Quarantine Zone: The Last Check é um simulador de sobrevivência e gerenciamento que coloca o jogador em um posto de controle durante um surto zumbi. Desenvolvido pela Brigada Games e publicado pela Devolver Digital, o título aposta em uma mistura de tensão psicológica e escolhas morais pesadas. Ele foi um daqueles jogos indie que estouraram entre jogadores, conseguindo brilhar bastante e atingir notas muito positivas na Steam.
A proposta é simples de entender, mas difícil de executar: você precisa decidir quem pode atravessar a zona de quarentena e quem deve ser barrado, enquanto administra recursos escassos e mantém a linha de defesa contra hordas de infectados. Algo semelhante ao que "Papers, Please" fez em sua época, mas expandindo bastante a coisa.
A Brigada Games, estúdio independente responsável pelo projeto, ganhou visibilidade justamente por esse projeto, sendo um daqueles casos de pequenos estúdios que caem na boca do povo. Naturalmente isso se deve não apenas à proposta em si, mas ao apoio da Devolver Digital, conhecida por publicar jogos de forte identidade como Hotline Miami e Katana Zero, que frequentemente esses jogos alcançam números significativos em vendas.
A Brigada Games, estúdio independente responsável pelo projeto, ganhou visibilidade justamente por esse projeto, sendo um daqueles casos de pequenos estúdios que caem na boca do povo. Naturalmente isso se deve não apenas à proposta em si, mas ao apoio da Devolver Digital, conhecida por publicar jogos de forte identidade como Hotline Miami e Katana Zero, que frequentemente esses jogos alcançam números significativos em vendas.
O jogo conseguiu chamar atenção de uma comunidade que valoriza propostas diferentes do padrão. Inclusive, a comparação com Papers, Please é inevitável, já que ambos exploram a ideia de inspeção e triagem de pessoas, mas aqui o risco não é apenas burocrático: um erro pode significar a propagação da infecção.
Vendo por fora, é muito fácil achar que o jogo é simplório e foca apenas em ficar analisando uma lista interminável de pessoas. No entanto, provavelmente a desenvolvedora sabia que isso poderia fazer ficar meio enjoativo, pois me surpreendi com a quantidade de possibilidades presentes. O jogo combina mecânicas de triagem de sobreviventes com gerenciamento de base e defesa contra hordas.
Vendo por fora, é muito fácil achar que o jogo é simplório e foca apenas em ficar analisando uma lista interminável de pessoas. No entanto, provavelmente a desenvolvedora sabia que isso poderia fazer ficar meio enjoativo, pois me surpreendi com a quantidade de possibilidades presentes. O jogo combina mecânicas de triagem de sobreviventes com gerenciamento de base e defesa contra hordas.
É possível inspecionar documentos, usar ferramentas para detectar mordidas ou contrabando e, ao mesmo tempo, expandir a infraestrutura para abrigar refugiados. Essa mistura de inspeção e combate lembra a tensão de jogos como This War of Mine, onde cada decisão tem peso moral e impacto direto na sobrevivência. Além disso, o sistema de defesa contra zumbis traz elementos próximos de títulos de estratégia em tempo real, já que você precisa posicionar recursos e até drones armados para conter ataques.
Um ponto que ajudou a consolidar o interesse foi a recepção positiva da comunidade. No Steam, o jogo alcançou avaliações muito positivas, com destaque para a atmosfera opressiva e a sensação de responsabilidade constante. Jogadores elogiaram a forma como cada escolha parece significativa, sem cair em repetições mecânicas. E como tem tanto o modo campanha, quanto o modo infinito, se torna uma opção bastante rejogável.
Um ponto que ajudou a consolidar o interesse foi a recepção positiva da comunidade. No Steam, o jogo alcançou avaliações muito positivas, com destaque para a atmosfera opressiva e a sensação de responsabilidade constante. Jogadores elogiaram a forma como cada escolha parece significativa, sem cair em repetições mecânicas. E como tem tanto o modo campanha, quanto o modo infinito, se torna uma opção bastante rejogável.
Apesar da tensão, o jogo é carregado de humor ácido. Se por um lado, você pode mandar alguém pro extermínio, ou deixar na zona de quarentena zumbis junto a pessoas saudáveis, causando o caos, por outro, tem situações que te farão gargalhar. Vão desde uma moça entrando com uma mordida na cara e olhos vermelhos e dizendo "Relaxa, eu tô zerada! Não aconteceu nada comigo!", até você usar o raio-x em um cara todo bruto e ver a calcinha fio dental del por baixo da roupa.
Para quem é fã de cultura pop e youtubers internacionais, também foram adicionados alguns rostos conhecidos. Por exemplo, você pode achar o Crazy Dave, aquele cara com a panela na cabeça, que aparece em Plants vs Zombies. E ele inclusive fala daquele jeito esquisito e tão peculiar que todos nós conhecemos.
Enfim, Quarantine Zone: The Last Check é um jogo meio híbrido, serve tanto para quem quer ver a história e evoluir, quanto pra quem gostaria apenas quer jogar algo rápido pra passar o tempo. O jogo está disponível para PC via Steam e também pode ser jogado através do Xbox Game Pass para PC, garantindo acesso fácil para quem quiser testar suas habilidades em meio ao caos.
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