Resident Evil Requiem chegou cercado de expectativa e encontrou uma recepção majoritariamente entusiasmada da imprensa especializada. As notas mostram um cenário raro: uma enxurrada de avaliações máximas, vários 95 e 90, mas também críticas consistentes na faixa dos 80 e até um 75. O consenso aponta para um dos capítulos mais fortes da franquia, ainda que longe de unanimidade absoluta.
Entre os veículos que deram nota 100 estão IGN France, Game Rant, ComicBook e CGMagazine. Muitos deles descrevem o jogo como uma culminação de 30 anos da série, elogiando a forma como equilibra survival horror clássico com ação intensa. A estrutura com dois protagonistas, Grace e Leon, foi apontada como um acerto criativo que separa tensão e poder em campanhas complementares.
A nota 98 da Game Informer reforça essa visão, chamando o jogo de Resident Evil em sua melhor forma. Avaliações 96 como as de Areajugones e COGconnected falam em forte candidato a jogo do ano, destacando atmosfera, combate e polimento técnico. Já na faixa dos 95, veículos como Destructoid, Meristation e PSX Brasil ressaltam o equilíbrio entre legado e inovação, embora alguns mencionem história agridoce ou falta de modos extras.
A grande concentração de notas 90 mostra aprovação sólida, mas com ressalvas. IGN elogiou a fusão das duas vertentes da série, mas apontou ausência de conteúdos paralelos relevantes e questionou o ritmo da segunda metade. Eurogamer Poland e Critical Hits afirmam que a campanha poderia ser mais longa. TrueGaming e Gfinity citam falta de inovação e dependência de ideias já vistas, mesmo reconhecendo a qualidade da execução.
Quando as notas caem para 88 e 85, as críticas ficam mais claras. SpazioGames considera o jogo divisivo por apostar demais em fan service, com roteiro por vezes confuso. Press Start Australia fala em identidade irregular, com a parte de Leon parecendo uma versão menos inspirada de Resident Evil 4. Wccftech descreve o título como um grande amálgama do que a franquia fez na última década, excelente em partes e apenas ok em outras.
Na faixa dos 80, surgem críticas mais incisivas. GameSpot argumenta que o jogo se apoia demais na nostalgia e oferece poucas ideias realmente novas. IGN Brasil afirma que certas sequências de ação lembram excessos de Resident Evil 6 e que a narrativa não atinge o mesmo nível do terror e da jogabilidade. The New York Times deu 79 e apontou que partes ambientadas em Raccoon City são burocráticas e menos interessantes que os trechos no sanatório. Já The A.V. Club marcou 75, elogiando a primeira metade, mas dizendo que o foco crescente em nostalgia enfraquece a originalidade na reta final.
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Entre os veículos que deram nota 100 estão IGN France, Game Rant, ComicBook e CGMagazine. Muitos deles descrevem o jogo como uma culminação de 30 anos da série, elogiando a forma como equilibra survival horror clássico com ação intensa. A estrutura com dois protagonistas, Grace e Leon, foi apontada como um acerto criativo que separa tensão e poder em campanhas complementares.
A nota 98 da Game Informer reforça essa visão, chamando o jogo de Resident Evil em sua melhor forma. Avaliações 96 como as de Areajugones e COGconnected falam em forte candidato a jogo do ano, destacando atmosfera, combate e polimento técnico. Já na faixa dos 95, veículos como Destructoid, Meristation e PSX Brasil ressaltam o equilíbrio entre legado e inovação, embora alguns mencionem história agridoce ou falta de modos extras.
A grande concentração de notas 90 mostra aprovação sólida, mas com ressalvas. IGN elogiou a fusão das duas vertentes da série, mas apontou ausência de conteúdos paralelos relevantes e questionou o ritmo da segunda metade. Eurogamer Poland e Critical Hits afirmam que a campanha poderia ser mais longa. TrueGaming e Gfinity citam falta de inovação e dependência de ideias já vistas, mesmo reconhecendo a qualidade da execução.
Quando as notas caem para 88 e 85, as críticas ficam mais claras. SpazioGames considera o jogo divisivo por apostar demais em fan service, com roteiro por vezes confuso. Press Start Australia fala em identidade irregular, com a parte de Leon parecendo uma versão menos inspirada de Resident Evil 4. Wccftech descreve o título como um grande amálgama do que a franquia fez na última década, excelente em partes e apenas ok em outras.
