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sexta-feira, 12 de junho de 2015

Sense8 - Uma das melhores séries que já vi na vida!

Antes de tudo eu quero usar esse primeiro parágrafo para fazer uma sugestão e após ele, você decide se continua ou não lendo. O que quero dizer é que essa série é uma obra de arte maravilhosa e que vale a pena ser assistida sem você saber de absolutamente nada sobre, simplesmente se surpreender com o que é apresentado. Então o que recomendo é, assista até o episódio 3, se no fim desse episódio, você não estiver boquiaberto, então pode desistir, mas não pare antes dele. Não vou por spoilers na matéria, mas vale a pena de verdade ter o prazer de se surpreender sem imaginar o que te espera. Agora você decide se continua lendo.

A história apresenta oito pessoas em diversos lugares do mundo, que certo dia tem uma visão bizarra de uma mulher em péssimas condições, as vezes no chão chorando, as vezes parada no meio da multidão. Após isso suas mentes se conectam e de forma aleatória começam a se ver, sentir o que o outro sente e conversar entre si, aparecendo repentinamente na frente do outro, mas sem estar lá.



Quando um amigo meu me falou dessa série, fiz cara feia de imediato, a começar pelo nome que achei extremamente forçado, no estilo "Veja que descolado, eu tenho nome de rapper", e depois essa história de pessoas aleatórias que acontece algo, especialmente na sinopse do meu amigo que só foi algo como "Pessoas dos quatro cantos do mundo tem as mentes conectadas", já me fez achar a coisa bem enjoada e me fez lembrar de Heroes, que considero uma verdadeira desgraça das séries de TV.

Esse sentimento ainda foi mais forte pelo fato de que eu tinha acabado de ver a péssima e cancelada antes do fim da primeira temporada The Messengers, que era esse mesmo papinho de pessoas aleatórias que algo incrível aconteceu e as uniu. Quero dizer, na época em que Smallville foi lançada, era 2001 e eu fiquei louco com aquilo, a ideia era genial, essa coisa toda de pessoas "normais" com poderes era demais, mas o tempo passou e começaram a lançar uma dessas todo mês.

Esse tipo de trama poderia até ainda dar certo se usada de forma interessante, mas é sempre aquela mesma coisinha, um grupo de personagens em uma penca de situações clichê chatas que dói, a coisa é tipo um teatrinho amador, comecei a cansar de ver. E me surpreende a existência de seriados assim, o que gerou um preconceito da minha parte, sendo assim quando veio a maravilhosa Gotham, fiquei boquiaberto em como conseguiram fazer uma trama espetacular que evolui o tempo todo, ao mesmo tempo que tem o "bandido do dia", deixando assim uma série fantástica. E quando veio a sombria Daredevil então? Aquela série é surreal, completamente deslocada de seriados de pessoas com poderes.

Mesmo assim, esse meu olhar torto para essa trama que nada me agradou em uma série de nome forçado, acabei relevando a coisa. Isso porque tinha dois "poréns" que muito me agradavam, o primeiro é o fato de ser a primeira série dos irmãos Wachowski, que na hora me fez pensar naquela análise profunda sobre Matrix, e a quantidade de conteúdo profundo presente em Reloaded. Ou seja, eu sabia que os caras podiam fazer algo realmente profundo, apesar de serem bem ecléticos e produzirem obras completamente inusitadas como o live action de Speed Racer. O segundo detalhe é que é uma série original da Netflix e não uma série de TV aleatória, e eles já conquistaram meu coração com séries como From Dusk Till Dawn, que tinha tudo pra dar errado porque adaptações costumam desandar muito a coisa, ou a estranhíssima Hemlock Grove.
E assim fui lá eu assistir o primeiro episódio e... Caramba! A série me conquistou pra valer, mesmo sendo da Netflix e dos Irmãos Wachowski, eu não fui com expectativa, mas apenas esperando algo legal. E sério, eu me segurei muito pra terminar de assistir tudo antes de fazer uma matéria, pois a cada episódio eu ficava com os dedos mais nervosos para escrever sobre essa maravilha aqui.

