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Alice in Borderland | Mangá frenético que deu origem ao anime e série live action da Netflix

O mangá Alice in Borderland (em japonês, Imawa no Kuni no Arisu) é criação de Haro Aso e foi publicado pela Shogakukan. A obra começou na revista Shonen Sunday S e depois migrou para a Weekly Shonen Sunday, consolidando seu espaço com uma mistura de suspense, ficção e desafios que exigem lógica e sangue-frio. No Brasil, a edição da JBC apresenta o título em formato “big”, reunindo dois volumes japoneses em um só, com cerca de 330 páginas por volume e acabamento de capa cartonada.

A publicação no Japão teve início em 2010 e seguiu com capítulos semanais a partir de 2015, sendo compilada em 18 volumes. Essa estrutura ajudou a obra a desenvolver arcos de jogos variados, cada um com regras próprias e impacto direto no desenvolvimento dos personagens. A edição brasileira foi feita para fechar em 9 volumes, mantendo o conteúdo integral da história.

A trama acompanha Arisu em uma Tóquio paralela, o Borderland, onde a sobrevivência depende de vencer jogos que testam tanto raciocínio quanto resistência. O título em inglês, Alice in Borderland, ficou popular por causa da adaptação em live-action, mas o mangá sustenta sua força por conta do equilíbrio entre ação e estratégia, lembrando a tensão de obras como Gantz e a lógica de Liar Game. A construção dos jogos, com regras claras e consequências duras, é um dos pontos que mais chamam atenção entre leitores que curtem desafios mentais e cenários de alto risco.

Para quem acompanha lançamentos no Brasil, a JBC destaca que a coleção nacional é completa, mas pode gerar confusão exatamente pelo fato de que tem um formato diferente. Cada edição conta com mais conteúdo, pois sempre são duplas. Portanto quem chegar ao volume 9, não precisa se preocupar, ali é o fim mesmo. O material cobre toda a jornada de Arisu e seus aliados, mantendo a progressão dos desafios e a evolução das motivações dos personagens.

No geral, Alice in Borderland se posiciona como um mangá de suspense com foco em jogos de sobrevivência, publicado originalmente pela Shogakukan e finalizado em 18 volumes no Japão. A edição brasileira preserva a obra integral e reforça o interesse de quem busca histórias intensas com regras, estratégias e consequências bem definidas. Para referência rápida: autor Haro Aso, demografia shonen, publicação iniciada em 2010, e presença marcante nas revistas Shonen Sunday S e Weekly Shonen Sunday.
 
Além da versão original em mangá, Alice in Borderland já foi adaptado para diferentes formatos. Em 2014 ganhou um anime em OVA de dois episódios, produzido pelos estúdios Silver Link e Connect, que apresentou uma parte inicial da história. Mais tarde, a obra chegou à Netflix em forma de série live-action, com temporadas que ampliaram a popularidade mundial do título. Cada adaptação oferece uma experiência distinta: o OVA funciona como uma introdução rápida ao universo criado por Haro Aso, enquanto a série explora os personagens e os jogos de forma mais extensa, ajudando a consolidar o mangá como referência no gênero de sobrevivência.

Enfim, é uma daquelas leituras que normalmente é apreciada pelo público que curte cultura pop japonesa e mangás de sobrevivência com foco em estratégia, especialmente leitores que já se interessaram por títulos como Gantz ou Liar Game e querem uma obra que combina tensão constante com jogos inteligentes.

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