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sexta-feira, 7 de agosto de 2015

[Conto] Os tentáculos de Arkham

Há quem diga que eu sou maluco, ou algo assim. Mas qualquer um que me conheça bem tem ciência da minha sanidade.
Eu digo que talvez até você, que lê esse texto, duvide da veracidade das informações. Não tentarei convencer aos incrédulos de que não sou um charlatão. Ora, o que está escrito verdade e ponto.
Quando alguém me pergunta em que eu acredito, tratando-se de religião, digo sinceramente que não sei.
Não sou daqueles ateus que acreditam no nada, o tal do niilismo, mas também não consigo acreditar que exista alguma criatura semelhante a que já foi registrada em alguma crença.
Você deve estar confuso até esse ponto e se pergunta por qual motivo eu escrevi esses primeiros parágrafos dessa forma. Pois bem, vou ser direto: eu tenho poderes paranormais. Eu sei, deve você não acreditar, mas como declarei anteriormente, o foco desse texto não é autenticar nada.
Oh, e antes que eu me esqueça, não vou falar meu nome, afinal não quero ser reconhecido por ninguém, muito pelo contrário, apenas contar minhas experiências, então me identificarei como L.
Eu posso ver a alma das pessoas. Vejo espíritos completos de aura negra em humanos cheios de maldições e sentimentos ruins, consigo enxergar ás vezes espíritos e vultos passeando pela cidade, mas estes são completamente subjetivos e abstratos, não passam de borrões, contudo a auras espirituais, oh sim eu as vejo, consigo saber se uma pessoa é boa ou ruim apenas de olhar.
Mas eis que se sucede um episódio um tanto anormal na minha vida. Não eram borrões nem auras, foi a coisa mais assustadora que eu já vivenciei.
Eu tinha 15 anos, lembro-me como se fosse ontem. Posso dizer que era um garoto especial e admirável, mas é isso o que todos dizem. Assumo bem que sempre fui um estudante mediano que mantinha pseudo-amizades para preservar a sua casca de pessoa sociável, mas estas não passavam de alguns colegas que conversavam comigo na saída e no intervalo, ás vezes durante a aula. Eu escondia esse meu poder paranormal das outras pessoas, pois não sabia eu como seria recebido, talvez fosse tachado como louco ou que eu devesse parar de assistir desenhos asiáticos.
Era uma sala superficialmente comum como todas as outras, assim como a escola. Não vou gastar linhas e linhas para descrever sobre todas as trivialidades inúteis. Vamos ao ponto: existia outro garoto estanho.
Ainda me lembro de seu nome, oh o seu bizarro e quase impronunciável nome, era Arkham.
Diferente de mim, ele não mantinha uma casca social que o obrigava a ser gentil com todas as pessoas, sempre foi o famoso esquisitão do fundo e antissocial. Era uma aluno excelente que sempre fazia todas as atividades, tirava dez em tudo, bem, mas quem se importa? Ele não tinha graça. A maior parte do tempo dormia ou se ocupava com distrações em sua carteira, como escrever, ler ou desenhar. Não falava com ninguém, a menos que fosse necessário. Todos os que já tinham feito algum tipo de trabalho escolar em conjunto com ele relataram que ele era absolutamente calado e mórbido.
Até aí tudo bem, todos nós já conhecemos alguém assim na escola. É aí que entra a minha visão especial.
Desde o primeiro dia de aula eu senti uma presença ameaçadora e sombria. Senti uma atmosfera pesada e quando observei aura a avassaladora e escura aura do tal garoto. Eram em formatos de tentáculos, que saíam da direção dele e pairavam sobre todo lugar onde ele andava, se esticavam e abraçavam a todos.
Ficavam balançando e se mexendo como se tivessem vida própria.
Eram mais visíveis que o normal, mais opacas e mais escuras, eu podia perceber até uma textura especial residente.
Tudo o que senti quando notei pela primeira vez foi medo. A sensação era inexplicável, era como se algo desconhecido e gigantesco aparecesse na sua frente. Mas posso resumir que o meu corpo foi dominado por puro e intenso medo.
Mas ele continuava sendo um garoto esquisitão com suas atividades triviais que não fazia mal a uma mosca.
Por estranho que pareça, nunca havia notado ninguém sendo afetado por aqueles longos tentáculos invisíveis.
 


