Se você tem sua própria cópia original do The Legend of Zelda Tears of the Kingdom, para Nintendo Switch, e gostaria de expandir a experiência a outro nível, o UltraTears é um projeto criado para levar essa aventura ao PC em uma versão nativa, sem depender de um emulador de Nintendo Switch.
Desenvolvido por um fã conhecido como kuraeow, o UltraTears usa recompilação estática para adaptar The Legend of Zelda Tears of the Kingdom, lançado pela Nintendo em 2023, para Windows. O processo traduz o código original para uma linguagem intermediária e o compila para funcionar em computadores com arquitetura x86-64. A parte gráfica também recebe uma implementação própria, baseada em Vulkan, permitindo que o jogo funcione sem precisar reproduzir todo o sistema do console.
E olha que esse Zelda tem bastante coisa para justificar o interesse. O jogo permite explorar Hyrule, visitar ilhas flutuantes, investigar regiões subterrâneas e usar habilidades que deixam o jogador construir veículos, aeronaves e outras engenhocas. Com o Ultrahand, dá para juntar peças e criar soluções que vão de um carrinho improvisado até máquinas que parecem ter sido projetadas por um engenheiro que passou três noites sem dormir e decidiu que a física era apenas uma sugestão.
O interesse em jogar no PC já levou jogadores a recorrerem a emuladores como Yuzu e Ryujinx, que permitem executar jogos do Nintendo Switch em computadores compatíveis. O UltraTears segue outro caminho, buscando uma versão nativa que não precise emular o console inteiro. Para quem acompanha projetos de recompilação, adaptar um jogo desse tamanho é um desafio técnico considerável, ainda mais com tantos cenários, efeitos e sistemas interligados.
O UltraTears disponibiliza ferramentas para gerar o executável a partir dos arquivos extraídos da própria cópia do jogador. Os dados comerciais não acompanham o projeto, e o processo depende de uma cópia legítima do jogo extraída do console. Também é necessário ter um computador compatível com os requisitos técnicos da compilação, incluindo suporte adequado ao Vulkan. Não adianta jogar qualquer arquivo numa pasta, dar dois gritos em hyliano e esperar que o Link apareça montado numa motocicleta.
A iniciativa coloca Tears of the Kingdom entre os jogos que a comunidade tenta levar para além do hardware original da Nintendo. O resultado é especialmente interessante para quem gostaria de explorar Hyrule no computador e aproveitar as possibilidades que projetos nativos podem oferecer. Afinal, se o jogador já consegue construir uma máquina voadora usando pedaços de madeira e ventiladores dentro do jogo, pelo menos o sonho de escapar do console merece uma tentativa.
Desenvolvido por um fã conhecido como kuraeow, o UltraTears usa recompilação estática para adaptar The Legend of Zelda Tears of the Kingdom, lançado pela Nintendo em 2023, para Windows. O processo traduz o código original para uma linguagem intermediária e o compila para funcionar em computadores com arquitetura x86-64. A parte gráfica também recebe uma implementação própria, baseada em Vulkan, permitindo que o jogo funcione sem precisar reproduzir todo o sistema do console.
E olha que esse Zelda tem bastante coisa para justificar o interesse. O jogo permite explorar Hyrule, visitar ilhas flutuantes, investigar regiões subterrâneas e usar habilidades que deixam o jogador construir veículos, aeronaves e outras engenhocas. Com o Ultrahand, dá para juntar peças e criar soluções que vão de um carrinho improvisado até máquinas que parecem ter sido projetadas por um engenheiro que passou três noites sem dormir e decidiu que a física era apenas uma sugestão.
O interesse em jogar no PC já levou jogadores a recorrerem a emuladores como Yuzu e Ryujinx, que permitem executar jogos do Nintendo Switch em computadores compatíveis. O UltraTears segue outro caminho, buscando uma versão nativa que não precise emular o console inteiro. Para quem acompanha projetos de recompilação, adaptar um jogo desse tamanho é um desafio técnico considerável, ainda mais com tantos cenários, efeitos e sistemas interligados.
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