O MAME abriu 2026 com a versão 0.285 trazendo novidades de peso. Entre elas, a emulação de um protótipo inédito de Relief Pitcher da Atari no System 1, além da descoberta de Moon Raker, um shooter da Nichibutsu dos anos 70. A Sega também ganhou reforço na série Waku Waku com Waku Waku Jumbo, e a linha Apple Lisa, pioneira no paradigma WIMP, agora aparece em estado muito mais sólido dentro do emulador.
Outra mudança importante veio para os jogos de tiro com lightgun. A antiga opção de recarregar apontando fora da tela foi substituída por um novo plugin, que permite configurar um botão dedicado para recarregar mesmo usando teclado, mouse ou trackball. Isso significa que títulos como Virtua Cop e Lethal Enforcers ficam mais acessíveis para quem não joga com pistolas físicas, ampliando a experiência para diferentes tipos de controle.
Além disso, houve avanços em sistemas clássicos: o Hanimex Pencil II recebeu melhorias que aumentam a compatibilidade de software, mais periféricos do BBC Micro foram emulados, e o Apple IIgs ganhou ajustes finos na emulação de interrupções. Também foram adicionados clones de Apple II vindos do bloco soviético e aprimorado o suporte ao Grid Compass. Somando-se a isso, várias correções de bugs e ajustes gráficos garantem mais estabilidade e fidelidade nos jogos e sistemas já suportados. Nota completa aqui.
Outra mudança importante veio para os jogos de tiro com lightgun. A antiga opção de recarregar apontando fora da tela foi substituída por um novo plugin, que permite configurar um botão dedicado para recarregar mesmo usando teclado, mouse ou trackball. Isso significa que títulos como Virtua Cop e Lethal Enforcers ficam mais acessíveis para quem não joga com pistolas físicas, ampliando a experiência para diferentes tipos de controle.
Além disso, houve avanços em sistemas clássicos: o Hanimex Pencil II recebeu melhorias que aumentam a compatibilidade de software, mais periféricos do BBC Micro foram emulados, e o Apple IIgs ganhou ajustes finos na emulação de interrupções. Também foram adicionados clones de Apple II vindos do bloco soviético e aprimorado o suporte ao Grid Compass. Somando-se a isso, várias correções de bugs e ajustes gráficos garantem mais estabilidade e fidelidade nos jogos e sistemas já suportados. Nota completa aqui.
MAME | Emulador de fliperama, PCs antigos e uma penca de consoles ao mesmo tempo!
E aí, galera que ainda lembra o cheiro de um fliperama e o som de uma ficha caindo. Hoje o papo é sobre uma das maiores obras de caridade digital já feitas para a nossa laia: o emulador MAME (A piada já vem pronta, então nem vou me esforçar). Se você não é um coroa, talvez fique meio perdido, mas senta aí que o tio vai explicar por que esse software é praticamente um item sagrado na prateleira de qualquer nerd da virada do milênio (ou de antes, né? kkkkk).
MAME não tem nada a ver com mamar não, é a sigla para Multiple Arcade Machine Emulator, ou, em bom português, Emulador de Múltiplas Máquinas de Arcade. Basicamente, é um programa de computador que faz a mágica de recriar o hardware das máquinas de fliperama dentro do seu PC. Sabe aquele gabinete empoeirado de Street Fighter II ou Mortal Kombat que ficava no canto da padaria? (Se não lembra, rolava isso na padaria, ao menos nas daqui de Brasília, kkkk). O MAME pega o cérebro daquela máquina (a placa de circuito, ou PCB) e o simula via software.
O resultado? Você pode jogar os jogos exatamente como eles eram, sem tirar nem pôr. Não são remakes, não são ports. São os jogos originais, a bagaceira autêntica que comia nossas fichas e nossa paz de espírito. E a nossa, sanidade, porque não tinha nada mais revoltante de ir lá no outro dia ver seu recorde e tá escrito "RONALDÃO" no lugar.
O projeto MAME começou lá em 1997, o que me deixa maravilhado demais. Sempre fico encantado com essas coisas criadas em plenos anos 90. Foi feito por um italiano chamado Nicola Salmoria. A ideia inicial era simples: preservar a história dos videogames. Pensa comigo: o hardware dos fliperamas é antigo, as placas queimam, os gabinetes se desfazem. Sem o MAME, muitos desses jogos estariam perdidos para sempre, e na real, tem uma penca de jogos que a versão física, meio que já era, né?
Para o MAME funcionar, ele precisa de duas coisas: o emulador em si (o programa) e as ROMS, ou seja, os arquivos dos jogos. As ROMs são cópias digitais dos chips de memória que ficavam nas placas originais. O MAME lê esses arquivos e "finge" ser o hardware para o qual o jogo foi programado. E aí temos a nossa magia da emulação!
É um trabalho de engenharia reversa tão elegante e complexo que a equipe de desenvolvimento merece um prêmio. Eles precisam documentar e replicar o funcionamento de milhares de processadores, chips de som e vídeo diferentes. É por isso que o MAME está em constante desenvolvimento, com novas versões sendo lançadas para corrigir falhas e adicionar suporte a mais jogos.
Com o tempo, o projeto MAME cresceu tanto que absorveu outro emulador, o MESS (Multi Emulator Super System), que era focado em consoles e computadores antigos. Isso significa que o MAME de hoje não emula apenas fliperamas, mas também uma variedade de sistemas, desde o Atari e o Nintendinho até computadores obscuros que nem sua avó ouviu falar (E eu sei que essa coroa era uma gamer da pesada, ein?).
No fim das contas, o MAME é mais do que uma biblioteca de Alexandria da cultura gamer, um portal para uma época em que a diversão era mais direta e as disputas eram resolvidas no "contra". Ele permite que novas gerações descubram versões originais de clássicos como Pac-Man, Donkey Kong e Cadillacs and Dinosaurs e que os veteranos matem a saudade daquela época barulhenta de sons eletrônicos e gritaria em qualquer canto comercial da cidade.
Então, da próxima vez que você ouvir falar do MAME, lembre-se que não é só sobre jogar de graça. É sobre manter viva a história, preservar a arte e garantir que o som de um "Hadouken!" nunca seja esquecido. Confira:
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