Com 7 botões multifuncionais, o Anúbis acaba dando um bom leque de opções. Você pode configurar atalhos, macros e ações para ter vantagem em qualquer jogo. E a resolução ajustável de até 3200 DPI permite que você alterne entre precisão cirúrgica para aquele tiro de sniper e velocidade alucinante para girar 360 graus em um piscar de olhos.
Bom, embora não seja um produto com prêmios internacionais de design ou tecnologia de ponta, o Anúbis se destaca por entregar o que promete a um preço acessível, tornando-o uma escolha popular entre gamers e usuários que buscam um mouse confiável e confortável para o dia a dia. O que acaba sendo bem interessante pra quem realmente não quer pagar muito, mas também quer evitar uma bagaceira total.
Sobre Mouse gamers
Os mouse gamers acabaram se tornando objetos de desejo porque mudaram a forma como muita gente encara jogos no PC. No começo, eles eram só versões reforçadas de modelos comuns, com alguns botões extras e um design mais confortável. Aos poucos, ganharam sensores mais precisos, DPI ajustável e formatos pensados para longas horas de uso.
O interesse cresceu quando jogadores perceberam que precisão faz diferença em gêneros como FPS, MOBA e MMO. Ter um bom controle do cursor, um clique firme e resposta consistente virou vantagem real. Termos como DPI alto, polling rate elevado, switches confiáveis e sensores como o PMW3360 começaram a aparecer em todo canto.
Conforme a tecnologia evoluiu, várias marcas decidiram apostar pesado nesse nicho. Logitech G, Razer, Corsair, HyperX, Redragon, SteelSeries e Glorious criaram identidades próprias. Algumas ficaram conhecidas pela ergonomia, outras pela leveza, outras pelo design mais chamativo e outras pela durabilidade. Cada marca passou a disputar espaço com ideias diferentes.
Alguns modelos se destacaram tanto que viraram referência. O Razer DeathAdder ficou famoso pelo formato confortável. O Logitech G502 virou símbolo de precisão e versatilidade. O Glorious Model O chamou atenção pelo corpo leve estilo honeycomb. O SteelSeries Rival conquistou muitos jogadores com construção sólida. Esses nomes acabaram moldando o que se espera de um mouse gamer.
Além da precisão, o visual virou parte importante. Muitos gostam de iluminação RGB sincronizada, cabo flexível tipo paracord, skates de PTFE que deslizam melhor e aquele shape que encaixa na mão. Mesmo detalhes pequenos, como textura lateral, formato do scroll e sensação do clique, passam a fazer diferença na hora de escolher.
Com o tempo, opções sem fio ganharam força. Passaram de alternativas com atraso perceptível para modelos rápidos, com bateria longa e conexão estável. Quem prefere modelos com fio continua escolhendo por leveza extrema, resistência e custo menor. As duas categorias coexistem, e praticamente toda marca aposta nas duas linhas.
A quantidade de termos relacionados cresceu junto com o mercado. Hoje se fala de grip palm, claw e fingertip, de sensores ópticos avançados, switches ópticos, macros programáveis, memória interna, peso ajustável, construção simétrica ou ergonômica e até materiais diferentes nos botões. Tudo vira ponto de comparação.
Também é comum jogadores discutirem detalhes como latência, estabilidade do tracking, feeling do clique, durabilidade dos switches e até a qualidade dos skates. Cada pequeno detalhe influencia quem busca aquela sensação perfeita de controle.
Essa popularização fez o mouse gamer virar quase parte da identidade de quem joga no PC. Não é só um acessório; é uma extensão da mão, um item que mistura técnica, estilo e preferência pessoal. Entre sensores melhores, marcas especializadas e modelos icônicos, o mouse gamer passou de ferramenta simples a um dos itens mais valorizados no setup.




