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Veja se Hytale roda no seu PC! Requisitos mínimos e recomendados do jogo!

Como sempre, aqui no Blog Nerd Maldito, coloco informações gerais sobre jogos e requisitos com certeza são coisas que interessam a donos de PC. Vivemos em tempos onde tem muitas opções de jogar interessantes, indo desde aquele mini Playstation de 130 mil jogos, até pessoas que preferem os notebooks gamers modernos. E se você não tem a placa de vídeo mais usada da Steam, e está preocupado, vamos dar uma conferida nos requisitos do sistema!

🔹 Requisitos Mínimos

  • Resolução e desempenho: 1080p @ 30 FPS @ 192 de distância de visão
  • Sistema Operacional:
    • Windows 11 ou Windows 10 x64 (versão 1809)
    • Linux x64 (Kernel 6.15)
    • Apple Silicon com macOS Tahoe (26.0)
  • Processador (CPU):
    • Intel Core i5-7500 (ou equivalente)
    • AMD Ryzen 3 1200 (ou equivalente)
    • Apple M1 (qualquer variante)
  • Memória RAM: 8 GB
  • Placa de Vídeo (GPU):
    • Integrada: Intel UHD Graphics 620, AMD Radeon Vega 6, Apple M1 (qualquer variante)
    • Dedicada: NVIDIA GTX Série 900, AMD Radeon Série 400, Intel Arc Série A
  • Armazenamento: SSD com 10 GB livres
  • Rede:
  • 2 Mbit/s de download para multiplayer (UDP/QUIC)
  • Conexão com a internet necessária para download e autenticação periódica
  • Jogo offline suportado

🔹 Requisitos Recomendados

  • Resolução e desempenho: 1080p @ 60 FPS @ 384 de distância de visão
  • Sistema Operacional:
    • Windows 11 ou Windows 10 x64 (versão 1809)
    • Linux x64 (Kernel 6.15)
    • Apple Silicon com macOS Tahoe (26.0)
  • Processador (CPU):
    • Intel Core i5-10400 (ou equivalente)
    • AMD Ryzen 5 3600 (ou equivalente)
    • Apple M2 (qualquer variante)
  • Memória RAM: 16 GB
  • Placa de Vídeo (GPU):
    • Integrada: Intel Iris Xe Graphics, AMD Radeon 660M, Apple M2 (qualquer variante)
    • Dedicada: NVIDIA GTX Série 900, AMD Radeon Série 400, Intel Arc Série A
  • Armazenamento: SSD com 20 GB livres
  • Rede:
  • 8 Mbit/s de download para multiplayer (UDP/QUIC)
  • Conexão com a internet necessária para download e autenticação periódica
  • Jogo offline suportado

 
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E aí, tranquilo? Roda? Não? Bom a primeira solução é a mais óbvia, hoje em dia dá pra encontrar PC's baratos que rodam esse jogo. Mas se a grana estiver mesmo apertada, algo que pode ajudar é dar uma olhada naquelas dicas para rodar jogo pesado em PC ruim, e um alívio também é que sempre os requisitos mínimos estão acima do mínimo real, então se você estiver disposto a jogar mesmo que corte todos os efeitos, talvez dê, por exemplo veja alguns computadores ruins rodando God of War. ou você pode só desistir e apenas se contentar dando uma olhada nesse fantástico vídeo:
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Sobre Hytale 
 
Hytale sempre foi um daqueles projetos que metade da comunidade gamer achava promissor demais para dar errado e a outra metade achava ambicioso demais para sobreviver ao desenvolvimento longo e cheio de mudanças. A ideia nasceu em 2015, quando um grupo de desenvolvedores acostumados a gerenciar um dos servidores mais populares de Minecraft criou o Hypixel Studios para fazer um jogo que misturasse mundo em blocos, RPG, exploração, construção, combate e ferramentas de criação profundas e acessíveis, um jogo em que jogador, criador e servidor pudessem se fundir numa experiência única e expansiva.

O jogo chamou atenção mesmo em 2018, quando o primeiro trailer divulgou mundos gerados proceduralmente, biomas vistosos, criaturas estranhas, um sistema de combate diversificado e ferramentas que deixavam claro que Hytale queria ir muito além de ser “só mais um jogo parecido com Minecraft”. Essa primeira demo gerou milhões de visualizações e conversas sobre gameplay, sobre o futuro de jogos sandbox e sobre como a comunidade poderia usar modding, servidores e modos criativos para construir seus próprios universos e experiências dentro de Hytale.