A primeira coisa que me pegou despreparado, é a sensação de estar assistindo LOST, isso foi simplesmente muito estranho. Durante várias e várias vezes, eu me peguei perdido em pensamentos deslocados como "Nossa, os criadores de LOST estão usando algumas das técnicas que eu amava na série de novo, mas pera aí... Essa série não é dos criadores de LOST, então por que tá parecendo tão intenso e familiar? Ah é... É dos criadores de Matrix, por isso a sensação de que já vi algo tão profundo dos mesmos criadores anteriormente".

Estou falando dessa semelhança a LOST, porque embora a incrível The Leftovers seja um parente verdadeiro de LOST, ela tem um formato todo próprio, não tem a mesma atmosfera, é estiloso mas é bem diferente. Já aqui, são oito pessoas com suas próprias histórias e culturas, em lugares bem diferentes do mundo. Quem não lembra que uma das coisas mais peculiares de LOST era a variação cultural e lugares do mundo apresentados? Além de uma forte ligação entre ciência e religião e um imenso toque sentimental que ao mesmo tempo é cheio de mistério? Pois é, esse pacote todo está presente aqui. Isso sem contar com um detalhe que deixa ainda maior a sensação, o ator que interpreta o Sayid de LOST faz parte do elenco.
É muito fantástico ver as cenas mudando e a história ter um foco total para os problemas de um dos personagens, para então de repente se ligar com um dos outros. Você não vê como se fosse só uma história, mas sim oito histórias, e uma extra onde elas se ligam, diferente da maioria das séries onde tem sim os personagens, mas todos estão o tempo todo lutando pela mesma coisa, e não cuidando da própria vida. Eu senti em diversos momentos que os Wachowski quiseram reunir todos os tipos de história que eles mais gostavam e colocá-las juntas sem ficar uma bagunça, os personagens são:

Lito, um ator mexicano que faz filmes de ação e novela, um cara muito bonito que deixa as garotas loucas. Mas no entanto ele tem um segredo que jamais pretende revelar a ninguém, ele é homossexual e tem um namorado, o que poderia fazer sua carreira desmoronar.

Sun, uma coreana que sempre foi ignorada pelo pai, mesmo sendo a filha impecável, e faz parte de uma poderosa empresa, trabalhando de maneira rígida e ignorando o irmão vagabundo que o pai tanto ama, ela descarrega a tensão com uma vida dupla, treinando rigidamente artes marciais e indo a disputas que geram apostas.

Capheus, um homem do Quênia, que tem uma mãe com aids e trabalha duro em uma van para conseguir dinheiro para comprar remédios, mas com os constantes assaltos e a falta de passageiros, além de remédios falsificados a venda, sua vida é bem complicada.

Nomi, uma hacker americana que no passado causou muito problema ao governo, hackeando e roubando informações, e então passou a viver com a namorada após ser deserdada pela família, além de ter alguns segredos mais complexos sobre sua sexualidade.

Kala, uma indiana que apesar de cientista, tem um lado espiritual extremamente forte e um noivo rico, bonito e apaixonado que sua família adora e que todos estão felizes, menos ela que não o ama e faz constantes orações para Ganesha guiá-la.

Will, um policial americano que se envolve em um caso onde tem que perseguir um terrorista, no entanto o homem parece ter respostas sobre as misteriosas visões que ele começa a ter.

Riley, uma islandesa que foi morar em Londres, por achar ser amaldiçoada por algum motivo, passando então a trabalhar como famosa DJ.

Wolfgang, um alemão que faz roubos de alto nível, abrindo cofres que outros jamais conseguiriam, mas que acaba roubando o que não devia e passa a ser caçado.
Cada uma das histórias é tão intrigantes e é muito fascinante ver ela evoluindo aos poucos, e como em alguns momentos, o acesso a informações de outros personagens faz uma mudança drástica na coisa. Por exemplo uma personagem prestes a ser presa e sem saber o que fazer, e o policial do lado dela falando algo do tipo "O cara a sua direita é médico, ele vai tentar agarrar seu braço", ou mesmo coisas do tipo "Eu não sei dirigir!" e logo um outro falando "Mas eu sei". Isso de certa forma deu um toque Matrix na coisa, informações sendo compartilhadas.

