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quinta-feira, 26 de maio de 2016

ORCS - Um jogo seco mas que consegue brilhar

Existem inúmeros jogos que usam mecânicas simplórias demais e graças a isso acabam sendo só mais um em meio a um mar de jogos fracassados. Mas tem algumas obras que mesmo com uma jogabilidade nada inovadora, conseguem transmitir uma sensação diferente e ter um brilho todo próprio. Esse é bem o caso do jogo brasileiro ORCS.


A história é aquela tão usada e abusada em tramas medievais e que vocês com certeza já viram em algum lugar como por exemplo a obra de Tolkien. Ou seja, aqui os Orcs querem dominar o mundo, e para isso começam a atacar vilas com pobres aldeões, fazendo massacres. Naturalmente a gritaria chamou a atenção de um cavaleiro que viu que não tinha alternativa a não ser acabar com a festa.
Se você gostou de jogos como o desafiador Red Goblin: Cursed Forest, o trapaceiro Potatoman Seeks de Troof ou o também brasileiro e mais do que charmoso Odallus: The Dark Call, já saiba que certamente você vai adorar esse aqui também, isso porque se trata de uma daquelas obras bem charmosas que suga muito da era dos pixels.

Aqui você tem um jogo de plataforma e ação, tendo que saltar nos lugares e atacar os inimigos com sua espada. E basicamente é isso, o jogo é completamente direto ao ponto em sua jogabilidade, você tem que andar e matar tudo que se mexe até chegar no final do nível e então começar ao próximo onde tem que repetir a mesma coisa.
É possível receber dano três vezes antes de morrer, e o que simboliza isso são os tradicionais coraçõezinhos no topo da tela. Vez ou outra é possível também encontrar um jarro que você quebra e pode recuperar vida com ele. Se você perde toda a vida, o jogo é bem seco, não tem um "Game Over" ou qualquer coisa, automaticamente você vai pro começo do nível de novo e de novo (O negócio é difícil pra cacete).

Uma coisa muito legal é como os inimigos são variados no jeito de agir, tem diversos tipos de orcs e cada um agindo de uma forma diferente. Por exemplo tem o gigantão que pode vomitar em você, o arqueiro que pode incomodar muito enquanto você tá lutando com espadas, o Xamã que é capaz de lançar raios, e assim vai. Ao matá-los é possível pegar a arma deles e arremessar em outros, mas só pode carregar uma por vez.
O gráfico é muito lindo! Sem dúvidas um dos elementos que vai chamar a atenção logo de cara e que ajuda em tornar esse jogo não apenas uma obra seca, mas um jogo charmoso. É um estilo pixelizado de brilhar os olhos e que vez ou outra acontece uma cutscene (não animada) em que você pode ver os personagens com mais detalhes.

Enfim, tá aí uma pequena obra maravilhosa, no começo você pode pensar "Que porra é essa? '-' ", mas não demora muito pra se sentir desafiado pelo jogo e querer continuar, pois é do tipo que passa aquela sensação de jogo difícil mas que você sabe que morreu por vacilo e não por falta de otimização. Você pode dar uma conferida em mais informações e link de venda no site oficial da desenvolvedora.

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