A Easy Trigger Games, em parceria com a Coffee Stain Publishing, anunciou oficialmente Huntdown: Overtime, um novo jogo ambientado no mesmo universo de Huntdown. Desta vez, os jogadores assumem novamente o papel de John Sawyer em uma Nova Detroit dominada por corporações e gangues, enfrentando combates intensos em estilo roguelite. Cada morte abre caminho para implantes cibernéticos e novas habilidades, criando um ciclo de evolução que transforma o caçador de recompensas em uma máquina de guerra cada vez mais poderosa. Com pixel art detalhado, ação frenética e atmosfera que mistura nostalgia retrô com brutalidade futurista, Huntdown: Overtime já foi confirmado para PC via Steam mas sem data exata.
Huntdown: Overtime é um roguelite de ação desenvolvido pelo estúdio sueco Easy Trigger Games e publicado pela Coffee Stain Publishing. A Easy Trigger ficou conhecida pelo jogo Huntdown, lançado em 2020, que chamou atenção pela estética retrô inspirada nos anos 80 e pela jogabilidade de tiro em plataforma. Overtime funciona como uma prequela desse universo, expandindo a atmosfera de violência urbana e trazendo uma abordagem diferente, mais voltada para o loop roguelite.
O jogo se passa em Nova Detroit, no ano de 2084, uma cidade dominada pelo crime e explorada por corporações. O protagonista é John Sawyer, um caçador de recompensas que já era familiar aos jogadores do título original. A proposta central é simples, mas eficaz: caçar inimigos, morrer, melhorar e repetir. Cada morte leva o personagem a uma mesa de operação, onde partes humanas são substituídas por implantes cibernéticos, transformando Sawyer em uma máquina de combate cada vez mais letal. Essa mecânica lembra o estilo de progressão visto em títulos como Dead Cells, onde cada tentativa traz novas possibilidades e upgrades que incentivam o jogador a continuar.
A estética visual mantém o charme do pixel art artesanal, com forte inspiração nos filmes de ação da era VHS. O ritmo é rápido e violento, com tiroteios intensos e controles precisos que remetem ao estilo run-and-gun clássico, lembrando jogos como Contra e Metal Slug, mas com a camada adicional do roguelite. O arsenal inclui armas de fogo, opções corpo a corpo e equipamentos táticos, o que dá liberdade para experimentar diferentes estilos de combate. Além disso, há a possibilidade de desbloquear licenças de armas e melhorias cibernéticas escondidas em territórios inimigos, o que reforça o aspecto de exploração e progressão.
Um ponto que provavelmente chama a atenção de geral, é como o jogo mistura a estética retrô com elementos cyberpunk, criando uma atmosfera que combina nostalgia com brutalidade futurista. A ambientação em uma cidade decadente controlada por corporações também dialoga com temas recorrentes em obras de ficção científica, aproximando-se de universos como o de Blade Runner, mas com uma pegada mais voltada para ação direta.
Enfim, Huntdown: Overtime empolgou jogadores que apreciam estética retrô e a dinâmica de repetição característica dos roguelites. É uma obra feita para os fãs do Huntdown original, mas com uma proposta diferente, já que ao invés do coop original, tá mais para algo entre Dead Cells e Contra.
O jogo se passa em Nova Detroit, no ano de 2084, uma cidade dominada pelo crime e explorada por corporações. O protagonista é John Sawyer, um caçador de recompensas que já era familiar aos jogadores do título original. A proposta central é simples, mas eficaz: caçar inimigos, morrer, melhorar e repetir. Cada morte leva o personagem a uma mesa de operação, onde partes humanas são substituídas por implantes cibernéticos, transformando Sawyer em uma máquina de combate cada vez mais letal. Essa mecânica lembra o estilo de progressão visto em títulos como Dead Cells, onde cada tentativa traz novas possibilidades e upgrades que incentivam o jogador a continuar.
A estética visual mantém o charme do pixel art artesanal, com forte inspiração nos filmes de ação da era VHS. O ritmo é rápido e violento, com tiroteios intensos e controles precisos que remetem ao estilo run-and-gun clássico, lembrando jogos como Contra e Metal Slug, mas com a camada adicional do roguelite. O arsenal inclui armas de fogo, opções corpo a corpo e equipamentos táticos, o que dá liberdade para experimentar diferentes estilos de combate. Além disso, há a possibilidade de desbloquear licenças de armas e melhorias cibernéticas escondidas em territórios inimigos, o que reforça o aspecto de exploração e progressão.
Um ponto que provavelmente chama a atenção de geral, é como o jogo mistura a estética retrô com elementos cyberpunk, criando uma atmosfera que combina nostalgia com brutalidade futurista. A ambientação em uma cidade decadente controlada por corporações também dialoga com temas recorrentes em obras de ficção científica, aproximando-se de universos como o de Blade Runner, mas com uma pegada mais voltada para ação direta.
Enfim, Huntdown: Overtime empolgou jogadores que apreciam estética retrô e a dinâmica de repetição característica dos roguelites. É uma obra feita para os fãs do Huntdown original, mas com uma proposta diferente, já que ao invés do coop original, tá mais para algo entre Dead Cells e Contra.
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