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domingo, 14 de julho de 2013

A história dos enlatados, a salvação do homem solteiro!

Antes que venham os moralistas com choradeira, não vamos ser hipócritas né galera? Não estou falando que lugar de mulher é na cozinha, porém sabemos muito bem que é muito mais comum mulheres que sabem cozinhar que homens e isso não quer dizer que homens não possam saber cozinha e mulheres não possam saber fritar um ovo, mas é uma questão cultural e em geral normalmente são mulheres que cozinham melhor e tem mais habilidade na prática.

Mas bom, eu amo comida e sou fascinado por enlatados, não pelo sabor em si, mas é que eu vejo com tanto fascínio a tecnologia dos alimentos e como chegamos a esse nível, sempre penso em tempos antigos e em como não seria incrível se tivesse enlatados e em como a vida iria mudar completamente com a disponibilidade de um alimento de longa validade e que permitiria períodos grandes sem acesso a alimentos frescos.

Com esse meu fascínio acabei indo pesquisar enquanto comia sardinha e achei bem interessante a história dos enlatados, por isso resolvi postar aqui. Tudo começou com Napoleão querendo uma forma de manter alimentos com uma duração maior e assim poder levar a batalha por longos períodos a comida, já que sem alimento não tem porrada e sem porrada não tem vitória. E assim no ano de 1809 surgiu Nicolas Appert, um cara que tava afim de ganhar a grana que o governo francês tava oferecendo pra quem fizesse algo assim.

Appert publicou as ideias em um livro e o governo as adotou, pegando mil francos pro cara. A ideia inicialmente não eram usar as conhecidas latinhas que temos hoje em dia, mas sim vasilhames de vidro grosso tampados com rolha. Na técnica aplicada os recipientes eram fechados e expostos a aquecimento para matar certos microorganismos, dessa forma fazendo com que a duração aumentasse bastante.

No ano seguinte um britânico chamado Peter Durand pegou a ideia e patenteou, logo a patente foi vendida a uma empresa e essa começou a usar latas ao invés de vidro. Os produtos foram muito mal recebidos pelo público, a produção era cara, as latas eram mais grossas do que as atuais e as pessoas tinham uma dificuldade do cacete pra abrir, precisava de um martelo e uma talhadeira O_O! Imaginem só? Uahahahhaha, se eu já acho um saco abrir latas hoje em dia, naquela época devia ser um inferno, ainda mais com latas realmente grossas.

Somente em 1815 foi inventado o abridor de latas, vi várias versões da história, algumas dizem que foi inventada por um soldado porque usavam suas armas pra abrir e usaram pedaços, outras que foram por inventores mesmo, porém a versão do objeto mais conhecida e realmente prática é de 1858 (Vixe quase meio século de muito sofrimento ein?) pelo inglês Robert Yates que é o conhecido abridor simples que temos hoje em dia que abre tampas de garrafas e tem o chifre pra furar latas, algo que não funcionaria na primeira versão pois eram grossas pra cacete. O nome do objeto inicialmente era cabeça de boi pois quando se colocava no topo de uma garrafa ficava aquele chifrinho sensual a mostra.

Mas enfim, hoje em dia as coisas são muito mais fáceis, temos latas que já vem com um lugarzinho pra você puxar e abrir tranquilamente, temos abridores elétricos, e nossa que maravilha ein? Viva a evolução, essas latinhas fazem sucesso, temos carnes, vegetais, bebidas, sopas, molhos. O apocalipse zumbi mal pode prever os movimentos das latinhas. =D

Um comentário:

I HATE ASIANS!!!!!!! disse...

Apocalipse zumbi, cadê você? :'(