vampiro que Ri” e “Paraíso: O Sorriso do Vampiro” o que marcou a chegada do ero-guro de Maruo por aqui, mas se manteve bem tímido, com mutia gente deixando passar essa maravilha. Mais de duas décadas depois, a Pipoca & Nanquim retomou o material em nova edição, consolidando o acesso a esse clássico e preparando terreno para o segundo volume, que dá continuidade à narrativa e fecha o ciclo de publicação em dois tomos no país.

“Paraíso: O Vampiro que Ri 2” trabalha o vampiro como figura de decadência e contágio moral, mais próximo de um espelho social do que de um monstro de ação. O foco é o horror psicológico, com elementos de drama e surrealismo, e uma arte em preto e branco que aposta em contraste forte e composição elegante para provocar desconforto. Essa abordagem se distancia de mangás de vampiro centrados em combate ou romance e se aproxima de leituras adultas que usam o grotesco como linguagem crítica, um território que leitores de ero-guro reconhecem e valorizam.

Para quem acompanha editoras e publicações, vale notar que a Pipoca & Nanquim posicionou “O Vampiro que Ri” como um relançamento relevante dentro do seu catálogo de mangás adultos, com o segundo volume figurando entre os itens destacados. Esse movimento reforça a importância histórica da obra e sua continuidade editorial no Brasil, mantendo o acesso a um material que já tinha público desde a época da Conrad e que segue sendo referência quando se fala em vampiros no mangá fora do eixo ação-romance.

Enfim, “Paraíso: O Vampiro que Ri 2” é para leitores que curtem horror adulto, estética ero-guro e narrativas que encaram temas espinhosos sem aliviar o impacto. Se você gosta de mangás que tratam vampiros como metáforas sociais e prefere obras que incomodam mais do que confortam, este segundo volume fecha bem a experiência e sustenta o interesse de quem acompanha a fase mais sombria e autoral de Suehiro Maruo.

O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.