O mercado é dominado por jogos de perspectivas diferentes. Mas, sem dúvidas, um dos mais amados é a câmera em terceira pessoa. Obras como Lost Soul Aside, Ghost of Yōtei e Helldivers 2, mostram o quanto títulos completamente diferentes adotam esse estilo e conseguem chamar atenção. No entanto, desde games isométricos a jogos 2D ou de visão aérea, entre outros, existe uma câmera que costuma dar o que falar.
Todas às vezes que um jogo é anunciado em primeira pessoa, surgem diversos gamers irados com a escolha das desenvolvedoras. Muitos jogadores não suportam esse ângulo de câmera e reclamam, tendo um enorme destaque para Cyberpunk 2077, que certamente foi o ápice da ira. E, com Indiana Jones e o Grande Círculo, não foi diferente.
Apesar de tudo, enquanto muitos desenvolvedores pedem desculpas, o diretor de design Jens Andersson não voltou atrás e defendeu a visão artística do estúdio. Ele comentou que a equipe da MachineGames estava em sintonia com a ideia. E disse o seguinte, em defesa do jogo:
“Se você vai ser o Indiana Jones, precisa enxergar através dos olhos dele, precisa se sentir como ele. Como faríamos você, jogador em primeira pessoa, se sentir como o Indiana Jones? Sabíamos que isso seria muito difícil, mas, na verdade, foi uma das coisas que sentimos que conseguimos acertar. Claro que levou anos, mas essa não foi a parte mais difícil de fazer neste jogo. Foram muitas outras coisas que eu destacaria como ‘não acertamos isso até o finalzinho.”
Naturalmente isso deixou alguns jogadores ainda mais frustrados com o que ele disse. Muitos comentaram que não tem nada a ver, e que é possível se sentir assim em games em terceira pessoa. Outros explicaram que, apesar de entender, não vão jogar porque não gostam.
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