Na faixa dos 80, surgem críticas mais incisivas. GameSpot argumenta que o jogo se apoia demais na nostalgia e oferece poucas ideias realmente novas. IGN Brasil afirma que certas sequências de ação lembram excessos de Resident Evil 6 e que a narrativa não atinge o mesmo nível do terror e da jogabilidade. The New York Times deu 79 e apontou que partes ambientadas em Raccoon City são burocráticas e menos interessantes que os trechos no sanatório. Já The A.V. Club marcou 75, elogiando a primeira metade, mas dizendo que o foco crescente em nostalgia enfraquece a originalidade na reta final.
100 - Carole Quintaine
100 - ComicBook
100 - GAMINGbible
100 - IGN France
100 - ScreenHub
100 - Restartrun
100 - Finger Guns
100 - Game Rant
100 - Radio Times
100 - LevelUp
100 - CGMagazine
100 - Malditos Nerds
98 - Game Informer
96 - Areajugones
96 - COGconnected
95 - Combo Infinito
95 - Destructoid
95 - Meristation
95 - Loot Level Chill
95 - Noisy Pixel
95 - PSX Brasil
95 - WellPlayed
95 - Atomix
95 - PlayStation Universe
94 - PLAY! Zine
93 - MeuPlayStation
93 - ElDesmarque
92 - Hobby Consolas
90 - IGN
90 - Eurogamer Poland
90 - DualShockers
90 - GameBlast
90 - Gamereactor UK
90 - GIGA
90 - Hardcore Gamer
90 - IGN Japan
90 - Metro GameCentral
90 - PCMag
90 - Screen Rant
90 - GamingBolt
90 - Giant Bomb
90 - Easy Allies
90 - GamingTrend
90 - Impulsegamer
88 - Voxel
88 - Washington Post
86 - ID
85 - 4Pde
85 - CD-Action
85 - GamePro Germany
85 - SpazioGames
85 - Press Start Australia
85 - Worth Playing
80 - Console Creatures
80 - Digitally Downloaded
80 - Digital Spy
80 - GameOvergr
80 - GameSpot
80 - IGN Brasil
80 - Omelete
80 - Push Square
80 - VGC
80 - Everyeyeit
80 - Dexerto
80 - Guardian
79 - The New York Times
75 - The A.V. Club
100 - ComicBook
100 - GAMINGbible
100 - IGN France
100 - ScreenHub
100 - Restartrun
100 - Finger Guns
100 - Game Rant
100 - Radio Times
100 - LevelUp
100 - CGMagazine
100 - Malditos Nerds
98 - Game Informer
96 - Areajugones
96 - COGconnected
95 - Combo Infinito
95 - Destructoid
95 - Meristation
95 - Loot Level Chill
95 - Noisy Pixel
95 - PSX Brasil
95 - WellPlayed
95 - Atomix
95 - PlayStation Universe
94 - PLAY! Zine
93 - MeuPlayStation
93 - ElDesmarque
92 - Hobby Consolas
90 - IGN
90 - Eurogamer Poland
90 - DualShockers
90 - GameBlast
90 - Gamereactor UK
90 - GIGA
90 - Hardcore Gamer
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90 - Metro GameCentral
90 - PCMag
90 - Screen Rant
90 - GamingBolt
90 - Giant Bomb
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88 - Voxel
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85 - CD-Action
85 - GamePro Germany
85 - SpazioGames
85 - Press Start Australia
85 - Worth Playing
80 - Console Creatures
80 - Digitally Downloaded
80 - Digital Spy
80 - GameOvergr
80 - GameSpot
80 - IGN Brasil
80 - Omelete
80 - Push Square
80 - VGC
80 - Everyeyeit
80 - Dexerto
80 - Guardian
79 - The New York Times
75 - The A.V. Club
Em relação aos jogadores da Steam, os jogadores gostaram bastante! Rapidamente o jogo da Capcom conseguiu atingir notas com classificação "Muito Positivas" na plataforma da Valve. Também atingindo mais de 85% de aprovação e se encaixando bem com a nota média da imprensa no Metacritic, onde atingiu pontuação 88.
No fim das contas, Resident Evil Requiem é visto como um capítulo ambicioso que tenta reconciliar duas identidades históricas da série. Para muitos críticos, essa fusão é o ponto alto e prova de maturidade criativa da Capcom. Para outros, a mistura gera desequilíbrio, ritmo irregular e excesso de referências ao passado. Mesmo assim, a média geral elevada e o volume de notas máximas deixam claro que se trata de um dos lançamentos mais bem recebidos da franquia, ainda que suas escolhas criativas alimentem debates sobre o futuro da série.
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