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sábado, 23 de agosto de 2014

Heavy Fire: Afghanistan - Um jogo com toque de fliperama

Eu sei, o nome desse jogo é um tanto estranho... Talvez até mesmo exagerado, lembro que uma vez abri o jogo, e a primeira coisa que aconteceu foi uma pessoa me mandando uma mensagem no steam dizendo algo do tipo "Mas que nome de jogo é esse?", o que não me surpreendeu nem um pouco, afinal de contas o Afeganistão é um daqueles países que você vê no topo da lista de inimigos dos Estados Unidos, e um jogo com esse país no título e ainda com o nome "Fogo pesado" já te faz pensar algo do tipo "É... A bala vai rolar solta...". E claro, eu tinha que postar uma matéria aqui para dizer se a bala rola solta mesmo.

A história vai bem direto ao ponto no que quer mostrar, e pode ser vista de certa forma como um simulador do "sonho" de se tornar um militar. Aqui é mostrado um jovem que sempre quis se alistar, e quando consegue, finalmente é enviado para missões de combate reais contra centenas de terroristas no Afeganistão, radical, não?

É engraçado, antigamente eu não suportava jogos do gênero FPS, isso porque grande parte dos jogos no início da década de 2000 se concentravam muito em andar e matar o que tinha pela frente, o que em si não era algo que me incomodava muito até então, só que o fato de não poder ver o personagem em desagradava muito, eu gostava de ver os movimentos do personagem e sentir que estava controlando ele, porém o gênero FPS me fazia sentir estar controlando algo vazio. Mas o tempo passou, e os jogos em primeira pessoa começaram a apresentar tanta coisa incrível em sua jogabilidade, que eu comecei a não me importar mais com isso, e hoje em dia eu vejo que o meu gosto ficou um tanto mais suave. E com Heavy Fire: Afghanistan eu vi o jogo e já pensei em jogar algo a moda antiga, ao menos foi o que pensei, não esperava uma experiência muito intensa com o jogo, mas ao mesmo tempo imaginava que iria me divertir bastante.

Mas bom, realmente o jogo é em primeira pessoa e de tiroteio sem fim, porém eu acabei me enganando quanto ao seu gênero, ele não é um jogo onde você controla um personagem, e sim algo mais no estilo The Typing of the Dead: Overkill, só que ao invés de você matar zumbis, você mata afegãos. Então a jogabilidade basicamente coloca uma câmera que vai indo pra lá e pra cá e vai dando pausas para os inimigos aparecerem na tela e você atacar, podendo também atirar em itens para coletá-los, jogar granadas, e se esconder nos lugares.

Graficamente o jogo é muito bonito, a nível de um indie é claro, ele não é um jogo que eu diria que se destaca se for comparado a grandes empresas como a Crytek, mas vendo como uma obra de uma empresa pequena, existe uma quantidade enorme de detalhes, e também se esforçaram em fazer muitos efeitos e coisas acontecendo o tempo todo, portanto enquanto a tela vai se movendo, você vê uma variação bem alta, e isso é muito legal, pois apesar da limitação na jogabilidade, ao menos é notável o trabalho que os criadores tiveram em por uma grande quantidade de eventos, o barraco rola solto.

Enfim, esse não é um jogo que posso dizer que me apaixonei, pois não sou tão fã do gênero, no entanto para quem apenas quer meter uns tiros em uns terrorista se não tiver afim de apertar botões para andar, essa pode ser uma ótima opção. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

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