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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A terra em que Deus mentiu - Capítulo 06

Esse é um conto interativo onde após a leitura de cada capítulo, os leitores votam na decisão que o personagem tomará para a continuação. Antes de começar, leia o que veio anteriormente:


Por favor, leiam e apontem qualquer erro de português ou digitação, não precisam dizer em que linha está, apenas escrever o trecho e o acharei, isso garantirá que leitores que venham depois, possam ter uma leitura mais agradável.

Capítulo 06

Eu me abaixo rapidamente e volto a cuidar do meu irmão, é melhor simplesmente fingir que estou apenas preocupada com ele, pois parecem não demonstrar tanto interesse em mim, não posso simplesmente sair correndo e deixar Iteno aqui, assim como não adiantaria de nada tentar atacá-los, eles já mostraram o que são capazes de fazer. É claro que não tenho esperança de sair ilesa disso e alguma coisa irei perder, mas acho melhor cooperar, não adianta lamentar o ocorrido. Ouço então o homem de armadura e cara deformada por fogo dizer:

-Pra que alguém carregaria esse monte de flores?

O homem loiro fica parado por um instante, cheira um pouco alguns dos sacos e então olha pra mim com uma cara de surpresa e aquele desagradável sorriso em seu rosto, depois cheira de novo, olha ao redor, como se procurando por algum detalhe no acampamento improvisado e então me fala:

-Eu já senti esse cheiro em algum lugar, onde foi?
-São flores coletadas em Masaya.
-Masaya! Claro, essa cidade é maravilhosa, as garotas de lá são as mais safadas do reino com certeza, mas você não tem cara de ser safada meu bem, o seu namoradinho degolado fazia muitas safadezas com você?

Eu baixo a cabeça e continuo cuidando do meu irmão, ele parece estar desesperado com o que está acontecendo, espero que não tente nada, pois mal tem forças para comer. O homem se aproxima então bruscamente de mim, joga o capuz do meu manto para trás e me segura pelo cabelo dizendo:

-Ora, temos uma ruivinha aqui, até que ela é bonitinha! Mas então meu bem, eu estou falando com você, não o idiota aqui.

Ele diz isso e dá um soco na barriga do meu irmão, o que me assusta e faz com que eu tente me jogar na frente, mas ele segura forte e diz para o outro homem:

-Astir, acho que essa aqui é uma daquelas safadas de Masaya, o que acha que devemos fazer com ela e com o amiguinho dela aqui?
-Se você tocar nele...
-Olha só! A garota tem garras, vai fazer o que? Nos matar? Ou vai mandar seu amiguinho aqui nos dar uma surra? Parece que hoje todo mundo está meio irritadinho não é Astir?

O outro homem saca um punhal e se aproxima, falando:

-Parece que a morte está por toda parte hoje, primeiro Ladur, agora a menininha!

Ele me segura pelo cabelo e o loiro do sorriso constante sai. O homem de armadura rapidamente me deita no chão com uma puxada de cabelo e coloca seu corpo em cima do meu, para começar a passar o punhal em minha testa. Eu grito, a dor é insuportável, acho que ele vai arrancar um pedaço de minha pele fora, e tento reagir, eu me debato, mas ele me dá um forte tapa na cara e continua a passar o punhal, até que repentinamente para e sai de cima de mim. Os dois ficam em pé ao meu lado e sorriem, até que o loiro diz:

-Mas então vagabunda, agora vamos falar um pouco sério, eu achei diversos sacos aromáticos como esses nos destroços da estrada, o que você queria? Roubar?
-Eu precisava de remédio para meu irmão. - Falo tentando não choramingar.
-E resolveu foder com todo mundo para isso, não é?
-Me desculpa, eu só queria salvar ele.
-Ah querida, é o que você queria? Pois eu tenho o remédio certo aqui!

Após dizer isso, ele desembainha uma espada e antes que eu possa dizer qualquer coisa, enfia no pescoço do meu irmão. Eu me levanto rapidamente, enquanto grito e vou em direção a ele, mas Astir me segura pelo ombro e puxa de volta. O homem loiro então diz:

-Primeiro nós temos que drenar o sangue impuro de seu irmão, por isso vamos abrir espaço.

Ele começa a levantar e baixar a lâmina em várias partes do corpo do meu irmão, peito, barriga, braços, pernas... Ele faz diversos furos e percebo que já está morto. Logo depois fica parado por um segundo e o empurra com o pé, como se conferindo se ainda estivesse vivo, mas ao perceber que não há uma reação. Após isso me olha e fala:

-Lamento querida, acho que seu irmão não vai voltar para o jantar, eu tentei, tentei mesmo, só que não deu.
-Seu filho da puta!
-Mas que grosseria! - Diz ele dando um soco no meu rosto, que me faz cair. - Lave essa boca menininha!

De repente um som muito familiar faz com que ele se cale, ambos os homens entram em posição de combate e vejo as folhas das árvores acima de nós se abrirem enquanto enormes asas surgem. Um alado desce bem em cima de Astir, que desvia, mas é pego pela perna. Me afasto e eles começam a lutar, as enormes asas da Virtude balançam e geram uma ventania fazendo com que as chamas da fogueira balancem nervosamente.

1 - Checar se o irmão morreu mesmo.
2 - Correr.
3 - Pegar suprimentos e correr.
4 - Aproveitar para tentar atacar o homem que matou seu irmão enquanto está distraído.

Por favor, apontem erros no texto, vocês tem até onze da noite para votar, esse conto se passa no mesmo universo do livro O céu não existe.

8 comentários:

Eric Costa disse...

3

Guilherme Dias Gomes disse...

4 - Não gostei da personagem e acredito que assim acabará morrendo logo.

Patrick disse...

4

franklin felix disse...

3

macarrao837 Tribo Fu disse...

Empatou...como nunca comento nessa bagaça eis minha opniao: 4

alan david disse...

Não curti a personagem, #voltaladur :/ 4

Kevin Keller disse...

Pequeno erro na parte em que diz "[...]desembainha uma espada e antes que eu possa dizer qualquer coisa, enfiando no pescoço do meu irmão." Na parte em que é dito "enfiando" não deveria ser a enfia?

Skywalkerpg disse...

Aham, arrumei, obrigado! =D