Briefcase é um jogo independente desenvolvido e publicado pelo desenvolvedor brasileiro Yuri Antunes que pega uma das mecânicas mais lembradas de Resident Evil 4 e faz dela o centro da experiência. Em vez de enfrentar monstros ou trocar tiros, o desafio é organizar armas, munição e equipamentos dentro de uma maleta, aproveitando cada espaço disponível. A ideia parece simples, mas logo vira um quebra-cabeça que exige atenção aos detalhes e planejamento.
O projeto foi criado por Yuri Antunes de forma independente, sem um grande estúdio por trás. A proposta é focada em um único conceito de gameplay, mas enriquecida por uma ambientação inspirada em filmes de espionagem e assassinos profissionais. O resultado é um jogo que aposta mais na criatividade da ideia do que na quantidade de sistemas ou modos diferentes.
A principal inspiração é o famoso inventário em formato de maleta de Resident Evil 4. Quem passou horas girando espingardas, ervas e munições para encaixar tudo vai reconhecer imediatamente a sensação. A diferença é que, aqui, essa organização deixa de ser uma pausa entre combates e passa a ser o próprio desafio, com cada fase apresentando uma nova combinação de objetos para encaixar.
Outro detalhe divertido é a quantidade de referências espalhadas pelo jogo. Em vez de usar personagens completamente genéricos, Briefcase brinca com figuras inspiradas na cultura pop. Um dos exemplos mais claros que aparece já no começo é o "Agente 48", um homem careca de terno e gravata que faz uma referência bastante óbvia ao Agente 47 da série Hitman. Essas pequenas homenagens aparecem de forma descontraída e ajudam a dar personalidade ao jogo sem depender de diálogos longos.
As cinquenta fases foram feitas manualmente, sem geração aleatória. Conforme o jogador avança, novos formatos de armas e equipamentos tornam a organização mais complicada, exigindo pensar alguns passos à frente antes de colocar cada item na maleta. No começo achei que ia ser só moleza, mas logo me vi comendo o pão que o Diabo amassou e quase botei um ovo em live. É um estilo de quebra-cabeça que também pode agradar quem gosta da organização relaxante de A Little to the Left ou da administração de espaço vista em Wilmot's Warehouse, embora Briefcase mantenha uma identidade própria graças ao tema de espionagem.
Visualmente, o jogo aposta em algo bem simples. Um pixel art com câmera isométrica e uma atmosfera inspirada em filmes noir com aquele jazz gostosinho tocando. A trilha sonora acompanha esse clima mais calmo, criando uma experiência em que o foco fica totalmente na resolução dos desafios. Como é um jogo nacional, naturalmente também há suporte ao português do Brasil e conquistas na Steam para quem gosta de completar todos os objetivos.
Mesmo sendo um projeto pequeno, Briefcase recebeu avaliações positivas dos jogadores na Steam, alcançando mais de 80% de aprovação entre as análises registradas na plataforma. O reconhecimento veio justamente pela proposta diferente de transformar uma mecânica normalmente secundária em um jogo completo, sem deixar de lado o humor e as referências para quem gosta de videogames.
Enfim, esse é um jogo que pode ser muito relaxante com seu estilo direto ao ponto e musiquinha tranquila, mas pode ser um verdadeiro inferno estressante pra alguns. Isso porque quando você trava, pode ser uma travada MONSTRA. Mas Briefcase é uma boa escolha para quem sente falta do sistema de inventário de Resident Evil 4, gosta de quebra-cabeças de lógica ou se diverte encontrando referências discretas a outras obras da cultura pop. O jogo foi lançado para PC, via Steam.
O projeto foi criado por Yuri Antunes de forma independente, sem um grande estúdio por trás. A proposta é focada em um único conceito de gameplay, mas enriquecida por uma ambientação inspirada em filmes de espionagem e assassinos profissionais. O resultado é um jogo que aposta mais na criatividade da ideia do que na quantidade de sistemas ou modos diferentes.
A principal inspiração é o famoso inventário em formato de maleta de Resident Evil 4. Quem passou horas girando espingardas, ervas e munições para encaixar tudo vai reconhecer imediatamente a sensação. A diferença é que, aqui, essa organização deixa de ser uma pausa entre combates e passa a ser o próprio desafio, com cada fase apresentando uma nova combinação de objetos para encaixar.
Outro detalhe divertido é a quantidade de referências espalhadas pelo jogo. Em vez de usar personagens completamente genéricos, Briefcase brinca com figuras inspiradas na cultura pop. Um dos exemplos mais claros que aparece já no começo é o "Agente 48", um homem careca de terno e gravata que faz uma referência bastante óbvia ao Agente 47 da série Hitman. Essas pequenas homenagens aparecem de forma descontraída e ajudam a dar personalidade ao jogo sem depender de diálogos longos.
As cinquenta fases foram feitas manualmente, sem geração aleatória. Conforme o jogador avança, novos formatos de armas e equipamentos tornam a organização mais complicada, exigindo pensar alguns passos à frente antes de colocar cada item na maleta. No começo achei que ia ser só moleza, mas logo me vi comendo o pão que o Diabo amassou e quase botei um ovo em live. É um estilo de quebra-cabeça que também pode agradar quem gosta da organização relaxante de A Little to the Left ou da administração de espaço vista em Wilmot's Warehouse, embora Briefcase mantenha uma identidade própria graças ao tema de espionagem.
Visualmente, o jogo aposta em algo bem simples. Um pixel art com câmera isométrica e uma atmosfera inspirada em filmes noir com aquele jazz gostosinho tocando. A trilha sonora acompanha esse clima mais calmo, criando uma experiência em que o foco fica totalmente na resolução dos desafios. Como é um jogo nacional, naturalmente também há suporte ao português do Brasil e conquistas na Steam para quem gosta de completar todos os objetivos.
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