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RuneScape: Dragonwilds | Survival expandiu MMORPG e foi estouro em vendas na Steam!

RuneScape: Dragonwilds é um jogo de sobrevivência e crafting em mundo aberto desenvolvido pela Jagex, estúdio britânico conhecido por criar RuneScape, um dos MMORPGs mais duradouros e influentes da história dos videogames. A empresa, fundada em Cambridge, construiu sua reputação ao longo de décadas com atualizações constantes e uma comunidade fiel, e Dragonwilds surge como uma expansão criativa desse legado, trazendo uma proposta diferente dentro do mesmo universo. 
 
Lançado em 2025 em acesso antecipado, o título rapidamente chamou atenção ao ultrapassar a marca de 1 milhão de cópias vendidas, mostrando que havia espaço para uma experiência paralela ao MMORPG tradicional. Visto que aqui temos uma experiência realmente diferente, pois se treta de um survival tradicional pra jogar em cooperativo com os amigos, e não um tipo de sequência. Isso pode ser bom ou ruim, dependendo do gosto da pessoa.

O jogo se passa no continente esquecido de Ashenfall, parte do mundo de Gielinor, onde uma magia selvagem e transformadora ameaça a estabilidade da região. A proposta mistura elementos de sobrevivência, coleta de recursos e construção de abrigos com a fantasia clássica que sempre marcou RuneScape. 
 
A coisa que mais me chamou a atenção como diferencial aqui, foi o fato de que a magia é algo realmente presente. E pode ser um verdadeiro alívio para os jogadores que se interessam por games de sobrevivência, mas acham entediante ter que coletar recursos. Isso porque existem coisas como transformar um recurso em outro, ou fazer uma magia que coleta uma imensa quantidade de uma vez. Cada feitiço exige que você espere um tempo até poder usar de novo, mas é bem útil, especialmente se você às vezes só quer fazer algo rápido.
 
Mas também existem magias para outras coisas, como proteção, tipo escudo, ou para te dar acesso a lugares que seriam impossíveis de outra forma, como a magia de super pulo. Por sinal, isso gera uma enorme sensação de liberdade no jogo. No entanto, mágica não é de graça, e existe um recurso que você precisa, as runas. Elas ficam surgindo do chão em alguns pontos, e é sempre bom coletar algumas pra depois poder transformá-las e assim usufruir do poder presente. 
 
Jogadores podem atuar sozinhos ou em grupos de até quatro pessoas, enfrentando criaturas icônicas como dragões e cavaleiros negros, além de inimigos inéditos como Garou. Essa combinação lembra jogos como Valheim e Conan Exiles, que também apostam em exploração cooperativa e progressão baseada em crafting, mas Dragonwilds se diferencia por carregar a identidade e o lore de RuneScape, algo que já atraiu uma base de fãs consolidada.
 
Apesar de tudo, essa ligação com Runescape pode ser exatamente o que mais vai atrair ou afastar pessoas. Meu amigo em um certo momento disse "Esse é o Conan Exiles da Disney?". Isso porque o jogo é todo fofinho, com aquele toque de inocência. Apesar de ser um tanto assustador ver um dragão rondando a terra e de vez em quando pousando pra soprar fogo e causar o caos, no geral é um jogo bem suave, e com um visual ao estilo Pixar. Ou seja, pode ser muito bom, ou pode ser desanimador, dependendo do seu gosto.

A evolução do personagem em Dragonwilds segue o estilo clássico da franquia, com habilidades que podem chegar até o nível 99, o que dá aquela sensação de progresso constante. Para sobreviver em Ashenfall, não basta lutar: é preciso cuidar da saúde, da fome, da sede e até do descanso, enquanto se aprende a criar ferramentas, preparar poções e cozinhar para se manter vivo. Então se prepara pro desespero de de repente perceber que você tá morrendo desidratado e esqueceu de coletar água e ferver quando tava em casa.
 
O mundo em si passa aquela sensação de algo bastante compacto, mas muito variado, cheio de regiões que parecem ter vida própria, pântanos carregados de mistério, fortalezas controladas por facções perigosas e áreas selvagens que escondem segredos. Essa variedade de cenários faz com que cada exploração seja diferente, mantendo o jogador sempre atento ao que pode surgir pela frente.
 
A coisa que mais me agradou no jogo foi a construção. Acho que é bem comum algumas empresas comerem o pão que o Diabo amassou, tentando fazer algum sistema minimamente decente, e acabam fazendo algo super bugado. Mas aqui a coisa saiu muito agradável. Peças que podem ser giradas da forma que você quiser, e existe um "modo-encaixe" que, ao invés de te fazer passar um ódio danado tentando não deixar um buraco, já encaixa bem ali e pronto, te deixa fazer rapidamente uma casinha sem suar.

Um detalhe notável é que Dragonwilds não se limita a ser apenas uma expansão temática, mas sim um projeto independente dentro do universo de RuneScape. Isso significa que, embora compartilhe personagens e referências, ele tem mecânicas próprias e não exige que o jogador seja veterano do MMORPG para aproveitar. A recepção inicial foi bastante positiva, com milhares de avaliações favoráveis no Steam, destacando a atmosfera envolvente e o equilíbrio entre combate e sobrevivência.

Enfim, RuneScape: Dragonwilds não é inovador, mas ele apresenta bem os seus elementos, sendo perfeito para jogadores que apreciam algo mais fofo e com experiências de sobrevivência em mundos de fantasia, especialmente aqueles que gostam de unir exploração, construção e combate em grupo. É uma obra que conversa tanto com fãs antigos da franquia quanto com quem busca um jogo cooperativo no estilo de V Rising ou Icaarus. O título está disponível para PC via Steam.
 
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