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Notas de Black Ops 7 da imprensa contrastam absurdamente com a dos jogadores! "Perfeito"

Call of Duty: Black Ops 7 virou um daqueles casos curiosos em que a opinião da imprensa e a reação do público parecem existir em universos diferentes. No Metacritic, a média dos jogadores despencou para 1.7 em seu lançamento, uma nota que indica pura revolta. As reclamações foram desde o uso excessivo de IA sem baixar o preço do jogo, até o fato de que COD: BO7 não dá pra pausar no modo singleplayer. Já os críticos deram 83, um número altíssimo, criando um contraste que virou assunto obrigatório entre fãs e detratores.

A imprensa, aliás, não economizou elogios. A GamingTrend largou logo um 100, considerando o jogo PERFEITO e chamando o jogo de “uma façanha incrível”, dizendo que cada modo, Zombies, Multiplayer, Endgame, Dead Ops Arcade 4 e Campanha, foi construído com paixão e que “Black Ops 7 é o ápice do Call of Duty moderno”. Naturalmente a coisa deu bastante o que falar entre os jogadores, afinal para uma nota máxima, a coisa tem que estar em um patamar extremo.

A Gamers' Temple deu 92, chamando BO7 de “o melhor Call of Duty em anos”. O Hardcore Gamer, também no clima elevado com nota 90, destacou que “BO7 não só funciona, como supera os últimos lançamentos”, elogiando o foco da Treyarch em corrigir sistemas irritantes que vinham acumulando ódio da comunidade.

Até a Windows Central, que é tão acostumada com jogos das asas da Microsoft, disse se impressionar com esse, e mandou 90, chamando o jogo de ambicioso, ms também mencionando os tais “sete pilares dos games” e dizendo que nem todos funcionam, mas que existe potencial para melhorias. A Digital Chumps, com outra nota 90, chamou BO7 de “talvez o CoD mais difícil de largar”.

E não parou por aí. TechRadar Gaming repetiu o 90, reforçando o discurso da ambição, enquanto Carole Quintaine, com 85, descreveu o jogo como intenso, moderno e fiel ao legado. O portal italiano Multiplayerit, também com 85, apontou que a campanha perde em narrativa, mas que o conjunto é tão rico em conteúdo que isso passa longe de estragar a experiência.

A GIGA deu 84, elogiando a parte cooperativa e o multiplayer refinado, mesmo achando a campanha abaixo de Cold War. Já o Screen Rant segurou um 80, porém fazendo a crítica de que “o maior Call of Duty não é o melhor”. O TrueGaming também anotou 80, no entanto chamou o Endgame de repetitivo, mas destacando o multiplayer cheio de vida.

IGN Italia, Jeuxvideo, Guardian e NME seguiram nessa linha dos 80 pontos, reconhecendo problemas, mas chamando BO7 de sólido, frenético, generoso em conteúdo e até “um dos melhores da série”. Dá pra ver que, na visão da maioria dos críticos, o pacote geral é tão robusto que os defeitos pesam menos.

Mas nem todo mundo aclamou tanto a coisa. Do lado mais crítico, mas ainda longe do ódio dos jogadores, apareceram notas como 75 da Voxel, dizendo que o jogo evolui o que BO6 fez, mas não resolve tudo; 70 da CGMagazine, reclamando da campanha “tediosa e exagerada”; e 70 da Game8, que chamou a história de tão bagunçada que chega a parecer paródia.

Enquanto isso, no lado dos jogadores, a recepção foi radiante... só que ao contrário. A média 1.7 é típica de reações inflamadas, indicando frustração com campanha, bugs, decisões de design e talvez até problemas acumulados de anos anteriores. O contraste virou meme: enquanto a imprensa fala em “ambição”, “pico da série”, “melhor lançamento em anos”, muitos gamers simplesmente desceram o pau sem dó.

O resultado? Um dos maiores abismos de percepção da história da franquia. Black Ops 7 pode ser amado pela crítica e odiado por muitos jogadores, mas uma coisa é certa: virou um dos Call of Duty mais comentados dos últimos tempos, mesmo que boa parte desse barulho tenha sido de pura indignação. Na Steam a nota inicial foi bem cruel também, e acabou descendo ainda mais.

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