Outra coisa da história que é maravilhosa, é o quanto você realmente se sente vendo vários filmes de uma só vez. Até a fotografia da série e estilo de roteiro mudam dependendo do personagem. Por exemplo as partes com Capheus, sério eu duvido que os irmãos Wachowski não tenham assistido Cidade de Deus e ficado empolgados em fazer algo parecido, pois as cenas desse personagem são muito "puras". É realista demais o jeito dos bandidos de agir, aquela forma esculachada, nada estilosa. O próprio Capheus tem uma van rival, sendo que ela se chama Bat Van, enquanto como ele é fã do Jean-Claude Van Damme, a Van dele se chama Van Damme. E o próprio apelido do personagem é Van Damme.

Vão dizer que isso não sai extremamente realista? Esse tom esculachado da coisa que realmente se vê no dia a dia, além de que esse negócio de "Olha, ele é o Van Damme", é algo que sempre vi como tão "brasileiro" e brega, mas natural, em um filme estiloso não é de se esperar que apareçam esses tipos de apelidos, além do mais olha a cara desse bandido aqui e vão dizer que não é o irmão do Zé Pequeno?
Uahaha, pois é, a série tem todo esse toque natural na coisa, mas muda de personagem e o estilo muda completamente também, a Sun por exemplo tem todo um climinha oriental muito fantástico que envolve demais, já o Wolfgang me faz sentir que estou assistindo um daqueles filmes inteligentes de bandidos como por exemplo o Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes.

Esse é o tipo de história que te faz sonhar e querer que algo assim aconteça com você, ver o quanto a coisa é fantástica e as possibilidades geradas em cima dela. E como os problemas da vida de uma pessoa de repente podem ter uma solução espetacular acessando conhecimento e habilidades de outras.

E por falar nisso de compartilhar, a sensação que tive é que a série não é meramente uma história, mas sim uma baita de uma forma de expressão. Sabe quando você tem aquelas sensações incríveis sobre algo e quer compartilhar com alguém, mas a pessoa simplesmente não consegue entender, ou você fala, ela diz que sabe o que é, mas você não realmente sente que ela consegue compreender o que você está dizendo? Sense8 parece ser uma forma de transmitir para quem assiste isso.
Por exemplo, o amor, que é considerada a sensação mais forte de uma pessoa por outra, somente tendo como algo parecido, a sensação de ódio. Acho que todo mundo pensa no amor como algo puro, incrível e pra sempre. É bonito ter essa ideia de amor que nunca acaba, mas você cresce e percebe que não é assim. Por exemplo as pessoas tem seu primeiro namoro, e as vezes fazem isso só porque querem fazer a primeira vez, nem sentem nada pela pessoa, a acham bonita e resolvem namorar, e logo acaba. Mas as vezes é aquela sensação que queima e a pessoa começa a pensar no quanto gosta da outra, imagina que vai casar com ela, parece impossível aquilo acabar, e três anos depois, os dois estão em outro relacionamento e aquela coisa incrível parece um passado muito distante.

Antigamente eu pensava que amor poderia ser algo pra sempre e que ficava se o relacionamento fosse bom, mas o tempo passou e percebi que a verdade é que estamos todos sozinhos, não dá pra se compartilhar de verdade algo com alguém e esperar que aquilo seja fixo eternamente. Uma coisa que pode ser tão especial em um determinado momento, um ano depois pode ter virado ódio puro. Quando duas pessoas namoram, pode ser que uma ame de todo o coração e a outra está nessa só porque se sentiu atraída e pensou "Por que não?", mas na hora que aparecer algo melhor ou cansar, cai fora. Ou seja, uma fica arrasada, e a outra se sente aliviada.

Mesmo um amor incrível que queima dos dois lados, é algo que com o tempo acaba se tornando cansativo, aquele enjoo natural que humanos tem, que gera brigas por uma das partes achando que a outra não a ama mais, para então se reconciliarem e por um breve momento a distância e irritação de antes sumirem, e esse alívio faz aparecer de novo aquela sensação incrível de amar alguém, para logo depois cair na rotina de novo e então aparecer outra briga, e outra e outra, até acabar.
Então no fim das contas estamos todos sozinhos, somos seres únicos, com próprios desejos, dores e alegrias. Podemos ficar completamente encantados por uma pessoa e pensar que ela sente o mesmo, mas no final ela não estar nem aí. O que pode fazer parecer que a pessoa é má, mas podemos ser tão cruéis tanto, e uma pessoa se apaixonar de forma muito intensa e não sentirmos nada... Ou seja, isso nos faz maus? É nossa culpa não conseguir sentir aquilo? A verdade é que não, é a vida, somos seres individuais que se unem, mas estamos presos a nossos próprios mundos, o máximo que se pode fazer é ter respeito, já que não controlamos nossos sentimentos, o respeito é algo que pode fazer um casal durar por décadas e um dos lados não sentir mais nada, mas pensar de forma lógica sobre o outro lado, o que o outro sente.

