A Nvidia registrou no terceiro trimestre de 2025 uma receita recorde de US$ 57 bilhões, consolidando-se como a empresa mais valiosa do mundo e reafirmando seu papel central na revolução da inteligência artificial. O resultado surpreendeu analistas e investidores, que já esperavam números fortes, mas não nessa magnitude.
Grande parte desse desempenho veio da divisão de data centers, responsável por mais de US$ 51 bilhões, refletindo a explosão da demanda por chips de alto desempenho voltados ao treinamento e execução de modelos de IA. Esse crescimento de 62% em relação ao mesmo período do ano anterior mostra como a tecnologia da empresa se tornou indispensável para gigantes da nuvem, startups e governos.
O segmento de games também contribuiu, com US$ 4,3 bilhões, demonstrando que a Nvidia mantém relevância em diferentes frentes de atuação. Já o lucro líquido alcançou US$ 31,9 bilhões, um salto de 65% frente a 2024, impulsionando as ações da companhia em mais de 3% no pós-pregão.
Para o CEO Jensen Huang, os resultados refletem o início de um “ciclo virtuoso da IA”, em que cada avanço tecnológico gera novas aplicações e, por consequência, mais demanda por hardware especializado. A projeção para o quarto trimestre é ainda mais otimista: US$ 65 bilhões em vendas, o que reforça a confiança de que o mercado de inteligência artificial está longe de ser uma bolha.
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