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Dave The Diver | Jogo viciante simula pesca submarina e restaurante de sushi!

Muita gente fica meio confusa quando vê o tanto de jogadores abandonando PC Gamers pra pegar Notebooks Gamers, e com certeza entre os motivos, está jogos como Dave The Diver, leves e absurdamente viciantes, e o mesmo serve para como o PS4 conseguiu ultrapassar gerações.  Então enquanto existem sim opções de jogar jogos pesados sem gastar uma fortuna, como é o caso daquele processador baratinho da AMD que roda lançamentos sem precisar de placa de vídeo, existem também opções leves e divertidas pra caramba.
 
 
A história do jogo é sobre Dave, um mergulhador que retornou de férias e acaba lidando com uma ótima oportunidade de negócios. É uma trama leve, divertida e repleta de piadas e paródias. Os personagens excêntricos que os jogadores encontram ao longo do jogo adicionam um toque de personalidade à narrativa, tornando-a ainda mais agradável.
Dave The Diver é um jogo empolgante que combina elementos de gerenciamento, RPG e aventura para oferecer aos jogadores uma daquelas experiências híbridas únicas e envolventes que alguns desenvolvedores se arriscam ao misturar elementos e nesse caso aqui a mistura gerou notas extremamente altas na Steam. 
 
Inclusive, o que me atraiu de imediato do jogo não foi a mecânica ou gráficos como a maioria dos jogos, mas sim essas notas. Quando se chega a um patamar tão alto, fica difícil não querer dar uma olhadinha pra ver o que exatamente fascinou as pessoas. Com uma combinação de mecânicas de jogo distintas, o jogo mantém os jogadores entretidos e motivados a explorar e progredir.
Existem alguns jogos de pescaria submersa, como Depth Hunter 2, que é 3D, assim como temos inúmeros jogos de restaurante, como o viciante Cook, Serve, Delicious, e esse aqui acaba misturando os dois com um restaurante de Sushi. Acho curioso que os jogos mais parecidos com ele parecem um tanto mais sombrios, como DREDGE, que te coloca pra pescar de dia e te desafia a encarar a noite em alto-mar, quando a loucura vem, ou Sunless Sea, que te faz virar o capitão de um barco em um mundo decadente cheio de horrores.

Mas aqui, você não é um capitão, porém ainda assim busca por pesca. Uma das principais características de Dave The Diver é que durante o dia, Dave explora o misterioso "Poço Azul" que foi descoberto no oceano. Este local gigantesco guarda não apenas peixes para pescar, mas segredos fascinantes como uma suposta civilização antiga, e cabe ao jogador desvendar seus enigmas ao longo do jogo. A exploração do Poço Azul oferece uma sensação de descoberta constante, especialmente porque neles estão elementos do gênero roguelite, e fica mudando.
Além disso, durante a noite, os jogadores precisam atender clientes, pois precisam administrar o restaurante de sushi exótico e fazer com que ele fique próspero. Essa dinâmica entre a exploração durante o dia e a administração do restaurante à noite adiciona uma camada interessante de jogabilidade, permitindo que os jogadores experimentem diferentes facetas da vida de Dave.
 
Você precisa fazer o local bombar, precisa desenvolver novos pratos, contratar funcionários, se preparar para festivais de um determinado tipo de peixe, aumentar as notas dele na avaliação do público e aos poucos vai destravando novas coisas. Inclusive você tem um celular onde tem aplicativos de tudo pra administrar. E quando abre, precisa correr pra pegar os pratos, entregar, encher copos na medida certa no estilo mini-game, lavar louça, reabastecer o tempero e assim vai.
O ritmo do jogo te faz sempre ficar pensando no que vai fazer na próxima etapa. Isso porque quando você pega peixes raros, fica pensando nos tipos de pratos que vai fazer e como está preparado para festivas que peçam aquele tipo. Por outro lado, durante a noite, na hora de servir, você vê a grana entrando e pensa nas atualizações que vai poder dar com aquilo.
 