Em sense8 o que vi foi exatamente essa forma de se expressar de uma forma tão intensa que te faz querer sentir, compartilhar algo com outra pessoa não apenas pela fala, mas sim fazendo com que ela sinta suas alegrias e dores, fazendo com que ela seja você e por isso te compreenda de uma maneira que seria impossível um ser que está de fora compreender.

Esse seriado me causou uma mistura de sensações como nunca senti em outra série, é muito estranho algo capaz de te fazer dar uma gostosa gargalhada, chorar, e ao mesmo tempo ficar ofegante com a ação desenfreada que algumas cenas podem apresentar. Eu assisti deitado na minha cama, mas tiveram diversos momentos que tive que sentar e falar "Caracas! O que foi isso?". Foi fantástico demais admirar o quanto algumas coisas mostradas são lindas, e as vezes ficar surpreso com certos momentos brutais ou mesmo bizarros.

Acredito inclusive que a ideia do seriado deve ter partido inicialmente da Lana Wachowski, que antes era Larry Wachowski, já que antes ela era ele, e aqui é apresentado bastante esse tema. Pois se você sabia disso, quando bate aquela sensação de "Esse personagem deve ter sido feito para transmitir certas sensações horríveis que ela deve ter passado na vida.".

Uma coisa fantástica também é que os personagens são bem diferentes, mas eles tem uma ligação que faz que se sintam como um, existe inclusive a frase "Eu somos nós" que representa bem. Em muitos momentos em que um personagem está com uma sensação muito forte, ele atrai a mente de outra, o que é tão fantástico. Especialmente quando é uma sensação ruim, sabem aqueles momentos em que você está se sentindo um lixo total e só quer ficar sozinho, mas ao mesmo tempo quer que tenha alguém, no entanto não quer que a pessoa fale nada, pois você não está afim de ouvir algo que acha que ela não vai entender, e ao mesmo tempo quer que ela fale algo que te acalme? É mais ou menos isso que a coisa passa.

E o melhor é que cada uma dessas cenas intensas é tão bem conduzida que você fica espantado na delicadeza da coisa, em como é algo que foi bem trabalhado. Por exemplo uma cena em um museu em que fica passando a trilha sonora de Donnie Darko ao fundo, só que tocada no piano e dois dos personagens trocam experiências, ficou simplesmente impecável demais.

Acredito que essa seja a série que eu mais tenha ficado com medo de um dos personagens morrer, afinal de contas cada história é única e muda o clima. Você sabe que se um dos personagens morrer, uma parte de todos estará morrendo junto, e a própria pessoa que assiste estará também perdendo uma parte da série, então bate aquele nervosismo, aquele medo intenso de algo acontecer. Além de que vem um pensamento sobre se isso acontecesse com você. Imagina você conectado com sete pessoas, podendo sentir o que sentem, dores e maravilhas, e aí uma a uma vai morrendo e de repente você é o último? Imagina ter uma ligação intensa com várias pessoas e de repente se sentir sozinho de novo no mundo? Preso a um corpo.
Mas já aviso que a série também pode causar aversão em muita gente, isso porque as coisas são mostradas de uma forma muito natural, apenas como coisas da vida. Então além de aparecer nudismo masculino total, dois casais serem homossexuais, ainda existem certas coisas que acontecem que algumas pessoas podem se sentir bem desconfortáveis, como por exemplo a descrição que um cara fala sobre como fez sexo oral em outro, ou mesmo uma cena de uma orgia que é super artística mas pode fazer muita gente ficar meio chocada, portanto se for assistir, e você ter pessoas mais tradicionais na família, recomendo ver quando saírem de casa.

