Schedule I é um jogo desenvolvido pela TVGS (Tyler’s Video Game Studio), uma desenvolvedora australiana que acabou chamando atenção por apostar em ideias ousadas e pouco convencionais. O título foi lançado em acesso antecipado em março de 2025 e já conquistou rapidamente uma base sólida de jogadores, especialmente em plataformas de streaming como Twitch e TikTok, onde se tornou popular justamente pela mistura de caos urbano e gerenciamento estratégico.
O jogo se apresenta como um simulador econômico e de crime em mundo aberto, com forte inspiração em títulos de gestão como Drug Dealer Simulator e elementos de expansão de império que lembram Grand Theft Auto em sua vertente de negócios. A proposta é colocar o jogador no papel de alguém que começa pequeno, vendendo drogas em Hyland Point, uma cidade fictícia de atmosfera decadente e cheia de perigos, e que precisa crescer até se tornar um verdadeiro chefão. Para isso, é necessário investir em propriedades, contratar funcionários, automatizar processos e lidar com rivais e forças policiais.
Um dos pontos que mais chamam atenção é o equilíbrio entre mecânicas de gerenciamento e a liberdade de explorar a cidade. O jogador pode andar, patinar ou dirigir para distribuir produtos, mas também pode delegar tarefas a vendedores contratados, criando uma rede de distribuição que cresce conforme o investimento. Essa combinação de microgestão com exploração lembra o estilo de Empire of Sin, mas com uma pegada mais voltada para o humor ácido e situações caricatas.
Outro detalhe interessante é o sistema de produção, que permite criar diferentes variantes de drogas, cada uma com propriedades específicas. Essa mecânica adiciona profundidade ao jogo, já que não se trata apenas de vender, mas também de experimentar receitas e otimizar a operação. Além disso, o título não se limita ao aspecto econômico: há confrontos diretos com cartéis rivais e a constante pressão da polícia, o que adiciona tensão e imprevisibilidade à experiência.
Schedule I também se destaca por sua estética. O visual é construído em cima da engine Unity, com uma direção artística que reforça o clima sujo e urbano de Hyland Point. Embora não seja um jogo que impressione pelo realismo gráfico, a ambientação cumpre bem o papel de transmitir a sensação de estar em um submundo perigoso e cheio de oportunidades. E o design dos personagens (todo mundo com cara de drogado), no fim acaba sendo uma marca própria.
Vale mencionar que o jogo recebeu avaliações EXTREMAMENTE positivas na Steam, com muitos jogadores destacando a originalidade da proposta e a diversão em experimentar diferentes estratégias para expandir o império. Em um certo ponto, chegou a 98% de aprovação, mas mesmo descendo, não fica muito menos que isso. Essa recepção favorável ajudou a consolidar sua presença no cenário indie, mostrando que mesmo um estúdio relativamente pequeno pode criar algo que se destaque em meio a tantos simuladores e jogos de crime.
Enfim, Schedule I é um simulador de crime e negócios que acabou se destacando demais. É um daqueles game indie que surgem de vez em quando e conseguem conquistar do nada uma legião de fãs. Combina gerenciamento, exploração e humor ácido em um mundo aberto. O jogo está disponível para PC via Steam.
O jogo se apresenta como um simulador econômico e de crime em mundo aberto, com forte inspiração em títulos de gestão como Drug Dealer Simulator e elementos de expansão de império que lembram Grand Theft Auto em sua vertente de negócios. A proposta é colocar o jogador no papel de alguém que começa pequeno, vendendo drogas em Hyland Point, uma cidade fictícia de atmosfera decadente e cheia de perigos, e que precisa crescer até se tornar um verdadeiro chefão. Para isso, é necessário investir em propriedades, contratar funcionários, automatizar processos e lidar com rivais e forças policiais.
Um dos pontos que mais chamam atenção é o equilíbrio entre mecânicas de gerenciamento e a liberdade de explorar a cidade. O jogador pode andar, patinar ou dirigir para distribuir produtos, mas também pode delegar tarefas a vendedores contratados, criando uma rede de distribuição que cresce conforme o investimento. Essa combinação de microgestão com exploração lembra o estilo de Empire of Sin, mas com uma pegada mais voltada para o humor ácido e situações caricatas.
Outro detalhe interessante é o sistema de produção, que permite criar diferentes variantes de drogas, cada uma com propriedades específicas. Essa mecânica adiciona profundidade ao jogo, já que não se trata apenas de vender, mas também de experimentar receitas e otimizar a operação. Além disso, o título não se limita ao aspecto econômico: há confrontos diretos com cartéis rivais e a constante pressão da polícia, o que adiciona tensão e imprevisibilidade à experiência.
Schedule I também se destaca por sua estética. O visual é construído em cima da engine Unity, com uma direção artística que reforça o clima sujo e urbano de Hyland Point. Embora não seja um jogo que impressione pelo realismo gráfico, a ambientação cumpre bem o papel de transmitir a sensação de estar em um submundo perigoso e cheio de oportunidades. E o design dos personagens (todo mundo com cara de drogado), no fim acaba sendo uma marca própria.
Vale mencionar que o jogo recebeu avaliações EXTREMAMENTE positivas na Steam, com muitos jogadores destacando a originalidade da proposta e a diversão em experimentar diferentes estratégias para expandir o império. Em um certo ponto, chegou a 98% de aprovação, mas mesmo descendo, não fica muito menos que isso. Essa recepção favorável ajudou a consolidar sua presença no cenário indie, mostrando que mesmo um estúdio relativamente pequeno pode criar algo que se destaque em meio a tantos simuladores e jogos de crime.
Enfim, Schedule I é um simulador de crime e negócios que acabou se destacando demais. É um daqueles game indie que surgem de vez em quando e conseguem conquistar do nada uma legião de fãs. Combina gerenciamento, exploração e humor ácido em um mundo aberto. O jogo está disponível para PC via Steam.
O adblock bloqueia links de afiliados da Amazon como os desse post, então se não estiver aparecendo, é só desativar o adblock.
Veja mais coisas interessantes aqui. E tem conteúdo exclusivo nas redes sociais:




