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Avatar: Frontiers of Pandora | Jogo coop em mundo aberto expande universo dos filmes!

Aventuras espaciais como O Guia do Mochileiro das Galáxias, Duna e Leviathan, nos fazem viajar com as possibilidades além da terra. E sem dúvidas nos cinemas, algo que conseguiu deixar sua marca, foi Avatar. E em 2024, a Ubisoft resolveu expandir a coisa para o universo dos games Triplo A com Avatar: Frontiers of Pandora.
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Avatar: Frontiers of Pandora é um jogo de ação e aventura em primeira pessoa desenvolvido pela Ubisoft Massive, estúdio sueco conhecido por trabalhos de peso como Tom Clancy’s The Division e Star Wars Outlaws. A Ubisoft Massive faz parte da Ubisoft, uma das maiores publicadoras de jogos do mundo, e tem tradição em criar mundos abertos ricos em detalhes e sistemas de jogabilidade que incentivam a exploração e a cooperação. Esse histórico ajuda a entender a ambição por trás de um projeto ambientado no universo de James Cameron, que já é famoso por sua escala e visual impressionante. 

O jogo coloca o jogador na pele de um Na’vi que foi capturado e treinado pela corporação humana RDA, mas que retorna à sua terra natal após anos de afastamento. A trama se passa na chamada Fronteira Ocidental de Pandora, uma região inédita dentro do universo da franquia. Esse cenário é um dos pontos fortes do título, já que oferece ambientes vastos e variados, com florestas densas, criaturas únicas e ecossistemas vivos que lembram a sensação de exploração encontrada em jogos como Horizon Forbidden West, onde a natureza e a tecnologia entram em constante conflito. 

A jogabilidade mistura combate em primeira pessoa com elementos de exploração e interação com o mundo. O jogador pode usar armas humanas, mas também conta com habilidades e equipamentos tradicionais dos Na’vi, criando uma dinâmica que lembra a mistura de estilos vista em Far Cry, onde o jogador alterna entre ação direta e estratégias de aproximação mais furtivas. Além disso, há a possibilidade de montar criaturas e explorar o mundo de forma aérea, o que amplia a sensação de liberdade e lembra mecânicas de títulos como The Legend of Zelda: Breath of the Wild, que também se destacam pela verticalidade e pela exploração sem barreiras. 

Um aspecto notável é o foco em narrativa e cooperação. O jogo pode ser jogado sozinho, mas também oferece modo cooperativo, permitindo que dois jogadores explorem Pandora juntos. Essa característica aproxima o título de experiências como Destiny 2, onde a jornada compartilhada fortalece a imersão e cria momentos memoráveis. Outro detalhe importante é que o jogo foi construído na Snowdrop Engine, motor gráfico proprietário da Ubisoft Massive, que já demonstrou capacidade de criar ambientes altamente detalhados e dinâmicos. 

Em termos de recepção, Avatar: Frontiers of Pandora conquistou avaliações mais ou menos... APesar de várias positivas dos jogadores, tendo destaque para o visual e a fidelidade ao universo criado por James Cameron, também teve gente que desceu o cacete. Embora não seja considerado revolucionário em mecânicas, o título se destaca por oferecer uma experiência sólida de mundo aberto, com narrativa envolvente e ambientação única. O jogo foi lançado em 2023 e está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.
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Sobre Avatar
 
O universo dos filmes de Avatar começou a tomar forma muito antes de chegar aos cinemas. James Cameron já falava sobre Pandora ainda nos anos 1990, quando o conceito de criar um planeta inteiro com culturas, línguas e ecossistemas próprios era algo inviável tecnicamente. A ideia ficou guardada por anos, enquanto o diretor acumulava anotações, desenhos e referências, esperando o cinema alcançar o nível necessário para transformar aquilo em imagem.

Esse tempo de espera foi essencial para a criação do mundo. Pandora não foi pensada como um cenário genérico de ficção científica, mas como um planeta funcional. Florestas, oceanos, montanhas flutuantes, animais, plantas e povos foram desenvolvidos como partes de um sistema conectado. A noção de Eywa, uma força viva que liga tudo, nasceu dessa tentativa de dar lógica interna ao planeta, algo raro em grandes produções do gênero.

