Paspocalypse é um curta-metragem de terror holandês que pega uma das ideias mais simples e eficientes do gênero e transforma isso em uma bela desgraça para quem tem medo de olhar para trás. A história acompanha uma mulher que trabalha como faxineira durante a noite em um prédio de escritórios completamente vazio. O lugar já seria assustador por natureza, mas aí aparece uma coisa que definitivamente não deveria estar ali, uma estátua de manequim que parece ter alguma dificuldade em respeitar as leis básicas da realidade.
A criatura funciona com uma regra conhecida pelos fãs de terror e ficção científica. Enquanto está sendo observada, ela permanece parada. Quando ninguém está olhando, pode se mover. É uma ideia que lembra imediatamente os Anjos Lamentadores de Doctor Who e o SCP-173, duas criaturas famosas justamente por transformar o simples ato de desviar o olhar em uma péssima decisão de vida. Paspocalypse não precisa inventar uma explicação gigantesca para isso. Basta colocar uma pessoa sozinha em um prédio vazio e dar a ela um motivo para nunca mais piscar em paz.
Paspocalypse é uma produção holandesa da Het Shot, produtora que trabalha com cinema e publicidade nos Países Baixos. O curta foi dirigido por Jasper ten Hoor e Ivan Hidayat, com Wendy Ruijfrok no papel da protagonista. A história não tem diálogos e usa seus poucos minutos para construir a situação em torno da criatura e da regra de que ela só pode se mover quando não está sendo observada. Sinceramente, um daqueles curtas bem gostosinhos pra ter uma pequena dose de filme de terror à noite.
A duração curta ajuda bastante na proposta. Em vez de gastar tempo explicando de onde veio a criatura, por que ela funciona daquele jeito ou qual maldição ancestral decidiu transformar um manequim em um problema trabalhista, o filme coloca a situação em movimento e deixa a tensão fazer o trabalho. A faxineira encontra o manequim, tenta se livrar dele e percebe que não vai rolar . A partir daí, o prédio vazio vira um enorme jogo de gato e rato.
A produção de 2024 circulou por festivais de cinema fantástico e de terror, passando por eventos como Grimmfest, Imagine Film Festival, Fantaspoa e Molins Horror Film Festival. No Molins, Paspocalypse recebeu o Prêmio do Público Manel Gibert na competição de curtas.
E Paspocalypse não ficou apenas passeando por festival para cumprir tabela. O curta também ganhou o prêmio de Melhor Curta Internacional no Dunwich Horror Fest, além de Melhor Curta Internacional no Austin Horror Film Festival e Melhor Filme no Island of Horror Film Fest. Nada mal para uma história de poucos minutos sobre uma faxineira que só queria fazer o trabalho dela sem precisar ficar encarando uma criatura demoníaca para não morrer.
Bom, Paspocalypse trabalha com uma ideia que o terror já provou várias vezes ser ótima, transformar uma ação banal em algo assustador. Olhar para uma estátua normalmente não exige nenhuma habilidade especial. Aqui, porém, desviar os olhos por alguns segundos pode ser o suficiente para transformar uma noite comum de trabalho em uma situação completamente ferrada. E tudo isso cabe em poucos minutos, sem precisar de uma criatura de quinze metros berrando na tela para avisar que você deveria estar com medo.
A criatura funciona com uma regra conhecida pelos fãs de terror e ficção científica. Enquanto está sendo observada, ela permanece parada. Quando ninguém está olhando, pode se mover. É uma ideia que lembra imediatamente os Anjos Lamentadores de Doctor Who e o SCP-173, duas criaturas famosas justamente por transformar o simples ato de desviar o olhar em uma péssima decisão de vida. Paspocalypse não precisa inventar uma explicação gigantesca para isso. Basta colocar uma pessoa sozinha em um prédio vazio e dar a ela um motivo para nunca mais piscar em paz.
Paspocalypse é uma produção holandesa da Het Shot, produtora que trabalha com cinema e publicidade nos Países Baixos. O curta foi dirigido por Jasper ten Hoor e Ivan Hidayat, com Wendy Ruijfrok no papel da protagonista. A história não tem diálogos e usa seus poucos minutos para construir a situação em torno da criatura e da regra de que ela só pode se mover quando não está sendo observada. Sinceramente, um daqueles curtas bem gostosinhos pra ter uma pequena dose de filme de terror à noite.
A duração curta ajuda bastante na proposta. Em vez de gastar tempo explicando de onde veio a criatura, por que ela funciona daquele jeito ou qual maldição ancestral decidiu transformar um manequim em um problema trabalhista, o filme coloca a situação em movimento e deixa a tensão fazer o trabalho. A faxineira encontra o manequim, tenta se livrar dele e percebe que não vai rolar . A partir daí, o prédio vazio vira um enorme jogo de gato e rato.
A produção de 2024 circulou por festivais de cinema fantástico e de terror, passando por eventos como Grimmfest, Imagine Film Festival, Fantaspoa e Molins Horror Film Festival. No Molins, Paspocalypse recebeu o Prêmio do Público Manel Gibert na competição de curtas.
E Paspocalypse não ficou apenas passeando por festival para cumprir tabela. O curta também ganhou o prêmio de Melhor Curta Internacional no Dunwich Horror Fest, além de Melhor Curta Internacional no Austin Horror Film Festival e Melhor Filme no Island of Horror Film Fest. Nada mal para uma história de poucos minutos sobre uma faxineira que só queria fazer o trabalho dela sem precisar ficar encarando uma criatura demoníaca para não morrer.
Bom, Paspocalypse trabalha com uma ideia que o terror já provou várias vezes ser ótima, transformar uma ação banal em algo assustador. Olhar para uma estátua normalmente não exige nenhuma habilidade especial. Aqui, porém, desviar os olhos por alguns segundos pode ser o suficiente para transformar uma noite comum de trabalho em uma situação completamente ferrada. E tudo isso cabe em poucos minutos, sem precisar de uma criatura de quinze metros berrando na tela para avisar que você deveria estar com medo.
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Veja mais coisas interessantes aqui. E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais:




