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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 12

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 12

Definitivamente não posso falar que fiz uma proposta de fuga, por outro lado não pretendo ser torturado, então é melhor ao menos tentar enrolar por enquanto. Ele parece prestes a dizer mais alguma coisa e me apresso em falar:

-Por favor, não me machuque, eu estava desesperado na hora e falei qualquer coisa.
-Eu duvido que qualquer coisa tenha sido o suficiente para sua vida ser poupada, agora fale exatamente o que você falou a ela.
-Implorei por minha vida, depois disse que a ajudaria a se livrar do resto.
-Só isso? E ela simplesmente aceitou?
-Eu... Eu não sei! Na hora do desespero eu falei qualquer coisa.
-Eu sabia que aquela desgraçada podia ser medrosa, mas não tanto, afinal de contas é uma guerreira de alto padrão, mas acho que dez contra um acabou sendo um número assustador demais, fazer o que né? Todos tem seus limites... Mas você só falou isso?
-Sim, depois apenas corri pela arena, tentei sobreviver, eu estava morrendo de medo, mal lembro o que vi.
-Entendo... Só mais uma coisa...

De repente ele me dá um soco no estômago que me faz cair de joelhos, logo depois sinto sua mão bater com força em meu pescoço, pressionando meu corpo contra a grade, e por fim sinto uma dor imensa ao sentir dois dedos passarem ao lado do meu globo ocular direito. Tento reagir, mas em meio a dor do soco e sua velocidade, é em vão e sinto os dedos se movendo e puxando meu olho para fora. Ouço um horrível som de carne sendo esticada, até que ele solta e sinto o meu olho pendurado, batendo em minha bochecha. É horrível, eu ainda consigo ver de forma distorcida com ele. O seguro e tento por de volta, mas rapidamente em meio ao desespero e dor, não tenho muita ideia do que está acontecendo. De repente ouço o homem dizer:

-Veja quem é que não está aqui, seja bem vinda a festa Ensis, estávamos falando de você.
-Que merda você está fazendo aqui?
-Olha o tom de voz querida... Cuidado, eu estava apenas batendo um papo com seu mais novo amiguinho. Mas a pergunta real é, o que você está fazendo aqui ao invés de estar reportando a vergonha de hoje? A coisa mais importante a se fazer é falar com seus superiores, não? Ou esse homem tem algo ainda mais importante para que você venha direto a ele?

1 - Ensis diz que precisa conversar a sós com o homem. Isso irá gerar desconfiança e essa informação poderá ser usada contra ela futuramente.
2 - Dizer que ele é parente dela. Isso tornará o homem um alvo constante que pode ser morto a qualquer momento, além de poder servir como alvo de chantagem futuramente.
3 - Mentir e dizer que já se reportou. Isso fará com que futuramente o homem possa questioná-la sobre o assunto em frente a seus superiores e deixá-la em maus lençóis.
4 - Falar que ouviu os gritos e veio ver o que estava acontecendo.
5 - Falar que tinha uma dívida com Acarium, que foi cumprida com ela poupando sua vida, depois se virar e sair.

Vocês tem até 23:00 de hoje para votar, por favor apontem os erros. *-* Esse conto se passa no mesmo universo do livro O céu não existe.