Com combate simples com arpão, coleta de materiais pra fazer upgrades e elementos roguelike, há sempre algo para fazer no jogo, seja lutando contra criaturas marinhas (Algumas são bem agressivas), as ignorando pra coletar recursos para aprimorar equipamentos ou simplesmente enfrentando desafios únicos em missões alternativas que você recebe.
O Poço Azul é um ambiente em constante transformação, o que significa que os jogadores podem esperar um ambiente sempre mutável e cheio de surpresas. Se você viu um tubarão em um lugar, não espere que ele esteja ali esperando, assim como tesouros ou mesmo o próprio visual do lugar, que pode mudar por completo. 
 
O uso de arpões e outras armas para capturar peixes e criaturas é uma mecânica divertida e gratificante, adicionando um elemento de desafio e habilidade ao jogo. Enquanto alguns peixes são capturados de primeira, por serem pequenos, outros você precisará várias vezes, tendo que apertar um botão, girar o analógico, entre outras coisas pra conseguir puxá-los, isso sem contar que muitos precisam primeiro receber bastante dano.
Além do arpão, você tem redes de pesca, tranquilizantes, e muitas outras coisas, incluindo variações do próprio arpão, como adicionar veneno a eles, para peixe ir tomando dano, ou eletricidade, para que ele fique tomando choque e parando enquanto se move. Você vai buscando por projetos no fundo do mar para aprender a montar novas armas, assim como itens necessários para forjá-las.

À medida que os jogadores avançam, eles têm a oportunidade de aprimorar e forjar seus equipamentos usando os recursos coletados. O financiamento desses equipamentos é obtido não apenas por materiais coletados, mas também por meio dos lucros gerados pelo restaurante de sushi, incentivando os jogadores a administrar eficientemente seus negócios para alcançar melhorias significativas.
No entanto, os jogadores devem estar cientes dos perigos presentes no desconhecido, tendo que equipar também o próprio Dave. Você pode aumentar seu tanque de oxigênio, a resistência da sua roupa de mergulho pra ir mais fundo pegar peixes mais caros, o dano do harpão ou o peso que pode carregar. De certa forma essas atualizações me lembraram o também híbrido e viciante, Punch Club.
 
Se você morrer, seja por algum peixe ter te matado ou pela falta de oxigênio e você não ter calculado o tempo certo de retornar, isso vai resultar na perda de peixes e itens valiosos, o que adiciona um elemento de tensão ao jogo, incentivando os jogadores a gerenciar cuidadosamente seu tempo e recursos. Se você for ambicioso, pode se dar muito bem ou perder uma penca de coisas.
Em termos visuais, Dave The Diver apresenta um belo ambiente marinho, com uma combinação de arte 2D/3D deslumbrante. O cenário retratado, com sua representação em pixels e gráficos tridimensionais, cria um ambiente marinho belíssimo e de tirar o fôlego, imersivo e encantador. Apesar de nas screenshots, parecer que o jogo é completamente 2D, a desenvolvedora fez algo em 3D com visual pixelizado e o resultado ficou super elegante.

E esse é só o começo! Você vai destravando várias coisas ao longo do jogo e sendo mais do que só ir cuidar do restaurante e pescar! Com mais de 200 criaturas marítimas habitando o Poço Azul, os jogadores podem esperar uma variedade impressionante de espécies para descobrir e capturar, que vão aparecendo na medida em que você vai mais e mais fundo. Essa diversidade adiciona profundidade ao jogo e mantém os jogadores engajados na exploração contínua. E logo você vai achando novas coisas pra fazer. Nesse quesito, se você gosta de jogos como Steamworld Dig 2, vai se sentir em casa!
Enfim, Dave The Diver é um jogo envolvente e divertido que combina elementos de gerenciamento, RPG e aventura. Com certeza merece as notas que tem e valeu a pena ir atrás pra ver o que tinha de tão bacana. Definitivamente uma daquelas obras que conseguem facilmente engolir uma tarde inteira. E vocês? Conhecem algum jogo que causou vício com a mecânica?

