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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 07

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 06

Eu não tardo em agir, talvez essa seja a minha única chance, sei muito bem que fugir seria bom, uma ótima oportunidade, mas e depois? Como poderei conviver com isso? Infelizmente é uma escolha difícil e arriscada, mas que não posso deixar passar. Saco uma faca e corro em direção ao homem loiro, que agora está de costas, tentando se livrar da Virtude, que tenta agarrá-lo desajeitadamente, ouço o homem de armadura chamado Astir gritar:

-Eratur, atrás de você!

O loiro tenta olhar para mim, e desvia rapidamente do meu ataque, eu pretendia enfiar a faca em seu pescoço, mas apenas fiz um corte que se estende até a bochecha. O homem me dá um chute na barriga, que me lança para trás e faz com que eu perca o ar por um breve momento. Mas eu uso todas as minhas forças e me levanto, corro novamente em direção a ele, mas dessa vez, percebo que Astir vem em minha direção, e assim me afasto. Ele me olha rapidamente, mas se direciona para a Virtude e tenta atacá-la, mas sem obter muito sucesso, pois a criatura está em voo, apesar de muito próxima, gerando uma grande ventania e fazendo com que as chamas da fogueira não parem de dançar, o homem grita:

-Porra! Cadê o Turart com o arco dele?
-Ele deve estar voltando já, deve estar ouvindo essa gritaria!

Eu aproveito e mais uma vez corro em direção ao loiro, mas dessa vez ele parecia estar esperando, e se vira rapidamente, me atacando com a espada, eu me abaixo e ele tenta um segundo golpe, mas me lanço para trás. O homem vem em minha direção e percebo que  ele está bem frustrado. Me levanto rapidamente e vou em direção a ele, mas antes que eu consiga acertá-lo, ouço um barulho peculiar de algo cortando o ar, e então sinto uma imensa dor na perna, que me faz cair e sentir o gosto de terra na boca.

Ao olhar para baixo, vejo que há uma flecha atravessando minha perna esquerda, e logo percebo que o terceiro homem está voltando, surgindo de meio das sombras. Ele está sem capuz dessa vez e fico impressionada com a sua beleza, algo que é um tanto estranho, especialmente para um momento tão tenso, eu não deveria estar notando algo assim, mas que logo percebo ser fora do natural, pois ouço o loiro chamado Eratur dizer:

-Eu já falei para não ficar mostrando essa merda! É a condição de andar com a gente, cobre isso agora!

O homem coloca novamente o capuz, mas não tenho muito tempo para pensar sobre o que foi isso, pois, ele se aproxima de mim, me segura pela roupa e me levanta, dou um gemido de dor e ouço sua voz dizer:

-Tente fugir ou nos atacar e a próxima flecha é na garganta, agora fica quieta aí.

Ao dizer isso, ele dá um forte pisão na batata da minha perna ferida, fazendo com que eu possa ouvir o som do osso quebrando. Dou um grito muito alto, e caio no chão. A dor é insuportável, vejo um pedaço do meu osso exposto. A ventania bate sem parar, levantando poeira, e o som de lâminas correndo pelo ar é constante. Mas a criatura logo cai assim que começa a levar flechadas. Acho que começo a delirar e minha visão fica embaçada, mas percebo que Eratur se aproxima de mim, ele parece bem cansado, mas mantém o seu sorriso desagradável e fala:

-Parabéns garota, você conseguiu sua vingancinha, me deu uma cicatriz por ter furado o seu amiguinho todo, não vou esquecer de você, mas tanto faz não é mesmo? Eu pensava em só me divertir com você um pouco e te largar, mas agora acho que vou querer lucrar um pouco, então vamos te vender, apesar de você estar meio danificada né? Então me diga, que você vai querer ser? Uma escrava sexual que irá ser usada e abusada porém em segurança? Uma escrava padrão que te deixará nas mãos de seus mestres? Ou quem sabe uma prisioneira de arena usada em lutas mas que pode conquistar a liberdade um dia?

1 - Escrava sexual
2 - Escrava padrão
3 - Prisioneira de arena

Pessoal, pensem bem na resposta desse capítulo, pois pretendo conduzir o estilo de narrativa bastante baseado nele. Vocês tem até onze da noite de hoje para votar. Esse conto se passa no mesmo universo do livro O céu não existe.

14 comentários:

Patrick disse...

1

Eric Costa disse...

3

macarrao837 Tribo Fu disse...

1

macarrao837 Tribo Fu disse...

Sky (minha conta fale q eu to usando) mano vi que muitas pessoas (inclusive eu) estao odiando a personagem...Minha alternativa e vc matar ela e criar um personagem...sei lá mais atraente que tenha algum parentesco com ladur ai vc conta a historia dele...#voltaladur

Iana Neri disse...

1

Miya Seat Lee disse...

Se no universo onde se ambienta a história, a mulher só serve para o prazer, diversão ou trabalho doméstico, não faz a menor diferença qual destino a aguarda.

Dorgado disse...

2

Ruan Carvalho disse...

3 POR QUE EU QUERO VER ELA SER EMPALADA!

alan david disse...

3

alan david disse...

#voltaladur

franklin felix disse...

1

zingame eskimo disse...

3

Kevin Keller disse...

Pequeno erro na parte em que fala "[...]mas se direcional para a Virtude[...]" e na parte em que fala "[...]levantando poeira e o som de lâminas correndo pelo ar é constantes, mas a criatura[...]" Alias não seria melhor se tivesse um ponto entre "levantando poeira e o som de"?

Skywalkerpg disse...

Retocado, valeu! =D