Rogue Point é um shooter cooperativo em primeira pessoa voltado para equipes de até quatro jogadores, combinando ação intensa com uma estrutura roguelite que altera o rumo das missões a cada campanha. Desenvolvido pela Crowbar Collective e publicado pela Team17, o jogo aposta em coordenação real entre jogadores, sem abrir mão de tiroteios pesados e progressão baseada em risco e recompensa.
A Crowbar Collective ficou conhecida por Black Mesa, o remake de Half-Life que começou como projeto de fãs e acabou se tornando um produto comercial respeitado dentro da comunidade de FPS. Esse histórico ajuda a explicar o foco técnico do estúdio em armas, ritmo de combate e construção de mapas. Já a Team17 dispensa apresentações no cenário indie, com um catálogo que vai muito além de Worms.
A história coloca o jogador no controle de um esquadrão chamado Rogue Point, enfrentando forças mercenárias contratadas por corporações através de um aplicativo chamado MERX. A premissa brinca com a ideia de guerra privatizada e transforma cada operação em uma missão contra exércitos que funcionam como serviços sob demanda. Não é um jogo narrativo pesado, mas o contexto ajuda a dar identidade ao conflito.
Um dos diferenciais está no sistema que reorganiza partes dos mapas a cada partida. Aeroporto, shopping, escritórios e plataforma de petróleo servem como base, mas rotas, coberturas e posições inimigas variam o suficiente para evitar repetição direta. Isso dá ao jogo um ritmo de tentativa e adaptação que lembra a imprevisibilidade de Left 4 Dead, embora aqui o foco seja menos sobrevivência contra hordas e mais avanço tático coordenado.
Antes de cada missão existe uma fase de planejamento onde o time pode discutir rotas e funções. Essa preparação aproxima o jogo da pegada estratégica de Tom Clancy's Rainbow Six Vegas, mas sem abandonar o lado mais acelerado. Durante as campanhas, dinheiro ganho em combate pode ser investido em novas armas, equipamentos ou arriscado em sistemas que oferecem recompensas mais raras, criando aquela tensão típica de roguelite.
O arsenal inclui mais de vinte armas, dezenas de itens táticos e opções cosméticas. Os inimigos também variam entre soldados comuns, unidades pesadas, atiradores de longa distância e combatentes mais agressivos, forçando o time a ajustar abordagem conforme a situação. Jogar sozinho é possível, mas a experiência foi claramente pensada para cooperação, algo que aproxima o jogo de propostas vistas em Deep Rock Galactic, onde sinergia de equipe faz diferença real.
A Crowbar Collective ficou conhecida por Black Mesa, o remake de Half-Life que começou como projeto de fãs e acabou se tornando um produto comercial respeitado dentro da comunidade de FPS. Esse histórico ajuda a explicar o foco técnico do estúdio em armas, ritmo de combate e construção de mapas. Já a Team17 dispensa apresentações no cenário indie, com um catálogo que vai muito além de Worms.
A história coloca o jogador no controle de um esquadrão chamado Rogue Point, enfrentando forças mercenárias contratadas por corporações através de um aplicativo chamado MERX. A premissa brinca com a ideia de guerra privatizada e transforma cada operação em uma missão contra exércitos que funcionam como serviços sob demanda. Não é um jogo narrativo pesado, mas o contexto ajuda a dar identidade ao conflito.
Um dos diferenciais está no sistema que reorganiza partes dos mapas a cada partida. Aeroporto, shopping, escritórios e plataforma de petróleo servem como base, mas rotas, coberturas e posições inimigas variam o suficiente para evitar repetição direta. Isso dá ao jogo um ritmo de tentativa e adaptação que lembra a imprevisibilidade de Left 4 Dead, embora aqui o foco seja menos sobrevivência contra hordas e mais avanço tático coordenado.
Antes de cada missão existe uma fase de planejamento onde o time pode discutir rotas e funções. Essa preparação aproxima o jogo da pegada estratégica de Tom Clancy's Rainbow Six Vegas, mas sem abandonar o lado mais acelerado. Durante as campanhas, dinheiro ganho em combate pode ser investido em novas armas, equipamentos ou arriscado em sistemas que oferecem recompensas mais raras, criando aquela tensão típica de roguelite.
O arsenal inclui mais de vinte armas, dezenas de itens táticos e opções cosméticas. Os inimigos também variam entre soldados comuns, unidades pesadas, atiradores de longa distância e combatentes mais agressivos, forçando o time a ajustar abordagem conforme a situação. Jogar sozinho é possível, mas a experiência foi claramente pensada para cooperação, algo que aproxima o jogo de propostas vistas em Deep Rock Galactic, onde sinergia de equipe faz diferença real.
Esse jogo é realmente muito desafiador! Joguei com um amigo e a princípio a coisa foi relativamente fácil. Entrávamos no lugar e o tiroteio começava, o que estava sendo bem divertido, mas não era particularmente difícil. Até que tudo mudou e chegamos a um ponto em que a coisa simplesmente não podia mais ser feita assim.
O game é carregado de mecânicas que estão ali pra serem usadas com sabedoria. Uma equipe de jogadores experientes certamente vai conseguir fazer um baita trabalho limpo e estiloso. São coisas como abrir a porta pra espiar apenas, usar lanternas em momento adequado, ou posicionar escadas para ter acesso a certas coisas.
No entanto, não é porque existem algumas opções, que você sempre pode usar. Isso poque é necessário comprar determinado equipamento no começo da missão, pra ter acesso a ele. Algumas coisas podem realmente ser encontradas na partida, mas nada é garantido. Sendo assim, um acesso rápido a um ponto pode ficar de fora simplesmente porque você não tem a escada.
É o tipo de jogo que você precisa dedicar tempo a se especializar em certas habilidades pra aprender a usar ela de forma elegante. E aos poucos ir dominando tudo pra poder fazer uma missão digna de aplausos. Existe até a opção de marcar no mapa a rota, pra equipe se preparar e trabalhar em sincronia. Naturalmente é aquele tipo de coisa que se vocês conseguirem executar bem, a sensação de satisfação vai ser absurda.
Desde sua chegada em acesso antecipado no Steam em 2026, o jogo recebe avaliações majoritariamente positivas dos jogadores, com elogios voltados principalmente à dinâmica cooperativa e à variedade das missões. Parte das críticas gira em torno do refinamento de certos aspectos do combate, algo comum em títulos que ainda passam por ajustes durante o desenvolvimento contínuo.
Enfim, Rogue Point conversa diretamente com quem gosta de FPS cooperativo que exige comunicação, planejamento e adaptação constante em vez de só reflexo rápido. Está disponível em acesso antecipado para PC via Steam.
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