A Deep Silver lançou uma promoção especial para celebrar o aguardado lançamento de Metro 2039. Dez participantes terão a chance de ganhar uma cópia digital do jogo para a plataforma e região de sua escolha.
A participação é gratuita e aberta a maiores de 18 anos em diversos países, com exceção de Itália, Rússia e Belarus. Para concorrer, basta estar inscrito na newsletter oficial de Metro no site da Deep Silver até o dia do lançamento. Cada pessoa tem direito a apenas uma entrada, e os vencedores serão escolhidos aleatoriamente por uma equipe da PLAION no dia em que o jogo chegar ao mercado (até março de 2027).
Os ganhadores serão notificados por e-mail e terão uma semana para confirmar seus dados. O prêmio é pessoal, intransferível e não pode ser trocado por dinheiro ou outros produtos. A entrega será feita em até 30 dias após o anúncio oficial. Participe:
A participação é gratuita e aberta a maiores de 18 anos em diversos países, com exceção de Itália, Rússia e Belarus. Para concorrer, basta estar inscrito na newsletter oficial de Metro no site da Deep Silver até o dia do lançamento. Cada pessoa tem direito a apenas uma entrada, e os vencedores serão escolhidos aleatoriamente por uma equipe da PLAION no dia em que o jogo chegar ao mercado (até março de 2027).
Os ganhadores serão notificados por e-mail e terão uma semana para confirmar seus dados. O prêmio é pessoal, intransferível e não pode ser trocado por dinheiro ou outros produtos. A entrega será feita em até 30 dias após o anúncio oficial. Participe:
METRO 2039 | Jogo pós-apocalíptico expande universo de Dmitry Glukhovsky
A espera por Metro 2039 deixou de ser só especulação e agora é algo concreto. A 4A Games confirmou oficialmente o novo capítulo da franquia, marcando o retorno da série após Metro Exodus. O anúncio aconteceu em abril de 2026, com uma apresentação especial ligada ao ecossistema Xbox, o que já movimentou bastante a comunidade.
O jogo foi revelado como o quarto título principal da franquia e já tem janela de lançamento prevista para o fim de 2026, mais especificamente no período entre dezembro e o começo de 2027, seguindo o calendário internacional usado pela indústria. Isso coloca Metro novamente no radar como uma das experiências mais pesadas e imersivas dentro do gênero FPS com foco em narrativa.
Uma das maiores mudanças confirmadas está no protagonista. Diferente de Artyom, que era mais silencioso durante a gameplay, o novo personagem, chamado de “Stranger”, será mais ativo na narrativa, com voz e participação mais direta nos acontecimentos. Essa decisão indica um foco ainda maior em história e desenvolvimento de personagem.
A trama continua explorando o metrô de Moscou após o apocalipse nuclear, mas com novos conflitos e ameaças. Informações iniciais apontam para uma sociedade ainda mais instável, com facções em guerra e uma liderança forte tentando unificar os sobreviventes, o que nem sempre significa algo positivo.
O jogo foi revelado como o quarto título principal da franquia e já tem janela de lançamento prevista para o fim de 2026, mais especificamente no período entre dezembro e o começo de 2027, seguindo o calendário internacional usado pela indústria. Isso coloca Metro novamente no radar como uma das experiências mais pesadas e imersivas dentro do gênero FPS com foco em narrativa.
Uma das maiores mudanças confirmadas está no protagonista. Diferente de Artyom, que era mais silencioso durante a gameplay, o novo personagem, chamado de “Stranger”, será mais ativo na narrativa, com voz e participação mais direta nos acontecimentos. Essa decisão indica um foco ainda maior em história e desenvolvimento de personagem.
A trama continua explorando o metrô de Moscou após o apocalipse nuclear, mas com novos conflitos e ameaças. Informações iniciais apontam para uma sociedade ainda mais instável, com facções em guerra e uma liderança forte tentando unificar os sobreviventes, o que nem sempre significa algo positivo.
Outro detalhe importante é o tom da história. Segundo o próprio Dmitry Glukhovsky, esse novo capítulo deve ser ainda mais sombrio do que os anteriores. Isso reforça algo que já é marca registrada da franquia: um clima pesado, quase sufocante, onde cada decisão parece ter consequência.
O desenvolvimento do jogo também passou por mudanças ao longo dos anos. A própria equipe comentou que eventos do mundo real influenciaram diretamente a forma como a história foi reescrita, deixando o tom ainda mais sério e impactante. Esse tipo de influência acaba refletindo no clima do jogo, que promete ser mais denso do que nunca.
