Uma coisa que muita gente acaba deixando passar semanalmente por vacilo, é o
fato de que no celular a Epic Games Store também dá jogos grátis! E o
melhor disso, é que na maioria das vezes não é o mesmo jogo que ela
oferece no PC. Isso garante uma experiência diferente pra você se
divertir na cama, na rua, ou onde quiser! E esse aqui é o jogo da
semana! Confira esse e mais na lista:
The Forest Quartet | Puzzle musical que transforma a tristeza do luto em arte
The Forest Quartet é um jogo independente desenvolvido pelo estúdio dinamarquês Mads & Friends, com publicação da Bedtime Digital Games, conhecida por títulos criativos como Figment e Back to Bed. Lançado em 2022, ele se apresenta como uma aventura narrativa em 3D com forte foco em quebra-cabeças e atmosfera musical. O enredo gira em torno do espírito de uma vocalista falecida que retorna para ajudar seus antigos companheiros de banda a superar a dor e se preparar para um último concerto de despedida. A proposta mistura elementos emocionais com mecânicas de exploração e resolução de puzzles, criando uma experiência que se destaca pela forma como conecta música e narrativa.
O jogo é dividido em três atos, cada um dedicado a um dos integrantes da banda. Cada cenário traz desafios únicos que refletem os sentimentos e bloqueios criativos dos personagens. Por exemplo, em um dos atos o jogador precisa lidar com uma floresta tomada por fungos, enquanto em outro o ambiente é marcado por erupções vulcânicas e incêndios. Essa abordagem lembra a forma como jogos como Journey e Gris utilizam metáforas visuais para representar estados emocionais, mas aqui o diferencial está no uso da música como ferramenta de interação. O jogador controla o espírito da vocalista e usa sua voz para restaurar a natureza e inspirar os colegas, o que dá ao jogo uma identidade própria dentro do gênero puzzle-aventura.
A direção artística aposta em um estilo minimalista e estilizado, com cores fortes e ambientes que transmitem tanto melancolia quanto esperança. A trilha sonora, composta por Kaspar Vadsholt, é parte essencial da experiência, funcionando não apenas como pano de fundo, mas como elemento ativo na jogabilidade. Esse aspecto aproxima The Forest Quartet de outros títulos musicais narrativos, como Sayonara Wild Hearts, embora aqui o ritmo seja mais contemplativo e voltado para a resolução de enigmas.
Em termos de recepção, o jogo conquistou uma boa reputação entre jogadores e críticos, com avaliações muito positivas no Steam, onde mais de 85% dos usuários destacaram sua atmosfera envolvente e a forma como integra música e narrativa. Não há críticas recorrentes de gente descendo o pau, o que reforça a ideia de que ele conseguiu entregar exatamente o que se propôs: uma experiência curta, mas significativa, dentro do universo indie.
Enfim, The Forest Quartet é um daqueles joguinhos para quem aprecia jogos independentes com forte carga artística, especialmente aqueles que unem narrativa emocional e puzzles criativos. É uma obra que conversa bem com jogadores que gostaram de títulos como Gris, Journey ou Sayonara Wild Hearts, mas que buscam algo mais intimista e centrado na música. O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Windows, garantindo acesso a diferentes públicos que valorizam experiências autorais e memoráveis.
O jogo é dividido em três atos, cada um dedicado a um dos integrantes da banda. Cada cenário traz desafios únicos que refletem os sentimentos e bloqueios criativos dos personagens. Por exemplo, em um dos atos o jogador precisa lidar com uma floresta tomada por fungos, enquanto em outro o ambiente é marcado por erupções vulcânicas e incêndios. Essa abordagem lembra a forma como jogos como Journey e Gris utilizam metáforas visuais para representar estados emocionais, mas aqui o diferencial está no uso da música como ferramenta de interação. O jogador controla o espírito da vocalista e usa sua voz para restaurar a natureza e inspirar os colegas, o que dá ao jogo uma identidade própria dentro do gênero puzzle-aventura.
A direção artística aposta em um estilo minimalista e estilizado, com cores fortes e ambientes que transmitem tanto melancolia quanto esperança. A trilha sonora, composta por Kaspar Vadsholt, é parte essencial da experiência, funcionando não apenas como pano de fundo, mas como elemento ativo na jogabilidade. Esse aspecto aproxima The Forest Quartet de outros títulos musicais narrativos, como Sayonara Wild Hearts, embora aqui o ritmo seja mais contemplativo e voltado para a resolução de enigmas.
Em termos de recepção, o jogo conquistou uma boa reputação entre jogadores e críticos, com avaliações muito positivas no Steam, onde mais de 85% dos usuários destacaram sua atmosfera envolvente e a forma como integra música e narrativa. Não há críticas recorrentes de gente descendo o pau, o que reforça a ideia de que ele conseguiu entregar exatamente o que se propôs: uma experiência curta, mas significativa, dentro do universo indie.
Enfim, The Forest Quartet é um daqueles joguinhos para quem aprecia jogos independentes com forte carga artística, especialmente aqueles que unem narrativa emocional e puzzles criativos. É uma obra que conversa bem com jogadores que gostaram de títulos como Gris, Journey ou Sayonara Wild Hearts, mas que buscam algo mais intimista e centrado na música. O jogo está disponível para PlayStation 4, PlayStation 5, Nintendo Switch e Windows, garantindo acesso a diferentes públicos que valorizam experiências autorais e memoráveis.
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