Quando Avatar entrou oficialmente em produção, no início dos anos 2000, o desafio era enorme. A equipe precisou criar novas formas de captura de movimento, capazes de registrar expressões faciais detalhadas. Isso foi decisivo para que personagens como Jake Sully e Neytiri não parecessem apenas figuras digitais. O filme lançado em 2009 acabou se tornando um divisor de águas, não só pelo uso do 3D, mas pela maneira como apresentou um mundo inteiro sem tratar o público como distraído.

Após o impacto inicial, Avatar ganhou uma vida curiosa. Mesmo sem continuações imediatas, o filme seguiu sendo discutido, reassistido e analisado. A língua Na’vi, criada pelo linguista Paul Frommer, passou a ser estudada por fãs. Livros de arte, materiais de bastidores e versões estendidas ajudaram a manter Pandora presente, criando uma base de público que cresceu ao longo do tempo, e não apenas no lançamento.

Durante os anos seguintes, James Cameron continuou expandindo o universo de forma silenciosa. Ao invés de acelerar sequências, ele optou por aprofundar o planeta. Novos clãs, regiões e conflitos foram sendo desenvolvidos, sempre partindo da lógica de Pandora como um mundo vivo. Esse cuidado explica por que as continuações não repetem simplesmente o primeiro filme, mas mudam de ambiente e de foco narrativo.

Avatar: O Caminho da Água representa essa expansão clara. A história se afasta da floresta e mergulha nos oceanos, apresentando o povo Metkayina e um modo de vida totalmente diferente. A produção exigiu anos de testes para viabilizar filmagens subaquáticas com captura de movimento, algo que mais uma vez empurrou os limites técnicos do cinema. Ao mesmo tempo, o filme muda o tom da saga, colocando a família Sully no centro da narrativa.

É nesse ponto que o universo começa a mostrar conflitos mais complexos. A presença humana em Pandora deixa de ser apenas uma invasão externa e passa a gerar consequências contínuas. A relação entre tecnologia, exploração e permanência se torna mais tensa, refletindo um mundo que não pode mais voltar ao estado inicial mostrado no primeiro filme.

Essa escalada leva diretamente aos eventos de Avatar: Fogo e Cinzas. O filme amplia o retrato dos Na’vi ao apresentar um clã mais agressivo, conhecido como o Povo das Cinzas. Aqui, Pandora deixa claro que não é formada apenas por culturas idealizadas. Existem Na’vi que não compartilham da mesma visão espiritual ou pacífica, o que quebra a ideia simplista de um planeta dividido entre bons e maus.

Em Fogo e Cinzas, os conflitos deixam de ser apenas entre humanos e Na’vi e passam a incluir disputas internas, diferenças culturais e escolhas difíceis. A família Sully continua como eixo da história, mas agora inserida num cenário mais instável, onde alianças são frágeis e a sobrevivência depende de adaptação constante. O planeta, que antes parecia um refúgio, passa a mostrar suas próprias contradições.

Ao longo dos anos, Avatar se consolidou como um projeto de longo prazo, algo raro no cinema comercial. Não se trata de lançar filmes em sequência rápida, mas de construir um universo que muda com o tempo. Pandora envelhece, sofre, reage à presença humana e também às decisões dos próprios Na’vi. Essa sensação de continuidade é um dos fatores que mantém o interesse do público mesmo com grandes intervalos entre os filmes.

Outro ponto importante é a influência que Avatar exerceu na indústria. Depois dele, a construção de mundos passou a ser mais valorizada, tanto no cinema quanto em séries e jogos. A ideia de criar ecossistemas coerentes, culturas detalhadas e histórias que se estendem por vários filmes ganhou força, muito por causa do padrão que Cameron estabeleceu com Pandora.

No fim, o universo de Avatar não se sustenta por frases de efeito ou pela promessa constante de novidades. Ele existe porque foi pensado como um mundo desde o início, não como uma franquia improvisada. Cada filme acrescenta camadas, conflitos e regiões novas, sem apagar o que veio antes. Pandora não é um palco estático, mas um planeta em transformação, e é essa construção lenta e obsessiva que mantém Avatar relevante mesmo conforme os anos passam.