Com o passar do tempo, me acostumei com a sua presença maligna e tentei ignorá-la.
Até que começaram a surgir estranhas anormalidades e os colegas que estudavam comigo começaram a adoecer por doenças diferentes todos gradativamente, até sobrar apenas eu e mais outros 10 alunos. Nessa época a professora de português obrigou que todos efetuassem pares para uma atividade, e como eu não era amigo importante de ninguém tive que ser a dupla dele.
Senti um arrepio ao perceber que só havíamos sobrado nós dois. Recebi um olhar fixo na minha direção como o de um tigre ao focar em sua presa.
Eu estaria sozinho na casa daquele ser sinistro e talvez fosse o último da minha vida.
Recebi um bilhete dele mesmo com o horário e um endereço de sua residência, era de um lado da cidade a qual eu nunca havia explorado.
Eu não esperava o que poderia encontrar, se ele poderia me encurralar pelos becos escuros, ou se ia me prender em algum calabouço, ou simplesmente me matasse enquanto nós estivéssemos sozinhos em algum cômodo, e então simplesmente meu corpo seria esquartejado e meus órgãos escondidos como no conto "O Coração Delator". A minha única certeza era que esse não seria mais um dia como outro qualquer, e nisso estava certo.
Eu poderia simplesmente não ir, mas algo me dizia que era necessário um encontro, como um compromisso com a verdade, talvez respostas sobre a minha visão inexplicável e aquela aura assustadora seriam esclarecidas. O que haveria de acontecer era uma incógnita.
No horário marcado, quatro horas da tarde, eu estava em frente á casa do tal Arkham. Não me limitarei na descrição de como era o tal objeto, pois não tinha nenhum elemento assustador ou sombrio como nas histórias macabras para assustar os leitores. Era só mais um domicílio como todos os outros, mas que nele residia o ser de más pretensões.
Por estranho que pareça, ele não parecia tão bem trajado e polido como era na escola, usava roupas extremamente casuais e aconchegantes, exibiu-me um esbelto sorriso e me cumprimentou.
Esse era outro garoto totalmente diferente que eu conheci na escola, não era o mesmo Arkham estranho e com a presença sinistra. Não notei sequer uma aura sombria nele. Fizemos nossa atividade e mesmo depois disso, ficamos horas conversando sobre trivialidades de forma que eu nunca tinha feito na minha vida. Não estava fingindo ser ninguém, eu estava realmente me divertindo! Parece que eu havia realmente esquecido que aquele garoto era um ser que estava a ser o meu executor, será que eu estava enganado? Senti-me envergonhado por estar suspeitando tanto por simplesmente Arkham ser um garoto menino que sentava no fundo, e esses tais poderes que eu admitia ter quem sabe eram apenas fruto da minha imaginação fértil e desenvolvida pela minha falta de aptidão social, ou quem sabe talvez um pretexto para me achar superior e evitar as pessoas quando na verdade elas me excluíam. Será que tudo aquilo não passava de placebo...?
Depois de horas conversando com o colega, notei que ja havia passado muito tempo e estava escurecendo. Fui solicitado para ser acompanhado até o ponto de ônibus para assim me despedir. Nós realmente estávamos ficando amigos.
Isso era o que eu pensava.
Bem, vou tentar ser o mais breve possível, tudo começou no ponto de ônibus, na escura e solitária noite.
Só estávamos nós dois naquele local no momento.
Tudo aconteceu muito rápido, numa fração de segundos. Ele voltou a exibir a sua mórbida expressão, e fitou os seus olhos no meu, como se quisesse entrar em mim. Percebi sua pupila dilatando e a aparência se transfigurando em algo grotesco. Eu não podeia me mexer, e ele também não se mexia, nada estava se movendo, eu teria... parado no tempo? Tudo a minha volta estava escurecendo, mas não como um desmaio, eu não estava tonto, era mais próximo ao momento em que você adormece, quando o cenário vai se esvaindo aos poucos.
