Prepare-se para usar este artigo como argumento na próxima discussão familiar sobre tempo de tela: um estudo publicado na revista Scientific Reports confirma que videogames podem aumentar a inteligência das crianças. A pesquisa, amplamente reportada por veículos como Science Alert e CNN, acompanhou quase 10.000 crianças, com idades de 9 a 10 anos, ao longo de dois anos e descobriu que aquelas que jogavam mais videogames apresentaram um aumento médio de 2,5 pontos no QI ao longo de dois anos.
O estudo, conduzido por pesquisadores e reportado pelo NIH (National Institutes of Health), mostrou que crianças que jogavam videogames por três ou mais horas diárias tiveram melhor desempenho em tarefas relacionadas à memória, controle de impulsos e processamento visuoespacial. Os pesquisadores foram claros: 'Nossos resultados apoiam a afirmação de que o tempo de tela, em geral, não prejudica as habilidades cognitivas das crianças e que jogar videogames pode, na verdade, ajudar a aumentar a inteligência.'.
Interessante notar que o mesmo efeito positivo não foi observado em crianças que passavam mais tempo assistindo TV ou usando redes sociais, embora essas atividades também não apresentassem impacto negativo. O benefício dos videogames parece estar ligado à participação ativa dos jogadores, que estimula a mente de forma mais efetiva que o consumo passivo de conteúdo. É como se o cérebro precisasse de um joystick para funcionar melhor.
A comunidade científica tem se mostrado cada vez mais interessada nos efeitos cognitivos dos jogos eletrônicos. Estudos anteriores já haviam sugerido benefícios em áreas como tomada de decisão, tempo de reação e pensamento crítico. A reação dos pais foi variada: alguns aliviados com a validação científica do hobby dos filhos, enquanto outros permanecem céticos sobre os benefícios a longo prazo. Uma coisa é certa: da próxima vez que alguém disser que videogame é perda de tempo, você tem ciência do seu lado para rebater.
O estudo, conduzido por pesquisadores e reportado pelo NIH (National Institutes of Health), mostrou que crianças que jogavam videogames por três ou mais horas diárias tiveram melhor desempenho em tarefas relacionadas à memória, controle de impulsos e processamento visuoespacial. Os pesquisadores foram claros: 'Nossos resultados apoiam a afirmação de que o tempo de tela, em geral, não prejudica as habilidades cognitivas das crianças e que jogar videogames pode, na verdade, ajudar a aumentar a inteligência.'.
Interessante notar que o mesmo efeito positivo não foi observado em crianças que passavam mais tempo assistindo TV ou usando redes sociais, embora essas atividades também não apresentassem impacto negativo. O benefício dos videogames parece estar ligado à participação ativa dos jogadores, que estimula a mente de forma mais efetiva que o consumo passivo de conteúdo. É como se o cérebro precisasse de um joystick para funcionar melhor.
A comunidade científica tem se mostrado cada vez mais interessada nos efeitos cognitivos dos jogos eletrônicos. Estudos anteriores já haviam sugerido benefícios em áreas como tomada de decisão, tempo de reação e pensamento crítico. A reação dos pais foi variada: alguns aliviados com a validação científica do hobby dos filhos, enquanto outros permanecem céticos sobre os benefícios a longo prazo. Uma coisa é certa: da próxima vez que alguém disser que videogame é perda de tempo, você tem ciência do seu lado para rebater.
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