Quem tem uma cópia original de Metroid Prime 2: Echoes guardada em casa pode finalmente dar um destino mais nobre para aquele disco. Isso porque existe um projeto chamado Echoes Unbound, que permite transformar o clássico da Nintendo em um jogo nativo para PC, sem precisar recorrer a emuladores.
Lançado originalmente em 2004 para Nintendo GameCube, Metroid Prime 2: Echoes foi desenvolvido pela Retro Studios e publicado pela Nintendo. A aventura coloca Samus Aran no planeta Aether, que possui duas dimensões, uma de luz e outra de escuridão. O jogador precisa explorar os dois mundos, alternando entre eles para encontrar passagens, resolver desafios e enfrentar criaturas que habitam cada realidade. Essa mecânica dá uma identidade própria à aventura e muda bastante a maneira de explorar os cenários.
O combate também recebeu novidades, incluindo raios de luz e escuridão, cada um com propriedades diferentes e vantagens contra determinados inimigos. Existe ainda o Annihilator Beam, que combina as duas energias. Outra novidade foi a presença de personagens dublados e um modo multiplayer competitivo para até quatro jogadores, algo bastante diferente para uma franquia conhecida por suas aventuras solitárias. O jogo foi muito bem recebido pela crítica, alcançando nota 92 no Metacritic e recebendo diversos reconhecimentos entre os melhores títulos de GameCube de 2004.
Apesar de também ter recebido uma versão para Wii através da coletânea Metroid Prime Trilogy, a aventura permaneceu restrita aos consoles da Nintendo. No computador, os interessados precisavam recorrer à emulação, especialmente com ferramentas como Dolphin e PrimeHack, que permitiam jogar com teclado e mouse e adaptar a experiência aos monitores modernos. O Echoes Unbound muda essa situação através de uma conversão nativa construída a partir do trabalho de descompilação do projeto PrimeDecomp. Com isso, o jogo pode ser executado diretamente no computador, sem depender de um emulador. O responsável pelo projeto é Odran, que também criou uma conversão nativa do primeiro Metroid Prime.
Entre as melhorias estão suporte a tela widescreen com HUD adaptada, taxa de quadros desbloqueada, interpolação de quadros, resolução dinâmica, antialiasing, filtragem anisotrópica e campo de visão ajustável. Nos controles, há mira com mouse e teclado, dois analógicos, giroscópio, mira livre durante o travamento de inimigos e personalização completa dos comandos. Também existem opções para pular cenas e transições entre os mundos, acelerar algumas ações, alterar as cores dos trajes, utilizar salvamentos rápidos e importar ou exportar arquivos de memória. O projeto ainda oferece suporte a modificações, pacotes de texturas em alta definição e um modo de fotografia com câmera livre. É tanta opção que Samus vai precisar de mais tempo escolhendo configurações do que demorava para atravessar aquele maldito planeta.
O Echoes Unbound possui compilações para Windows, Linux, macOS e Android, permitindo aproveitar a aventura em diferentes tipos de computador e dispositivos. Para utilizar o projeto, é necessário fornecer sua imagem de disco da sua própria cópia original de Metroid Prime 2: Echoes para GameCube ou da coletânea Metroid Prime Trilogy para Wii. Os arquivos comerciais não acompanham a conversão, que utiliza o jogo original como base para executar a aventura. Assim, quem guardou aquele disco por todos esses anos finalmente pode revisitar Aether sem precisar ressuscitar um GameCube que provavelmente está mais empoeirado que uma tumba Chozo.
Lançado originalmente em 2004 para Nintendo GameCube, Metroid Prime 2: Echoes foi desenvolvido pela Retro Studios e publicado pela Nintendo. A aventura coloca Samus Aran no planeta Aether, que possui duas dimensões, uma de luz e outra de escuridão. O jogador precisa explorar os dois mundos, alternando entre eles para encontrar passagens, resolver desafios e enfrentar criaturas que habitam cada realidade. Essa mecânica dá uma identidade própria à aventura e muda bastante a maneira de explorar os cenários.
O combate também recebeu novidades, incluindo raios de luz e escuridão, cada um com propriedades diferentes e vantagens contra determinados inimigos. Existe ainda o Annihilator Beam, que combina as duas energias. Outra novidade foi a presença de personagens dublados e um modo multiplayer competitivo para até quatro jogadores, algo bastante diferente para uma franquia conhecida por suas aventuras solitárias. O jogo foi muito bem recebido pela crítica, alcançando nota 92 no Metacritic e recebendo diversos reconhecimentos entre os melhores títulos de GameCube de 2004.
Apesar de também ter recebido uma versão para Wii através da coletânea Metroid Prime Trilogy, a aventura permaneceu restrita aos consoles da Nintendo. No computador, os interessados precisavam recorrer à emulação, especialmente com ferramentas como Dolphin e PrimeHack, que permitiam jogar com teclado e mouse e adaptar a experiência aos monitores modernos. O Echoes Unbound muda essa situação através de uma conversão nativa construída a partir do trabalho de descompilação do projeto PrimeDecomp. Com isso, o jogo pode ser executado diretamente no computador, sem depender de um emulador. O responsável pelo projeto é Odran, que também criou uma conversão nativa do primeiro Metroid Prime.
Entre as melhorias estão suporte a tela widescreen com HUD adaptada, taxa de quadros desbloqueada, interpolação de quadros, resolução dinâmica, antialiasing, filtragem anisotrópica e campo de visão ajustável. Nos controles, há mira com mouse e teclado, dois analógicos, giroscópio, mira livre durante o travamento de inimigos e personalização completa dos comandos. Também existem opções para pular cenas e transições entre os mundos, acelerar algumas ações, alterar as cores dos trajes, utilizar salvamentos rápidos e importar ou exportar arquivos de memória. O projeto ainda oferece suporte a modificações, pacotes de texturas em alta definição e um modo de fotografia com câmera livre. É tanta opção que Samus vai precisar de mais tempo escolhendo configurações do que demorava para atravessar aquele maldito planeta.
O Echoes Unbound possui compilações para Windows, Linux, macOS e Android, permitindo aproveitar a aventura em diferentes tipos de computador e dispositivos. Para utilizar o projeto, é necessário fornecer sua imagem de disco da sua própria cópia original de Metroid Prime 2: Echoes para GameCube ou da coletânea Metroid Prime Trilogy para Wii. Os arquivos comerciais não acompanham a conversão, que utiliza o jogo original como base para executar a aventura. Assim, quem guardou aquele disco por todos esses anos finalmente pode revisitar Aether sem precisar ressuscitar um GameCube que provavelmente está mais empoeirado que uma tumba Chozo.
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