Depois de um tempo, eu podia ver apenas escuridão. E completo silêncio. De repente, olhei a volta e estava em um lugar completamente diferente. Era como se eu estivesse sonhando ou algo assim.
Mas não era um sonho, afinal eu sentia uma atmosfera pesada, pisava em um chão fofo parecido com lama e sentia um cheiro horrível que eu nunca me esquecerei. Não me recordo de muitos detalhes, porém não se assemelhava em nada que eu já vi: era um lugar escuro, cheio de neblina, com colossais árvores que exibiam formas que de forma alguma eu tinha visto em qualquer tipo de vegetação - até mesmo enfrentavam as leis da física, o chão era coberto por uma gosma escura e pegajosa semelhante á algum tipo de lamaçal, haviam frações de ossos e crânios de criaturas que eu nem quero imaginar, e alguns gigantescos insetos rastejantes.
O motivo da minha falta de total lembrança de todos os atributos do cenário se deve ao fato de minha visão estar fixada na assustadora criatura que estava diante de mim. Se não fossem alguns vestígios como a sua altura e alguns traços característicos no rosto eu poderia muito bem dizer que não era Arkham, e sim um demônio irreconhecível. De fato, a criatura a minha frente era um monstro que exibia um sorriso maléfico de escárnio não era o mesmo garoto de antes. Aqueles tentáculos que antes pairavam sobre seu corpo e tinham a aparência translúcida dessa vez se materializavam na minha frente, eu poderia ver gotas escorrendo de suas pontas, sua textura escamosa e nojenta, e até mesmo sentir o seu cheiro (oh, aquele cheiro horrível de peixe morto que se impregnou em minhas narinas, disso sim eu me lembro bem, eu nunca mais na minha vida esquecerei de tal podridão; toda vez que me recordo sinto náuseas!). Era assombroso notar que gigantescos membros saíam das costas daquele adolescente de estatura mediana.
Sua pupila estava completamente dilatada, esta exibia uma coloração mais escura e esverdeada assim como sua pele e suas artérias e veias que pulsavam. Os dentes e as unhas dele se assemelhavam ás de uma fera, principalmente quando está prestes a atacar.
Ainda continuava-me fitando os seus olhos em mim, mas dessa vez exibia uma expressão mais maliciosa.
Eu não sabia o que fazer! Ainda chocado com a situação, tentei ir me afastando daquele estranho ser, andando para trás, mas para onde eu iria?
— Não há para onde fugir! — bradou a voz de trovão que vinha de lugar nenhum, mesmo que seus lábios se mexessem.
— Q-q-q-ue... l-uga-r...?
— Você está na dimensão paralela que intercala o mundo espiritual do carnal, somente aqui eu posso manifestar a minha verdadeira essência à algum ser da sua natureza.
Eu não sabia o que dizer. Tudo o que fiz foi instintivamente correr para algum dos lados, correr por trás de alguma árvore e me esconder naquela bizarra vegetação!
Mas antes que eu pudesse fazer algo, um dos escamosos, fedidos e gosmentos tentáculos me envolveu e me puxou.
Aos poucos fiquei frente-a-frente com o demônio, com aquele músculo denso me segurando.
— Sabe L, os humanos, eles são tão... fracos. — pressionou o tentáculo com mais força e senti meu corpo estralando.
— Mas você não... vale por mil homens, contém muita energia espiritual... o suficiente para eu me manifestar naquele seu mundozinho e fazer a festa. — disse pausadamente.
— V-você está querendo dizer que precisa de mim...? — disse, com a voz fraca
— Exatamente! Com a sua energia espiritual contida, eu não preciso mais apelar para truques baratos como fiz com os seus colegas...
Aos poucos, o seu órgão que me segurava foi se esgueirando até chegar na frente do meu rosto e eu já podia sentir suas gotas pingando na minha face. Argh!