Uma coisa engraçada é que durante a série inteira eu fiquei com os dedos coçando para fazer uma pesquisa, tinha tantas curiosidades que eu queria saber. Será que os atores eram mesmo dos respectivos países? Será que eles falavam aquelas línguas? Afinal de contas a série é toda em inglês, exceto vez ou outra quando um deles entra em contato com outro personagem e fala aquele idioma, mas será que dominavam? E as localizações? Terão mesmo filmado em cada uma das cidades? Mas fiquei com medo de pesquisar ver spoiler, afinal de contas o site de cinema IMDB as vezes coloca coisas bem safadas, como por o nome do ator e do lado o nome do personagem e o nome do assassino, ou seja, você acaba descobrindo que o infeliz é o assassino, ou mesmo por um número de episódios menor que o de outros personagens, que te faz deduzir que ele morre.

Então quando terminei de ver, essa foi uma das séries que mais fiz pesquisas sobre, era muitas dúvidas. Então as respostas são, alguns dos atores são mesmo de certos países, já outros não, só que eles dominam sim aqueles idiomas, por exemplo o Lito é espanhol e não mexicano, já a Sun é mesmo coreana. A série foi sim gravada em diversas partes do mundo, imaginem a dificuldade de fazer um negócio desses? Mas tiveram várias perguntas que fiquei sem respostas e ainda pretendo achar, por exemplo, será que Jean-Claude Van Damme deu autorização? Ou será que não é necessária para fazer referência direta e ainda passar o autor em algum dos filmes de vez em quando? kkkkk.
Mas tenho que assumir que teve UMA pesquisa em especial que não resisti e pausei o episódio para pesquisar. Isso porque eu tava assistindo, quando de repente olhei para o personagem Hernando, que não é um dos protagonistas, mas é um personagem importante na série, aparecendo em uma penca de cenas por ser o namorado do Lito, e notei que já o tinha visto em algum lugar. E de repente veio aquele estalo na minha cabeça "Esse cara era do RBD!?", daí fui ao IMDB pesquisar pela novela mexicana Rebelde, e não é que era? Pois é, um dos RBD é um dos personagens! Sinceramente fiquei muito feliz pelo cara, pois não é um brasileiro, mas me fez pensar no Rodrigo Santoro e em como ele se destacou lá fora, então fiquei feliz em ver que um ator latino de novela deu esse salto. Depois fui ver umas entrevistas e o negócio foi o maior escândalo hahaha. Pra quem quiser saber mais sobre, ele é o RBD "Miguel", conhecido pelos fãs como Poncho e o ator se chama Alfonso Herrera.

Enfim, eu sinto que não falei tudo o que tinha pra falar sobre essa série, lembro que tinha muito mais coisas, só que vou deixar por aqui mesmo. Recomendo demais essa maravilha e entrou de imediato pra uma das melhores séries que já vi na vida, nunca tive uma mistura de emoções tão grande, e isso não poderia ser mais adequado do que uma série com esse tema. Vejam até o episódio 3 antes de desistir, sério! Se no final dele você não gostar, então desiste mesmo, mas veja até ele porque sei que é o ponto onde muitos podem se apaixonar pra valer por essa maravilha. Se você é do tipo que pira nas obras dos Wachowski, certamente vai amar essa com facilidade.

3 comentários:

New El disse...

Belo post Sky, mas uma série para minha lista e na descrição da Nomi tá escrito "no passado" duas vezes.

Skywalkerpg disse...

Valeu, arrumei. =)

Miya Seat Lee disse...

Perfeito! Foi isso mesmo, concordo com absolutamente tudo sobre a série!
Assim que acabei de assistir tb fui direto para o Google tirar as dúvidas e fiquei tb impressionada pelo personagem Hernando, sabia que conhecia o rosto... mas não sabia de onde!
Mas, sabe, na série, durante uma entrevista, o personagem Lito confirma que é espanhol, assim como o pai dele, mas mora e trabalha na Cidade do México.
Achei tb que essa questão de conexão entre vários lugares e muitos personagens acabou sendo tão bem construída pela experiência dos Wachowskis com Cloud Atlas, que foi um filme que todas as pessoas que conheço detestaram, mas que amei. A atriz sul coreana tb trabalhou neste filme, aliás...