Com tanto potencial, Hytale acabou entrando no radar de grandes empresas e em 2020 o estúdio foi comprado pela Riot Games, que estava investindo pesado em títulos além de seus jogos de esportes eletrônicos. A aquisição foi vista inicialmente como algo que podia garantir mais recursos e alcance para o jogo, talvez até com planos para várias plataformas e comunidades maiores. A Riot acreditou tanto no conceito que deixou seus recursos técnicos e humanos à disposição do projeto.

Mas nessa fase, Hytale enfrentou um dos desafios mais comuns em jogos ambiciosos: scope creep, a tendência do projeto crescer demais em escopo e complexidade. A equipe se empenhou em reescrever partes significativas do motor do jogo, visando tornar Hytale um título cross-platform robusto com sistemas técnicos avançados. O resultado disso foi um desenvolvimento arrastado por anos, com atrasos, reestruturações e a ausência de versões jogáveis para o público mesmo após tanto hype inicial.

Nesse processo, o projeto acabou se estendendo por tempo demais, e em junho de 2025 veio a notícia que muitos jogadores temiam: a Riot Games anunciou que cancelaria Hytale e que encerraria gradualmente o estúdio responsável pelo desenvolvimento. A justificativa foi que, depois de anos de tentativas de ajustar o jogo e adaptar a tecnologia, ainda não existia um caminho claro para finalmente entregar aquilo que foi prometido. Essa decisão pegou a comunidade de surpresa, já que fãs vinham acompanhando o jogo há uma década, esperando mergulhar em seu mundo sandbox cheio de aventura, construção, masmorras, combate e modding.

O cancelamento rapidamente virou assunto nas comunidades, com muitos debates sobre o que deu errado. Teorias variavam desde “ambição exagerada” até “trocou a base sólida do jogo original por algo maior demais para ser concluído”. Muitos fãs lembraram que versões do jogo mostradas nos estágios iniciais pareciam mais jogáveis do que aquilo que estava sendo construído sob a administração da Riot, e que aquela troca de motor de jogo pode ter sido o momento em que os planos cresceram demais para o próprio bem.

A história, porém, tomou um rumo raro e inesperado. Em novembro de 2025, apenas alguns meses depois do cancelamento, os criadores originais, liderados por Simon Collins-Laflamme com o apoio de Philippe Touchette, anunciaram que haviam recomprado os direitos de Hytale da Riot Games e que o estúdio voltaria a ser independente. Essa operação foi apresentada como um verdadeiro renascimento do projeto, uma chance de voltar às raízes e à visão original: um jogo sandbox/RPG com exploração, construção, combate e ferramentas de criação pensadas desde o início para jogadores e criadores.

Ao garantir a propriedade de volta, os fundadores também recontrataram dezenas de desenvolvedores que já haviam trabalhado no jogo anteriormente e se comprometeram pessoalmente com o financiamento de Hytale pelos próximos anos, sem depender de grandes investidores ou publishers. A ideia era clara: começar com uma base que já existia, retomar o que fazia o projeto especial e crescer junto com a comunidade que sempre acreditou no potencial de Hytale.

O plano se concretizou com o anúncio de que Hytale entraria em acesso antecipado em janeiro de 2026, uma data que marcou um novo começo. Essa fase permitiria que jogadores experimentassem modos como Exploration Mode, Creative Mode e que pudessem usar ferramentas de modding logo de cara, mesmo que o jogo ainda estivesse em desenvolvimento e cheio de atualizações por vir. Em vez de esperar por uma versão final perfeita, seria a comunidade junto com os desenvolvedores moldando a evolução do projeto com feedback constante.

Esse retorno às raízes e o compromisso de desenvolvimento contínuo transformaram Hytale em um caso raro na indústria: um jogo que foi cancelado oficialmente e depois salvo pelos próprios criadores, retomando sua visão original e encontrando um caminho para finalmente chegar às mãos dos jogadores. Essa história mostra que nem sempre o fim de um projeto significa o fim da ideia por trás dele, especialmente quando há uma comunidade dedicada e fundadores dispostos a investir tempo, paixão e esforço para ver seu sonho ganhar vida.

No fim das contas, Hytale acabou se tornando mais do que apenas um jogo sandbox com elementos de RPG e construção: virou um símbolo de resiliência na cena dos games, lembrando a todos que grandes ideias nem sempre seguem um caminho linear, mas que podem renascer mesmo depois de terem sido dados como mortos. E, após anos de espera, quedas e reviravoltas, Hytale finalmente está caminhando rumo a um futuro de exploração, criatividade, combate, construção e aventuras sem fim.