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Sobre a cena indie

Os jogos indie, ou independentes, têm ganhado cada vez mais destaque na indústria dos games. Desenvolvidos por equipes menores, muitas vezes compostas por apenas uma pessoa, esses jogos se destacam pela sua originalidade, arte única e narrativas envolventes. A comunidade indie tem conquistado um espaço importante no mercado, mostrando que é possível criar experiências únicas e alternativas, fugindo dos padrões estabelecidos pelas grandes produtoras. Neste artigo, vamos explorar a maravilha dos games indie, citando vários exemplos de jogos famosos e como eles têm influenciado a indústria como um todo.

Uma das características marcantes dos jogos indie é a sua diversidade de estilos e gêneros. Dentre as diversas categorias de jogos indie, destacam-se as aventuras, os RPGs, os quebra-cabeças e os jogos de plataforma. Esses jogos oferecem uma experiência única, muitas vezes com uma jogabilidade inovadora e desafiadora.

A criatividade dos desenvolvedores indie é o que impulsiona a inovação na indústria dos games. Com recursos limitados, eles conseguem criar jogos que exploram novas mecânicas, narrativas não lineares e estilos artísticos únicos. Muitos jogos indie apostam na pixel art, estilo retro ou minimalista, o que confere um charme especial às suas criações. Além disso, alguns jogos utilizam geração procedural de conteúdo, o que proporciona uma experiência única a cada partida.

A narrativa nos jogos indie também merece destaque. Muitos deles contam histórias envolventes, com personagens cativantes e temas profundos. Ao contrário dos jogos mainstream, os jogos indie têm a liberdade de explorar narrativas não convencionais, abordando questões sociais, políticas e emocionais de forma autêntica e impactante.

Apesar de serem desenvolvidos por equipes menores, muitos jogos indie alcançam um sucesso surpreendente, recebendo reconhecimento da crítica e do público. Plataformas como PC, consoles (como Nintendo Switch, PlayStation e Xbox) e lojas virtuais como Steam e Epic Games Store têm sido fundamentais para a distribuição desses jogos, tornando-os acessíveis a um público maior. O apoio da comunidade também é essencial para o sucesso dos jogos indie, que muitas vezes são descobertos e divulgados por meio do boca a boca.

A cultura indie tem se fortalecido ao longo dos anos, com eventos como o IndieCade e prêmios dedicados aos jogos independentes. Essas iniciativas ajudam a promover a inclusão e diversidade na indústria dos games, valorizando a autenticidade e a originalidade dos desenvolvedores independentes.

Além da jogabilidade e narrativa, a música e a trilha sonora dos jogos indie também merecem destaque. Muitos jogos contam com composições originais que contribuem para a imersão e a atmosfera única dessas experiências. A música muitas vezes se torna um elemento-chave na criação de momentos emocionantes e marcantes.

Jogos indie também têm conquistado espaço em diferentes gêneros, como jogos de plataforma, jogos de estratégia, jogos de sobrevivência, jogos de ação e jogos de quebra-cabeças. Eles oferecem uma variedade de experiências, adaptando-se aos gostos e preferências dos jogadores mais exigentes.

Por fim, é impossível falar sobre a maravilha dos jogos indie sem mencionar o impacto positivo que eles têm na comunidade. Os jogos indie incentivam a criação de comunidades engajadas, onde os jogadores podem trocar experiências, discutir sobre os jogos e compartilhar suas descobertas. Essa interação fortalece a cultura indie e incentiva o desenvolvimento de novos projetos.

Em suma, os jogos indie são uma verdadeira maravilha da indústria dos games. Com sua criatividade, inovação e originalidade, eles têm trazido uma experiência única aos jogadores, oferecendo alternativas refrescantes aos jogos mainstream. Através de plataformas como PC, consoles e lojas virtuais, os jogos indie ganham cada vez mais espaço e reconhecimento, conquistando um público ávido por novas experiências. A cultura indie continua a crescer e a se fortalecer, abraçando a diversidade, a inclusão e a autenticidade. Portanto, é fundamental apreciar e celebrar a maravilha dos jogos indie e tudo o que eles têm a oferecer.

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