Zombicide: Chronicles transforma o universo de Zombicide em um RPG de mesa focado na sobrevivência em meio a um apocalipse zumbi. Em vez de controlar sobreviventes seguindo apenas as regras do jogo de tabuleiro, cada jogador cria e interpreta seu próprio personagem, participa das decisões do grupo e ajuda a construir a história durante as aventuras.
O Livro Básico reúne as regras para criar personagens, conduzir missões, enfrentar zumbis e explorar a cidade. Dá para criar um sobrevivente do zero ou escolher personagens prontos, enquanto o sistema usa atributos, habilidades, equipamentos e evolução para definir o que cada personagem consegue fazer. A ideia é ter regras acessíveis sem transformar uma sessão de RPG numa aula de contabilidade pós-apocalíptica.
Os personagens possuem atributos como Músculos, Miolos e Bravura, além de competências como Atletismo, Atitude, Histórico, Combate, Percepção e Sobrevivência. Essas características são usadas nas ações realizadas durante as missões, que vão desde lutar e atirar até vasculhar locais, encontrar coisas, consertar equipamentos e cuidar de companheiros. O sistema também utiliza Estresse e Adrenalina para representar a pressão e a evolução dos sobreviventes durante as aventuras.
As partidas são divididas entre a Fase de Missão e a Fase de Abrigo. Na primeira, o grupo sai para explorar a cidade, procurar recursos, cumprir objetivos e enfrentar os mortos-vivos. No abrigo, os sobreviventes podem se preparar para novas missões, administrar recursos e cuidar dos personagens. Isso cria um ciclo constante de sair para se meter em problema, voltar vivo e depois decidir qual será a próxima ideia questionável do grupo.
A campanha acontece em uma grande metrópole dividida em dez áreas, oferecendo diferentes regiões para explorar e cenários para as missões. O grupo pode encontrar outros sobreviventes, procurar equipamentos e enfrentar diferentes tipos de zumbis enquanto tenta atravessar esse cenário sem transformar a ficha do personagem em uma lembrança.
Uma das características mais legais é a possibilidade de aproveitar componentes dos próprios jogos de tabuleiro Zombicide. Miniaturas de sobreviventes e zumbis, peças de cenário e outros componentes podem ser usados para representar os personagens e os acontecimentos da aventura. Quem já possui uma coleção pode simplesmente tirar aquele exército de miniaturas da caixa e colocar tudo em cima da mesa.
A edição brasileira de Zombicide: Chronicles é publicada pela Galápagos e traz o Livro Básico em português. Ele funciona como o ponto de partida para jogar o RPG, reunindo as regras, criação de personagens, sistema de evolução, combate, exploração e material necessário para o Mestre conduzir as aventuras.
Bom, Chronicles pega a fórmula de Zombicide e dá liberdade para os jogadores decidirem quem são seus sobreviventes e o que farão dentro daquele mundo. Em vez de apenas mover miniaturas pelo cenário seguindo uma missão definida, cada grupo pode criar sua própria história, tomar decisões, desenvolver os personagens e descobrir até onde consegue chegar antes que a cidade inteira resolva aparecer na porta.
O Livro Básico reúne as regras para criar personagens, conduzir missões, enfrentar zumbis e explorar a cidade. Dá para criar um sobrevivente do zero ou escolher personagens prontos, enquanto o sistema usa atributos, habilidades, equipamentos e evolução para definir o que cada personagem consegue fazer. A ideia é ter regras acessíveis sem transformar uma sessão de RPG numa aula de contabilidade pós-apocalíptica.
Os personagens possuem atributos como Músculos, Miolos e Bravura, além de competências como Atletismo, Atitude, Histórico, Combate, Percepção e Sobrevivência. Essas características são usadas nas ações realizadas durante as missões, que vão desde lutar e atirar até vasculhar locais, encontrar coisas, consertar equipamentos e cuidar de companheiros. O sistema também utiliza Estresse e Adrenalina para representar a pressão e a evolução dos sobreviventes durante as aventuras.
As partidas são divididas entre a Fase de Missão e a Fase de Abrigo. Na primeira, o grupo sai para explorar a cidade, procurar recursos, cumprir objetivos e enfrentar os mortos-vivos. No abrigo, os sobreviventes podem se preparar para novas missões, administrar recursos e cuidar dos personagens. Isso cria um ciclo constante de sair para se meter em problema, voltar vivo e depois decidir qual será a próxima ideia questionável do grupo.
A campanha acontece em uma grande metrópole dividida em dez áreas, oferecendo diferentes regiões para explorar e cenários para as missões. O grupo pode encontrar outros sobreviventes, procurar equipamentos e enfrentar diferentes tipos de zumbis enquanto tenta atravessar esse cenário sem transformar a ficha do personagem em uma lembrança.
Uma das características mais legais é a possibilidade de aproveitar componentes dos próprios jogos de tabuleiro Zombicide. Miniaturas de sobreviventes e zumbis, peças de cenário e outros componentes podem ser usados para representar os personagens e os acontecimentos da aventura. Quem já possui uma coleção pode simplesmente tirar aquele exército de miniaturas da caixa e colocar tudo em cima da mesa.
A edição brasileira de Zombicide: Chronicles é publicada pela Galápagos e traz o Livro Básico em português. Ele funciona como o ponto de partida para jogar o RPG, reunindo as regras, criação de personagens, sistema de evolução, combate, exploração e material necessário para o Mestre conduzir as aventuras.
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