Cyberpunk: Edgerunners Madness é um mangá que chama atenção por ser uma prequela oficial do anime Cyberpunk: Edgerunners, produzido pela CD Projekt Red em parceria com o estúdio Trigger. Publicado pela editora Kadokawa no Japão em 2024 e trazido ao Brasil pela Panini, o título chegou com encadernação em capa cartão e teve uma versão com capa variante exclusivas focadas diretamente em alguns países, e o Brasil foi um dos que ganhou uma capa que só saiu aqui.
A história se passa antes dos eventos do anime e acompanha dois irmãos tentando sobreviver em Night City, incluindo a explosiva Rebecca, que já havia conquistado os fãs na série da Netflix. O roteiro é assinado por Bartosz Sztybor, escritor polonês que também esteve envolvido no argumento do anime original e em outras obras relacionadas ao universo de Cyberpunk 2077. Essa conexão direta com o material original garante que o mangá mantenha a mesma atmosfera sombria e caótica, marcada por implantes cibernéticos, corporações dominando cada aspecto da vida e a violência urbana que define o gênero cyberpunk .
O tom da narrativa lembra outros mangás que exploram futuros distópicos, como Blame! de Tsutomu Nihei, que também mergulha em cenários urbanos opressivos e personagens tentando encontrar sentido em meio ao caos. A diferença é que Edgerunners Madness já parte de um universo consolidado, expandindo a mitologia de Night City e oferecendo novas perspectivas para quem já conhece a tragédia de David e sua gangue.
Enfim, Cyberpunk: Edgerunners Madness é indicado para quem já se interessa por histórias de ficção científica sombria, fãs do anime que querem entender melhor os antecedentes dos personagens e leitores que apreciam mangás com ambientação futurista e crítica social. É uma obra que dialoga diretamente com quem gosta de universos densos e cheios de camadas, sem precisar de elogios exagerados para mostrar sua relevância.
A história se passa antes dos eventos do anime e acompanha dois irmãos tentando sobreviver em Night City, incluindo a explosiva Rebecca, que já havia conquistado os fãs na série da Netflix. O roteiro é assinado por Bartosz Sztybor, escritor polonês que também esteve envolvido no argumento do anime original e em outras obras relacionadas ao universo de Cyberpunk 2077. Essa conexão direta com o material original garante que o mangá mantenha a mesma atmosfera sombria e caótica, marcada por implantes cibernéticos, corporações dominando cada aspecto da vida e a violência urbana que define o gênero cyberpunk .
O tom da narrativa lembra outros mangás que exploram futuros distópicos, como Blame! de Tsutomu Nihei, que também mergulha em cenários urbanos opressivos e personagens tentando encontrar sentido em meio ao caos. A diferença é que Edgerunners Madness já parte de um universo consolidado, expandindo a mitologia de Night City e oferecendo novas perspectivas para quem já conhece a tragédia de David e sua gangue.
Enfim, Cyberpunk: Edgerunners Madness é indicado para quem já se interessa por histórias de ficção científica sombria, fãs do anime que querem entender melhor os antecedentes dos personagens e leitores que apreciam mangás com ambientação futurista e crítica social. É uma obra que dialoga diretamente com quem gosta de universos densos e cheios de camadas, sem precisar de elogios exagerados para mostrar sua relevância.
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