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sexta-feira, 21 de março de 2014

The Powerpuff Girls: Defenders of Townsville

Eu sempre achei o desenho das meninas super poderosas algo um tanto inovador, apesar do nome e estilo fofinho, existia algo de muito especial naquilo tudo, não era um desenho previsível e apresentava coisas realmente inusitadas. Lembro que eu não era fã de Dragon Ball Z e na época todo mundo era muito viciado, então eu costumava tirar sarro dos meus amigos dizendo que meninas super poderosas era mais violento. Mas o engraçado é que eu tinha argumentos plausíveis, já que esse é um desenho que apresentava coisas como olho voando pra fora do corpo dos inimigos quando tomavam uma pancada na cara, ou dentes sendo despedaçados. Tudo de forma muito fofa, mas ainda assim brutal, o que era bem diferente de desenhos da época.

E isso sem contar com os inimigos com uma bizarrice bem escrachada, como o Macaco Louco (Uahahaha que nome zuado em português), ou o "Ele" que era um diabão bem afeminado e que teve uma escolha de nome um tanto interessante, já que muita gente evita dizer o nome do Capeta e prefere dizer "O coisa ruim", "O tinhoso" ou simplesmente "ELE" hahaha. Mas bom, essa matéria não é sobre o desenho em si, apenas me empolguei, porque o que irei falar mesmo hoje é sobre o jogo The Powerpuff Girls: Defenders of Townsville.

A história apresenta o Macaco Louco pronto para mais uma vez espalhar o caos pela cidade, e graças a isso as meninas entram em ação para destruir os robôs assassinos. No entanto esse plano era apenas para atrair as garotas, para que então o Macaco Louco usasse a sua nova arma do esquecimento, fazendo com que as meninas esquecessem seus poderes e assim tivessem que relembrar suas habilidades.

Ao contrário do que se espera, esse não é um jogo onde você meramente tem que andar pro lado e matar inimigos, mas sim um Dungeon Crawler, um jogo onde você é colocado em um cenário e tem que explorar ele, entrando em passagens para acessar outro lugar e então procurar por novas formas de passar. Por exemplo existem lugares que estão barrados por lasers, e o botão de desativar está do outro lado, sendo assim você precisa conseguir o poder do super soco para bater no ar e a pressão atingir o botão do outro lado. E assim você precisa procurar por essa lembrança.

Ainda existe uma série de atualizações e lugares escondidos e quando você atravessa para novas áreas, sempre está cheio de inimigos que você tem que enfrentar, todos com um estilo variado e que causa uma ótima sensação de liberdade ao se aplicar combos, já que existe um efeito de física nos inimigos e você pode dar um soco em um, ele sair voando e bater no que estava atrás. Ou até mesmo você pode dar um soco em um robô, ele sair voando pegando fogo e explodir na parede, ou ainda você pode voar em direção a ele e dar um último soco para o explodir no ar antes de acertar qualquer coisa.

Os gráficos são em um 2D relativamente simples, com um fundo de silhuetas indicando prédios e outras coisas, dependendo do lugar, mas apesar de tudo ele segue o padrão do desenho, ou seja acaba sendo algo muito fiel e que acaba não podendo ser modificado mesmo, afinal não teria muito a ver colocar algo realista demais.

Enfim, esse é um daqueles jogos ótimos para se passar o tempo, onde você tem que explorar e pensar um pouco, consultar constantemente o mapa para se localizar, mas não chega a ser um jogo em que você tem que fritar o cérebro, garantindo também bons momentos de ação. Para quem se interessar pode dar uma conferida no site de venda do jogo.

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