— Tudo o que eu preciso...
Encostou na minha boca e foi forçando a sua abertura.
— É do seu coração ainda pulsando...
Oh não, tudo menos isso! Ele ia enfiar aquele monte de escamas pela minha garganta, perfurar meus órgãos internos e arrancar o meu coração!
Eu não poderia aceitar aquele tipo de morte, mesmo que eu tivesse uma chance mínima, iria resistir até o fim. Mordi-o com força e senti o gosto horrível de peixe morto queimando a minha língua. Nunca mais me esquecerei daquele gosto ardente. O monstro urrou de dor e me soltou imediatamente. Enquanto seu tentáculo mudava para uma cor escura, indicando que estava apodrecendo, eu me levantava bruscamente e voltava a correr com todas as minhas forças.
— Humano! Não consegue entender o quanto você é fraco! É único, mas comparado a minha grandiosidade você não é nada! — dessa vez ele bradava com ódio.
— Nesse local, eu sou invencível e não tem escapatória! Você será meu!
Eu não olhei para trás, mas podia ouvir o barulho das suas escamas se movendo pelo chão, usando seus tentáculos ele pôde ficar muito mais rápido e logo estava na minha frente novamente. Tentei me esconder no meio da densa vegetação que impossibilitava sua movimentação, mas logo após ter entrado nesse estreito caminho senti novamente aquela escama na minha perna me derrubando.
— Isso é realmente necessário? Não basta aceitar a sua morte?
Eu sabia que isso chegaria a algum fim uma hora, se ele me teletransportou para outra dimensão, deveria ter alguma regra ou condição, e eu haveria de insistir até voltar ao meu mundo. Segurei em uma espinhosa árvore com força mesmo que perfurasse as minhas mãos.
— Pare de resistir!
Ele colocou mais outros tentáculos para me puxar com força, mas acabou levando um pedaço da minha calça e meus calçados. Eu ainda estava resistindo, mesmo com as roupas rasgadas e sem meus tênis.
Levantei-me imediatamente e voltei a correr. Senti a fria e grudenta gosma negra que residia sobre a superfície do ambiente.
— Filho duma ****!
O demônio estava mais do que irado. Mas por qual motivo ele tinha tanta pressa? A situação nãos estava sobre controle? Logicamente sua fúria se devia ao fato de que ele estava prestes a perder algo, e eu suspeitava que tivesse algo que ele ainda não havia revelado sobre aquele lugar.
Todas as árvores foram sendo destroçadas pelos seus imensos músculos, ele atirou todos para todos os lados até que eu não pudesse mais para onde me esconder. Agressiva e rapidamente usou vários de seus tentáculos para me segurar com força, para garantir que dessa vez eu não iria escapar.
Levantou-me para o ar e deu uma demoníaca gargalhada.
Tudo paralisou. Eu estava face-a-face com a criatura que iria arrancar o meu coração ainda vivo. Aos poucos, tudo foi escurecendo, e quando eu notei... estava no ponto de ônibus novamente.
Ele me fitava com a mesma face de antes, senti que eu havia voltado no tempo, exatamente como estava!
Ora, e não é que eu estava certo mesmo?
Quando voltei ao estado normal, notei que não sentia mais aquele cheiro pútrido e que minhas roupas estavam sujas nem rasgadas. Eu não sei dar nem uma explicação, mas tenho certeza absoluta que estive lá e não era um sonho. Aquele garoto na minha frente era o próprio demônio e a primeira coisa que eu fiz foi instintivamente dar uma arrancada e ficar longe de Arkham, que voltou a ser o frágil menino.
Corri o máximo que eu podia, com toda a minha força de viver eu me movi e nem sequer olhava para trás para saber se estava sendo seguido.
Quando não aguentei mais e parei para respirar, olhei para trás e o vi correndo na minha direção com a fúria de mil búfalos.
— Humano miserável! Ainda não acabou!