Mesmo com poucas informações completas sobre gameplay, já foi mostrado que Metro 2039 deve misturar novamente exploração em ambientes fechados com momentos mais abertos, mantendo o equilíbrio entre sobrevivência, stealth e combate. A ideia parece seguir a base de Exodus, mas com um retorno mais forte para os túneis claustrofóbicos.
No meio de tudo isso, a expectativa só cresce. Metro nunca foi uma franquia de lançamentos frequentes, então cada novo jogo acaba sendo tratado como um evento. Agora que Metro 2039 foi oficialmente revelado, a ansiedade dos fãs saiu do campo dos rumores e entrou de vez na realidade, com muita gente de olho nos próximos trailers e novidades que devem surgir ao longo do tempo.
O desenvolvimento do jogo também passou por mudanças ao longo dos anos. A própria equipe comentou que eventos do mundo real influenciaram diretamente a forma como a história foi reescrita, deixando o tom ainda mais sério e impactante. Esse tipo de influência acaba refletindo no clima do jogo, que promete ser mais denso do que nunca.
Mesmo com poucas informações completas sobre gameplay, já foi mostrado que Metro 2039 deve misturar novamente exploração em ambientes fechados com momentos mais abertos, mantendo o equilíbrio entre sobrevivência, stealth e combate. A ideia parece seguir a base de Exodus, mas com um retorno mais forte para os túneis claustrofóbicos.
No meio de tudo isso, a expectativa só cresce. Metro nunca foi uma franquia de lançamentos frequentes, então cada novo jogo acaba sendo tratado como um evento. Agora que Metro 2039 foi oficialmente revelado, a ansiedade dos fãs saiu do campo dos rumores e entrou de vez na realidade, com muita gente de olho nos próximos trailers e novidades que devem surgir ao longo do tempo.
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Sobre Metro
A palavra Metro pode até lembrar transporte urbano, mas dentro da cultura pop ela ganhou um significado bem mais sombrio. Tudo começa com Metro 2033, obra escrita por Dmitry Glukhovsky, que apresentou um mundo devastado por guerra nuclear onde os sobreviventes vivem escondidos nos túneis do metrô de Moscou. Esse cenário virou base para uma franquia que mistura sobrevivência, horror, ficção científica e um clima pesado que poucos universos conseguem reproduzir.
O livro nasceu de forma curiosa, sendo publicado inicialmente na internet por volta de 2002, antes de ganhar versões físicas em 2005. A ideia de usar o metrô como abrigo não veio do nada, já que durante a Guerra Fria havia planos reais de usar esse tipo de estrutura como refúgio nuclear. Esse detalhe ajuda a dar um tom mais realista para a história, com estações virando pequenas comunidades, cheias de regras próprias, conflitos políticos e até crenças estranhas.
O sucesso do livro abriu caminho para adaptações, e foi aí que surgiu Metro 2033, lançado em 2010 pela 4A Games e publicado pela THQ. O jogo trouxe uma visão mais imersiva daquele universo, colocando o jogador na pele de Artyom, explorando túneis escuros, enfrentando criaturas mutantes e lidando com a escassez de recursos. Elementos como munição limitada, máscaras de gás e exploração cuidadosa ajudaram a definir o estilo da franquia.
Com o tempo, a série cresceu e ganhou continuações como Metro: Last Light em 2013, que expandiu a narrativa e aprofundou personagens e facções, e depois Metro Exodus em 2019, que levou a experiência para áreas mais abertas, saindo um pouco dos túneis e explorando regiões devastadas da Rússia. Essa mudança trouxe novos elementos, como ciclo de dia e noite, clima dinâmico e exploração mais livre, sem abandonar o clima tenso que marcou o começo.
Uma coisa que sempre se destacou na franquia Metro é o foco na atmosfera. Não é um jogo de ação frenética o tempo todo. Muitas vezes o silêncio pesa mais do que qualquer confronto. Sons distantes, iluminação fraca e a sensação de estar sempre em perigo criam uma experiência que lembra outros títulos como S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of Chernobyl, Escape from Tarkov e até The Last of Us, cada um com seu estilo, mas todos compartilhando essa ideia de sobrevivência tensa e mundo hostil.
O universo Metro também se expandiu além dos jogos principais. Existem livros derivados escritos por outros autores dentro do mesmo mundo, formando uma espécie de universo compartilhado. Esse tipo de expansão ajuda a manter o cenário vivo, mostrando diferentes perspectivas daquele mesmo apocalipse, com novas histórias acontecendo em outros lugares, sempre mantendo o foco na sobrevivência humana em condições extremas.
