Quando Demon's Souls Remake chegou em 2020, muita gente já esperava algo tecnicamente forte, mas o que apareceu na tela foi além do que se imaginava. Mas, mesmo sendo um dos jogos de lançamento do console, até hoje, ele é citado por muitos jogadores como o melhor gráfico já visto na geração do PS5. Não é só sobre resolução alta ou texturas em 4K, mas sobre atmosfera, iluminação, densidade de detalhes e aquele cuidado quase obsessivo em cada cenário.
O trabalho da Bluepoint Games impressiona justamente porque não se limitou a atualizar um clássico. O estúdio refez modelos, recriou efeitos de luz e sombra, melhorou partículas, trabalhou materiais com um nível de realismo que faz armaduras brilharem de forma convincente e paredes úmidas parecerem frias de verdade. Há uma sensação constante de peso e presença em cada ambiente.
O trabalho da Bluepoint Games impressiona justamente porque não se limitou a atualizar um clássico. O estúdio refez modelos, recriou efeitos de luz e sombra, melhorou partículas, trabalhou materiais com um nível de realismo que faz armaduras brilharem de forma convincente e paredes úmidas parecerem frias de verdade. Há uma sensação constante de peso e presença em cada ambiente.
O reino de Boletaria, por exemplo, exibe uma arquitetura decadente cheia de rachaduras, poeira suspensa no ar e reflexos sutis que mudam conforme o ângulo da câmera. O uso de iluminação dinâmica ajuda a criar cenas quase fotográficas, principalmente em corredores escuros iluminados por tochas. A combinação de sombras profundas com neblina e efeitos volumétricos reforça a identidade sombria que sempre marcou a franquia souls.
O áudio 3D e o tempo de carregamento quase instantâneo também ajudam a reforçar a imersão, mas é o impacto visual que costuma dominar as conversas. Cada chefe parece esculpido com extremo cuidado, com animações fluidas e texturas detalhadas que valorizam o design original. A sensação é de estar diante de uma obra pensada para mostrar até onde o hardware pode ir.
O áudio 3D e o tempo de carregamento quase instantâneo também ajudam a reforçar a imersão, mas é o impacto visual que costuma dominar as conversas. Cada chefe parece esculpido com extremo cuidado, com animações fluidas e texturas detalhadas que valorizam o design original. A sensação é de estar diante de uma obra pensada para mostrar até onde o hardware pode ir.
Comparações inevitavelmente surgem com jogos como Horizon Forbidden West, Final Fantasy XVI, Elden Ring e The Last of Us Part I. Todos têm qualidades visuais fortes, direção de arte marcante e mundos detalhados. Ainda assim, parte da comunidade continua apontando Demon's Souls Remake como o projeto que melhor representa o salto técnico prometido pelo PS5.
Muito disso vem do fato de que ele foi desenvolvido com foco total no console da Sony Interactive Entertainment, sem precisar considerar hardware antigo ou outra plataforma. Isso permitiu explorar ray tracing, alta taxa de quadros, texturas extremamente definidas e uma distância de visão limpa, sem aquele aspecto borrado que às vezes aparece em títulos multiplataforma.
Muito disso vem do fato de que ele foi desenvolvido com foco total no console da Sony Interactive Entertainment, sem precisar considerar hardware antigo ou outra plataforma. Isso permitiu explorar ray tracing, alta taxa de quadros, texturas extremamente definidas e uma distância de visão limpa, sem aquele aspecto borrado que às vezes aparece em títulos multiplataforma.
Com o passar dos lançamentos, uma crítica frequente aparece nas redes e fóruns: a ideia de que poucos estúdios realmente usam todo o potencial do PS5 como a Bluepoint fez. Alguns jogadores sentem que muitos projetos priorizam escala de mercado e acabam não levando o hardware ao limite. Assim, Demon's Souls Remake vira uma espécie de referência técnica que sempre volta à discussão quando se fala em gráficos de nova geração.
Também existe o fator direção de arte. Não adianta só ter poder bruto se o mundo não tiver identidade, e isso a FromSoftware soube fazer muito bem no original, e foi replicado pela Bluepoint. O remake equilibra realismo com fantasia sombria, mantendo o clima opressor do game de PS3 enquanto eleva o nível de detalhes. Isso cria cenas que são bonitas e desconfortáveis ao mesmo tempo, algo que combina muito com o estilo Soulslike.
Também existe o fator direção de arte. Não adianta só ter poder bruto se o mundo não tiver identidade, e isso a FromSoftware soube fazer muito bem no original, e foi replicado pela Bluepoint. O remake equilibra realismo com fantasia sombria, mantendo o clima opressor do game de PS3 enquanto eleva o nível de detalhes. Isso cria cenas que são bonitas e desconfortáveis ao mesmo tempo, algo que combina muito com o estilo Soulslike.

Inclusive uma coisa extremamente curiosa, é que a FromSoftware ficou gelada com Demon's Souls Remake e se dedicou mais ao gráfico de Elden Ring. A própria criadora do universo viu que o trabalho feito foi maravilhoso. Com isso, acabou ficando muito mais ligada no fato de que o seu jogo não podia fazer feio, pois veio depois. Ainda assim, parte dos fãs acham que o remake supera. Também é um dos motivos dos fãs terem ficado irados com a Sony ter fechado a Bluepoint Games.
No fim, o que mantém Demon's Souls Remake tão presente nas conversas é essa soma de tecnologia com visão artística. Ele continua sendo usado como exemplo quando alguém pergunta do que o PS5 é capaz. Mesmo com outros jogos tecnicamente impressionantes no mercado, muitos jogadores ainda olham para Boletaria e pensam que ali está um dos pontos mais altos da geração em termos de gráficos.
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