Resident Evil: Requiem se apresenta como uma continuação dos eventos que marcaram a franquia, especialmente os desdobramentos do desastre em Raccoon City. O jogo constrói sua narrativa sobre os escombros deixados pelo surto inicial, quando o vírus T transformou a cidade em um pesadelo de proporções globais. Esse incidente, que já havia sido explorado em Resident Evil 2 e Resident Evil 3, além de expandido em Resident Evil Outbreak, serve como pano de fundo para a atmosfera de Requiem. A lembrança do colapso da cidade e da falha das autoridades em conter a epidemia é constantemente evocada, reforçando a ideia de que o mundo nunca se recuperou totalmente daquele trauma.
A ligação com Outbreak é particularmente importante. Grace Ashcroft, uma das protagonistas de Requiem, é filha de Alyssa Ashcroft, a repórter que esteve entre os sobreviventes do surto em Raccoon City. Essa conexão familiar não é apenas um detalhe, mas um elo narrativo que mostra como os horrores da cidade continuam a ecoar através das gerações. Enquanto Alyssa representava a luta pela sobrevivência em meio ao caos, Grace traz uma perspectiva diferente, atuando como agente do FBI e enfrentando as consequências de décadas de manipulação genética e conspirações corporativas. Essa herança narrativa reforça a continuidade do universo e dá profundidade à trama.
Leon S. Kennedy também retorna em Requiem, consolidando sua posição como um dos pilares da franquia. Sua trajetória, iniciada em Raccoon City, o transformou em um personagem marcado pela experiência e pela constante luta contra ameaças biológicas. Em Requiem, sua presença funciona como um fio condutor que conecta os jogadores ao passado, enquanto abre espaço para novas histórias e personagens. A interação entre Leon e Grace cria uma dinâmica que mistura familiaridade e novidade, permitindo que o jogo explore diferentes estilos de narrativa e jogabilidade.
O enredo não se limita a revisitar os mesmos elementos. Ele amplia o escopo ao mostrar como os incidentes anteriores desencadearam uma cadeia de eventos que continuam a moldar o presente. A Umbrella, embora já desmantelada em capítulos anteriores, permanece como uma sombra, e outras corporações assumem o papel de vilãs, explorando os limites da ciência sem considerar as consequências. Essa expansão do universo reforça a ideia de que o perigo não está apenas nos monstros criados, mas também nas mãos humanas que insistem em manipular forças além do controle.
A ambientação de Requiem é construída para transmitir a sensação de que o passado nunca foi realmente superado. Os cenários, que variam entre áreas urbanas destruídas e locais isolados, carregam referências visuais e narrativas aos desastres anteriores. Essa escolha estética mantém viva a memória de Raccoon City e dos horrores que ali aconteceram, ao mesmo tempo em que cria novas ameaças e mistérios. O jogo se posiciona como uma ponte entre gerações, unindo personagens clássicos e novos protagonistas em uma trama que honra o legado da franquia enquanto abre espaço para novas histórias dentro desse universo sombrio.
A ligação com Outbreak é particularmente importante. Grace Ashcroft, uma das protagonistas de Requiem, é filha de Alyssa Ashcroft, a repórter que esteve entre os sobreviventes do surto em Raccoon City. Essa conexão familiar não é apenas um detalhe, mas um elo narrativo que mostra como os horrores da cidade continuam a ecoar através das gerações. Enquanto Alyssa representava a luta pela sobrevivência em meio ao caos, Grace traz uma perspectiva diferente, atuando como agente do FBI e enfrentando as consequências de décadas de manipulação genética e conspirações corporativas. Essa herança narrativa reforça a continuidade do universo e dá profundidade à trama.
Leon S. Kennedy também retorna em Requiem, consolidando sua posição como um dos pilares da franquia. Sua trajetória, iniciada em Raccoon City, o transformou em um personagem marcado pela experiência e pela constante luta contra ameaças biológicas. Em Requiem, sua presença funciona como um fio condutor que conecta os jogadores ao passado, enquanto abre espaço para novas histórias e personagens. A interação entre Leon e Grace cria uma dinâmica que mistura familiaridade e novidade, permitindo que o jogo explore diferentes estilos de narrativa e jogabilidade.
O enredo não se limita a revisitar os mesmos elementos. Ele amplia o escopo ao mostrar como os incidentes anteriores desencadearam uma cadeia de eventos que continuam a moldar o presente. A Umbrella, embora já desmantelada em capítulos anteriores, permanece como uma sombra, e outras corporações assumem o papel de vilãs, explorando os limites da ciência sem considerar as consequências. Essa expansão do universo reforça a ideia de que o perigo não está apenas nos monstros criados, mas também nas mãos humanas que insistem em manipular forças além do controle.
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