Outro ponto interessante é como a franquia lida com temas mais pesados sem parecer exagerada. Questões como isolamento, medo do desconhecido, conflitos ideológicos e até espiritualidade aparecem ao longo da jornada. Facções dentro do metrô podem lembrar sistemas políticos reais, enquanto criaturas mutantes reforçam o impacto da radiação e das escolhas humanas que levaram ao desastre.
Mesmo com tantas influências e mudanças ao longo do tempo, Metro conseguiu manter uma identidade própria. A mistura de narrativa forte, ambientação densa e mecânicas de sobrevivência cria algo que vai além de um simples jogo de tiro em primeira pessoa. É uma experiência que puxa mais para o lado do imersivo, onde cada bala conta e cada decisão pode pesar.
Metro se consolidou como uma das franquias mais marcantes quando o assunto é pós-apocalipse. Começando de forma simples, com um livro publicado online, e chegando a jogos reconhecidos mundialmente, ela mostra como uma boa ideia pode crescer e se transformar em algo muito maior. Entre túneis escuros, estações abandonadas e paisagens destruídas, Metro continua sendo um retrato forte de um mundo que deu errado, mas que ainda tenta sobreviver.
O livro nasceu de forma curiosa, sendo publicado inicialmente na internet por volta de 2002, antes de ganhar versões físicas em 2005. A ideia de usar o metrô como abrigo não veio do nada, já que durante a Guerra Fria havia planos reais de usar esse tipo de estrutura como refúgio nuclear. Esse detalhe ajuda a dar um tom mais realista para a história, com estações virando pequenas comunidades, cheias de regras próprias, conflitos políticos e até crenças estranhas.
O sucesso do livro abriu caminho para adaptações, e foi aí que surgiu Metro 2033, lançado em 2010 pela 4A Games e publicado pela THQ. O jogo trouxe uma visão mais imersiva daquele universo, colocando o jogador na pele de Artyom, explorando túneis escuros, enfrentando criaturas mutantes e lidando com a escassez de recursos. Elementos como munição limitada, máscaras de gás e exploração cuidadosa ajudaram a definir o estilo da franquia.
Com o tempo, a série cresceu e ganhou continuações como Metro: Last Light em 2013, que expandiu a narrativa e aprofundou personagens e facções, e depois Metro Exodus em 2019, que levou a experiência para áreas mais abertas, saindo um pouco dos túneis e explorando regiões devastadas da Rússia. Essa mudança trouxe novos elementos, como ciclo de dia e noite, clima dinâmico e exploração mais livre, sem abandonar o clima tenso que marcou o começo.
Uma coisa que sempre se destacou na franquia Metro é o foco na atmosfera. Não é um jogo de ação frenética o tempo todo. Muitas vezes o silêncio pesa mais do que qualquer confronto. Sons distantes, iluminação fraca e a sensação de estar sempre em perigo criam uma experiência que lembra outros títulos como S.T.A.L.K.E.R.: Shadow of Chernobyl, Escape from Tarkov e até The Last of Us, cada um com seu estilo, mas todos compartilhando essa ideia de sobrevivência tensa e mundo hostil.
O universo Metro também se expandiu além dos jogos principais. Existem livros derivados escritos por outros autores dentro do mesmo mundo, formando uma espécie de universo compartilhado. Esse tipo de expansão ajuda a manter o cenário vivo, mostrando diferentes perspectivas daquele mesmo apocalipse, com novas histórias acontecendo em outros lugares, sempre mantendo o foco na sobrevivência humana em condições extremas.
Outro ponto interessante é como a franquia lida com temas mais pesados sem parecer exagerada. Questões como isolamento, medo do desconhecido, conflitos ideológicos e até espiritualidade aparecem ao longo da jornada. Facções dentro do metrô podem lembrar sistemas políticos reais, enquanto criaturas mutantes reforçam o impacto da radiação e das escolhas humanas que levaram ao desastre.
Mesmo com tantas influências e mudanças ao longo do tempo, Metro conseguiu manter uma identidade própria. A mistura de narrativa forte, ambientação densa e mecânicas de sobrevivência cria algo que vai além de um simples jogo de tiro em primeira pessoa. É uma experiência que puxa mais para o lado do imersivo, onde cada bala conta e cada decisão pode pesar.
Metro se consolidou como uma das franquias mais marcantes quando o assunto é pós-apocalipse. Começando de forma simples, com um livro publicado online, e chegando a jogos reconhecidos mundialmente, ela mostra como uma boa ideia pode crescer e se transformar em algo muito maior. Entre túneis escuros, estações abandonadas e paisagens destruídas, Metro continua sendo um retrato forte de um mundo que deu errado, mas que ainda tenta sobreviver.