Dessa vez ele não tinha tentáculos gigantescos nem voz de trovão, ainda havia esperança!
Mas mesmo assim sua velocidade era acima de qualquer humano, e novamente voltei a correr com mais força ainda. Eu não estava dando atenção para como algumas poucas pessoas que me observavam pelo bairro pensavam o que estava ocorrendo, provavelmente que eu era uma trombadinha ou algo assim, o que importava no momento era me livrar daquele ser que insistia em me perseguir.
Novamente quando me senti cansado, não hesitei e continuei correndo, mesmo sentindo minha respiração falhar e minhas gargantas queimando com o ar frio que eu bufava.
Continuei por muitos minutos correndo, até minha velocidade abaixar e por fim eu parar cansado. Olhei para trás e não vi vestígio de presença alguma. Não sei quando ele me parou de seguir, pois eu estava fazia muito tempo fugindo.
Resolvi voltar para a casa, dormir e pensar no que eu poderia fazer.
Quando cheguei, não cumprimentei meus parentes e fui direto para o meu quarto.
Eu estava tão exausto que pretendia dormir, mas o meu choque era tão grande que ainda não conseguia, tendo em vista isso resolvi pegar o controle, e trêmulo liguei o televisor.
Estava passando uma notícia.
“Um jovem com cerca de 14 anos morreu atropelado enquanto corria atrás de um ladrão.”
Era ele! Arkham! O demônio! Fugiu correndo pelas ruas sem olhar e veio a falecer em um acidente de trânsito!
Que irônico, um ser que se proclamava tão impotente em uma morte tão estúpida como essa.
Fui para a escola no dia seguinte e estranho, não havia ninguém de luto e sequer a professora comentou sobre a morte do garoto.
Todos os alunos que antes estavam doentes frequentavam a aula nesse dia. Estava um clima tão... casual.
No momento da chamada oral, o professor começou:
— Abel!
— Presente!
— Aline!
— Aqui!
— Bernard!
Espera, Bernard? Eu ouvi todos os alunos sendo chamados em ordem alfabética, ninguém faltou, mas... e Arkham?
Antes que o mestre começasse a falar, perguntei em voz alta para esconder o meu estado:
— Hey professor, não está esquecendo-se de alguém?
— Não, todos os alunos estão presentes, eu deveria?
Após uma breve olhada na lista de chamada, olhou-me novamente com um olhar interrogativo.
— Você sabe... Arkham...
— Isso é um nome?
Todos riram da minha estupidez, como se ninguém sequer tivesse ouvido falar nesse nome.
Senti como se eu estivesse sendo enganado. Ora, eu nunca fui louco, não me droguei, nem era um sonho, eu escrevo-lhes para comprovar a minha total sanidade e memória exata, não é uma invencionice!
É como se a existência dele estivesse sido apagada.
Dizem que sou louco! Mas não sou! Eu ainda posso sentir como se eu estivesse sendo observado por aquela presença sinistra e sempre que sinto o cheiro de peixe lembro-me deste episódio... Oh, o cheiro! Nunca ei de me esquecer daquele pútrido aroma! Essa é a prova de que ele existiu! E as auras... sim, eu as vejo! Mas ninguém acredita!
Eu não sei explicar o sentido de tudo isso, mas não quero investigar a fundo nem sequer me envolver em qualquer assunto paranormal na minha vida.

Autor: Drake Hoffmann

Esse é um dos contos que concorreu no concurso de contos de terror do blog.

3 comentários:

Matt Kist disse...

Você além de ser um trombadinha responsável pela morte de um garoto de 14 anos, ainda sofre de esquizofrenia, L. Ou deveria lhe chamar de Lauro!?
Vai te tratar, moleque.

Hehehe! Zoeira! Ótimo conto!

Mas sério, se isso aconteceu de verdade contigo, vai te tratar. =P

Miya Seat Lee disse...

Adorei o conto! Um dos melhores, se não tiver sido o melhor, na minha opinião...
Soube começar, desenvolver e terminar muito bem, a estória foi bem contada e era interessante, muito bom!

vitor amorim disse...

Referencias :v
Death note e batman nyufufufufu....