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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Alone in the Dark Illumination - Jogando o singleplayer

Eu sou realmente um grande fã da franquia Alone in the Dark, joguei todos os jogos lançados e quando fiquei sabendo do jogo de 2015, carregando o subtítulo Illumination, é claro que me empolguei, apesar de que foi uma surpresa quando fiquei sabendo que teria modo cooperativo, algo não muito a ver com um jogo chamado "Sozinho no escuro" e mais estranho ainda conter o subtítulo "iluminação" mas assim me empolguei, pois vi de mente aberta, pensando em como seria ter aquela sensação com outras pessoas, além de que prometia elementos antigos do primeiro Alone in the Dark, como por exemplo a forte influência de H.P. Lovecraft.

Bom, é claro que foi uma coisa bastante empolgada e quando abri, não via a hora de jogar, mas foi estranho a tela preta ficar um baita tempo até abrir, depois descobri que aconteceria sempre. Ao entrar no jogo, tive uma grande surpresa ao ver o menu, que embora com diversas opções desativadas, deixaram claro sobre o que era esse Alone in the Dark, não algo voltado ao estilo clássico, mas sim um jogo que parece mais com um Left 4 Dead.

Uma coisa que notei depois, é que muita gente ficou perdida graças a isso, inclusive eu no começo não me manquei muito facilmente que era um Left 4 Dead, mas o jogo realmente é isso, por um lado pode ser um pouco frustrante por se esperar um jogo mais pesado, eu imaginava que seria uma campanha com vários jogadores e que você jogava o jogo inteiro, bem no estilo Resident Evil 5, um jogo mesmo com horas de duração, mas ao invés disso é mesmo algo para uma aventura rápida onde você escolhe a campanha, entra com os seus amigos e termina em pouco tempo, algo para se repetir constantemente, um jogo de ação.

Por outro lado, eu joguei sozinho, até porque o beta inicial não deixou a opção de se jogar o multiplayer, sendo assim, houve um certo clima de terror com ambientes muito escuros onde é preciso iluminar os lugares com fogo ou energia elétrica, e os inimigos são invulneráveis no escuro, portanto é preciso por luz neles para que se possa matar, algo semelhante a Alan Wake. Também foi um susto ver que não para de surgir inimigos, isso pode frustrar de imediato, pois normalmente a pessoa tenta matar todos antes de continuar, mas eles não param de aparecer e assim você tem que andar, fechar portas para que não passe, também é bem sinistro ver os vultos no escuro, olhar para cima de casas e perceber que tem monstros vindo por ali. Então é possível sim ter uma certa tensão no jogo.

Cada campanha tem vários mapas e neles é preciso fazer certas tarefas, ir a um ponto, fazer algo, depois ir a outro e interagir com outro objeto, e assim ir montando os objetivos enquanto se mata monstros, algo que jogar sozinho pode ser uma experiência bem tenebrosa e que te faz querer ir o mais rápido possível para o próximo lugar e passar logo da agonia de ter muitos monstros.

Enfim, esse é um jogo que pode funcionar bem como jogo de ação com toque sombrio, tem sons horrorosos nas armas que te faz sentir estar atirando com uma arma de brinquedo, mas que tem um certo nível de tensão. Apesar disso o singleplayer não é o suficiente para carregar a essência de um Alone in the Dark, portanto acho que funciona mais como um Spin-Off, sendo assim se você for jogar, esteja avisado. Quem se interessar pode dar uma conferida no site oficial do jogo.

Um comentário:

Laércio Marinho disse...

Poxa, excelente análise, vou comprar esse jogo pela Steam ainda, acho que é muito válido, apesar dos defeitos.