Dentro do universo de Resident Evil, vários projetos fora dos jogos exploram surtos biológicos e conspirações envolvendo armas virais. Um desses casos é o mangá Resident Evil: Ilha da Morte, adaptação da versão lançada no Japão como Biohazard: Death Island (バイオハザード:デスアイランド). A obra tem arte de Zino Kodakujii, também creditado como Zi Nuo Ye, artista que fez sua estreia no mercado japonês com esse projeto. A história é baseada no universo criado pela Capcom e foi publicada pela editora Kadokawa na plataforma digital Comic Hu.
A serialização começou em maio de 2023 e seguiu com capítulos lançados online até março de 2024. Depois disso, a história foi reunida em um volume único lançado no Japão em abril de 2024. Apesar da Panini só trazer para o Brasil dois anos depois, a vantagem da versão nacional, foi o fato de que ela investiu tudo em um volume único. Até porque não tinha muita opção, já que não é um mangá gigante, ainda assim é bom né? kkkk.
A trama acompanha vários protagonistas conhecidos da série. Leon S. Kennedy aparece em uma missão para resgatar o cientista Antonio Taylor, mas a operação acaba interferida por uma mulher misteriosa. Ao mesmo tempo, Chris Redfield investiga um surto de zumbis em San Francisco cuja origem não é clara. O único detalhe em comum entre as vítimas é que todas visitaram recentemente a ilha de Alcatraz. Essa pista leva Chris e sua equipe até o local, onde diferentes personagens da franquia acabam envolvidos no mesmo episódio de bioterrorismo.
A história reúne alguns dos nomes mais conhecidos da saga, incluindo Leon, Chris, Jill Valentine, Claire Redfield e Rebecca Chambers. Esse tipo de encontro entre protagonistas não é tão comum nas narrativas da série, já que muitos jogos focam em personagens separados. No mangá, a presença de vários agentes e sobreviventes cria uma estrutura parecida com as histórias mais amplas da franquia, nas quais diferentes investigações acabam convergindo para o mesmo desastre biológico.
Como acontece em outras obras ligadas à série, o foco mistura ação armada com terror biológico. Experimentos envolvendo vírus e mutações continuam sendo o centro do conflito, mantendo a tradição da franquia desde os primeiros jogos da década de 1990. Quem já leu mangás como Resident Evil: Marhawa Desire ou Resident Evil: Heavenly Island vai reconhecer esse mesmo tipo de narrativa: surtos isolados, criaturas alteradas por vírus e personagens tentando impedir que a infecção se espalhe.
Mesmo adaptando a mesma base da animação, o mangá utiliza o ritmo típico dos quadrinhos japoneses, com páginas que destacam confrontos diretos com criaturas infectadas e momentos de tensão em corredores e áreas fechadas. Esse estilo aproxima a leitura da sensação de explorar locais perigosos nos próprios jogos da série.
Enfim, Resident Evil: Ilha da Morte funciona melhor para quem já acompanha a franquia e gosta de ver personagens clássicos dividindo a mesma história. Também é uma leitura interessante para fãs de mangás de ação com horror biológico e conspirações envolvendo vírus, especialmente para quem já conhece outras histórias paralelas de Resident Evil fora dos jogos. Aquele tipo de coisa que atrai especialmente os fãs, podendo ser um presente de impacto, mas pode ser uma verdadeira delicinha ter ali no cantinho da cama pra ler um pouco antes de dormir.
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A trama acompanha vários protagonistas conhecidos da série. Leon S. Kennedy aparece em uma missão para resgatar o cientista Antonio Taylor, mas a operação acaba interferida por uma mulher misteriosa. Ao mesmo tempo, Chris Redfield investiga um surto de zumbis em San Francisco cuja origem não é clara. O único detalhe em comum entre as vítimas é que todas visitaram recentemente a ilha de Alcatraz. Essa pista leva Chris e sua equipe até o local, onde diferentes personagens da franquia acabam envolvidos no mesmo episódio de bioterrorismo.
A história reúne alguns dos nomes mais conhecidos da saga, incluindo Leon, Chris, Jill Valentine, Claire Redfield e Rebecca Chambers. Esse tipo de encontro entre protagonistas não é tão comum nas narrativas da série, já que muitos jogos focam em personagens separados. No mangá, a presença de vários agentes e sobreviventes cria uma estrutura parecida com as histórias mais amplas da franquia, nas quais diferentes investigações acabam convergindo para o mesmo desastre biológico.
Como acontece em outras obras ligadas à série, o foco mistura ação armada com terror biológico. Experimentos envolvendo vírus e mutações continuam sendo o centro do conflito, mantendo a tradição da franquia desde os primeiros jogos da década de 1990. Quem já leu mangás como Resident Evil: Marhawa Desire ou Resident Evil: Heavenly Island vai reconhecer esse mesmo tipo de narrativa: surtos isolados, criaturas alteradas por vírus e personagens tentando impedir que a infecção se espalhe.
Mesmo adaptando a mesma base da animação, o mangá utiliza o ritmo típico dos quadrinhos japoneses, com páginas que destacam confrontos diretos com criaturas infectadas e momentos de tensão em corredores e áreas fechadas. Esse estilo aproxima a leitura da sensação de explorar locais perigosos nos próprios jogos da série.
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